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🎭 O SENHOR DAS MÁSCARAS : Há presentes que divertem. Outros ajudam a formar pessoas.

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LITERATURA • FANTASIA • REFLEXÃO 🎭 O SENHOR DAS MÁSCARAS Há presentes que divertem. Outros ajudam a formar pessoas. Por Carlos Henrique Musashi Se você tem um filho, uma filha, um sobrinho, um neto ou um aluno que gosta de histórias, talvez este seja um presente especial. Vivemos numa época em que parecer importante ou bem-sucedido muitas vezes recebe mais atenção do que ser uma pessoa de caráter. Mas como ensinar a um jovem a distinguir aparência de essência? Autoridade de sabedoria? Confiança verdadeira de manipulação? Às vezes, uma boa história provoca reflexões que muitos discursos não conseguem. Foi com essa inquietação que escrevi O Senhor das Máscaras . 🏰 Bem-vindo a Bazophia Em Bazophia, um reino de tradições e interesses, um homem descobre que pode influenciar pessoas e manipular decisões assumindo diferentes identidades. Cada máscara abre uma porta. Cad...

🤔 A POBREZA NÃO ENSINA SOLIDARIEDADE

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  🤔 A POBREZA NÃO ENSINA SOLIDARIEDADE ✍🏻 por Carlos Henrique Musashi  em 08/10/2026. Houve um tempo em que eu admirava certas pessoas. Hoje, olhando para trás, percebo que confundi inteligência com a capacidade de falar merda usando palavras bonitas. É uma descoberta desagradável. Afinal, ninguém gosta de perceber que passou anos respeitando a profundidade intelectual de quem, no fundo, era apenas um poço de ignorância com boa dicção. Conheci ignorantes habilidosos. Gente que sabe contar histórias, citar filósofos que nunca leu, repetir parábolas que nunca compreendeu e defender princípios que jamais praticou. Verdadeiros atletas da hipocrisia. Moralistas sem moral. Patriotas de ocasião. Defensores da família que mal conseguem respeitar a família dos outros. Paladinos da honestidade que possuem uma tolerância extraordinária com a corrupção quando ela veste a camisa do seu time. E os religiosos? Ah, os religiosos! Descobri uma espécie curiosíssima: os Pokémon de Jesus . Vive...

O dia em que prenderam o Diabo — e descobriram que esse talvez não fosse o verdadeiro problema

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E se conseguíssemos prender o Diabo... e o mal continuasse acontecendo? Talvez uma das ideias mais confortáveis inventadas pela humanidade seja a existência de alguém em quem possamos colocar a culpa. O Diabo cumpriu muito bem esse papel. Durante séculos, seu nome esteve associado à tentação, ao pecado, à mentira, à violência, à traição e a quase tudo aquilo que preferimos acreditar que não nasceu inteiramente de nós. Mas existe uma pergunta desconfortável que raramente fazemos: o que aconteceria se, de repente, ele não pudesse mais interferir em absolutamente nada? Essa é a provocação que está no centro de O Dia que Prenderam o Diabo , meu novo romance. E tudo começa de uma maneira bastante improvável. Não existe um ritual secreto. Não há exorcistas preparando uma armadilha. Ninguém está tentando abrir as portas do inferno. Existe apenas ciência. Uma máquina. Um laboratório. Um experimento. E uma anomalia que não deveria existir. Até que alguém aparece. El...