CRÔNICA PARA TODOS OS NATAIS E ANOS QUE VIRÃO
PARA TODOS OS NATAIS E ANOS QUE VIRÃO Crônica do livro "Social Carrasco", por Henrique Musashi Ribeiro Dizemos que parente ninguém escolhe, mas agregados sim, mesmo que a contra gosto dos demais. Talvez, por isso, digam que o Natal é dia de esquecer tudo em nome de algo maior. Mas que algo maior é este? Seria possível alguém me responder sem falar hipocritamente ou sem os velhos chavões natalinos que, geralmente, são da boca pra fora? Seria possível? No entanto acredito que o amigo leal é o parente que escolhemos, seja este consanguíneo ou não. E neste solstício de dezembro é possível promover uma paz sincera e verdadeira plantada, não agora ao redor de um peru e panetone ao lado de gente que não nos suporta, ou não suportamos, mas semeada ao longo do ano com algo chamado de respeito e consideração. Aquele mesmo que queremos pra nós e deveríamos dividir com o próximo todos os dias do ano. Só assim, então, no Natal, nos reuniríamos em ação ...