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Mostrando postagens com o rótulo Ensaios

O dia em que prenderam o Diabo — e descobriram que esse talvez não fosse o verdadeiro problema

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E se conseguíssemos prender o Diabo... e o mal continuasse acontecendo? Talvez uma das ideias mais confortáveis inventadas pela humanidade seja a existência de alguém em quem possamos colocar a culpa. O Diabo cumpriu muito bem esse papel. Durante séculos, seu nome esteve associado à tentação, ao pecado, à mentira, à violência, à traição e a quase tudo aquilo que preferimos acreditar que não nasceu inteiramente de nós. Mas existe uma pergunta desconfortável que raramente fazemos: o que aconteceria se, de repente, ele não pudesse mais interferir em absolutamente nada? Essa é a provocação que está no centro de O Dia que Prenderam o Diabo , meu novo romance. E tudo começa de uma maneira bastante improvável. Não existe um ritual secreto. Não há exorcistas preparando uma armadilha. Ninguém está tentando abrir as portas do inferno. Existe apenas ciência. Uma máquina. Um laboratório. Um experimento. E uma anomalia que não deveria existir. Até que alguém aparece. El...

Quando “eu acho” já não é suficiente: o Direito que acompanha a Segurança do Trabalho

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DIREITO • TÉCNICA • PREVENÇÃO Quando “eu acho” já não é suficiente: o Direito que acompanha a Segurança do Trabalho Um ensaio sobre Direito Aplicado à Segurança do Trabalho Há uma frase aparentemente inocente que me preocupa quando penso em profissões técnicas: “Eu acho que está certo.” Não porque seja proibido ter dúvidas. Pelo contrário. A dúvida é uma ferramenta extraordinária quando nos obriga a procurar respostas. O problema começa quando o “eu acho” deixa de ser o início da investigação e passa a ser o fim dela. Na Segurança do Trabalho, essa diferença pode ter peso. Um trabalhador inicia uma atividade. Um equipamento está funcionando. Um procedimento foi adotado durante anos. Há uma ficha assinada. Um treinamento foi realizado. Alguém garante que “sempre foi feito assim” . Tudo parece normal. Até que surge uma pergunta muito simples: Está correto por quê? ⚖️ Foi dessa inquietação que nasceu DIREITO APLICADO À SEGURANÇA DO TRABALHO . Nã...

🌿 SOBRE CAÇADORES, CORÇAS E VEADOS

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🌿 SOBRE CAÇADORES, CORÇAS E VEADOS Talvez este livro não seja exatamente sobre aquilo que o título sugere. 🔸 Carlos Henrique Musashi ✍🏽 Há títulos que explicam uma história. Outros preferem escondê-la. Sobre Caçadores, Corças e Veados nasceu dessa segunda possibilidade. À primeira vista, temos uma história ambientada no interior: mata, estradas de barro, homens acostumados à caça e animais que seguem as regras silenciosas da natureza. Há um velho caçador chamado Anselmo Vilar. Há uma corça. Há outro homem que deseja aquilo que não lhe pertence. E há, em algum lugar, um veado que começa a se comportar como se soubesse de alguma coisa que ninguém lhe contou. Parece simples. Não é. 🦌 Quando uma história começa a olhar de volta Anselmo passou boa parte da vida acreditando conhecer a floresta. Sabia interpretar rastros, esperar, perseguir e decidir o momento de apertar o gatilho. Até que, certo dia, diante de uma corça ferida, acontece algo aparenteme...

🧠 A BANALIDADE DO MAL: O PERIGO QUE MORA NO SEU SILÊNCIO

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Por que pessoas comuns fazem coisas monstruosas? A resposta de Hannah Arendt vai te assustar. 🔸Por Carlos Henrique Musashi ✍️ 🚨 O GATILHO: VOCÊ ACHA QUE SERIA CAPAZ? Pare um instante. Feche os olhos. Imagine que você recebe uma ordem direta do seu chefe. Algo simples: preencher um relatório, organizar uma planilha, cumprir uma meta. Agora, imagine que essa "meta" envolve a vida de milhares de pessoas. Você cumpriria? Se respondeu "nunca", você já caiu na armadilha. Porque a maioria absoluta dos carrascos da história também respondeu "nunca" antes de apertar o botão. E é exatamente sobre isso que a filósofa Hannah Arendt passou anos tentando nos avisar. Bem-vindo ao conceito mais perturbador do século XX. 🎭 O JULGAMENTO QUE ABALOU O MUNDO (E SUA CONSCIÊNCIA) Ano: 1961 . Local: Jerusalém . Um tribunal acompanha o julgamento de Adolf Eichmann, o homem responsável por organizar a logística do Holocausto. Mais de 6 milhões de judeus foram...

📖“Quando a Autoridade Se Apaga: O Custo de Perder sua Reputação”

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  🟣 Por Lucy Marie Costa ✍🏼 🌿 Quando o silêncio grita nas escolas Há escolas em que o eco de uma carteira vazia diz mais do que discursos inteiros. Salas cheias, mentes dispersas. Professores falando a uma plateia invisível. Pais ora omissos, ora exaustos, tentando ser ouvidos por um sistema que não escuta. Crianças que não sabem mais onde repousar a confiança ou enxergar a autoridade. É neste cenário que surge A Autoridade Perdida — Escola, Família e o Caminho da Reconciliação , obra de Carlos Henrique Musashi , jurista, escritor e observador silencioso das engrenagens sociais. Este não é apenas um livro. É um espelho incômodo , um manifesto necessário e um mapa possível para restaurar a autoridade responsável — aquela que não se impõe pelo grito, mas pelo cuidado firme, pela presença justa e pela construção coletiva. 👉 Se você sente que algo se perdeu no pacto entre escola, família e Estado, este texto é para você. 🧭 1. O colapso silencioso da autoridade responsável Por dé...