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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

PESQUISA - Elas e o Sexo!

ELAS E O COMPORTAMENTO SEXUAL


     Dificilmente iremos encontrar alguém, principalmente entre nós homens, que não seja curioso com relação as mulheres e o comportamento sexual delas. Geralmente teorizamos de forma errada, seja subestimando-as ou achando que elas são “santinhas”, mas sempre ficam no ar aquelas perguntas mal respondidas e, com isso, muitas dúvidas e especulações preconceituosas:


     - O que elas gostam no homem? Dinheiro? Beleza? Inteligência? Bom Humor?
     - O que elas gostam durante o sexo? Ser xingadas? Carinho? Ação? Fantasiar?
     - Elas gostam de sexo mesmo?
     - Tamanho é documento?
     - Elas são aventureiras? Traem?
     - O que?

     Uma coisa posso dizer antecipadamente: muitas das coisas que pensamos sobre elas não é verdade, fazem parte de nossa “cultura machista”, fora o fato que cada um de nós, seja homem ou mulher, é um universo diferente. Veja a pesquisa feita, se não me engano, em meados de 2013, mas ainda está valendo. Muita gente acha que sabe, mas prepare-se para se surpreender!






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Assunto relacionado - dica de livro!
Veja este e outros livros no perfil do autor
clicando na imagem acima!


quinta-feira, 21 de março de 2013

Sexóloga REGINA NAVARRO - Entrevista polêmica!

     Regina Navarro Lins é uma psicanalista e sexóloga do Rio de Janeiro. Ex-professora de psicologia do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, foi a criadora da cadeira de Dinâmica de grupo.

    Durante dois anos e meio apresentou um programa diário sobre sexo na Rádio Cidade. Foi, por oito anos, colunista do Jornal do Brasil, no Jornal da Tarde e atualmente assina uma coluna no jornal O Dia. Realizou mais de duzentas palestras e workshops sobre amor, casamento e sexo em várias cidades do país. Trabalha em seu consultório particular em terapia individual e de casais.
     É casada atualmente com o romancista e ensaísta Flávio Braga, com quem escreveu alguns de seus livros.


REGINA NAVARRO - De Frente com Gabi
- 20/03/2013 -

Parte-1 Parte-2 Parte-3 Parte-4


Bibliografia - Regina Navarro Lins

  • Lins, Regina Navarro. A Cama na Rede: O que os brasileiros pensam sobre amor e sexo. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576844129
  • Lins, Regina Navarro. A Cama na Varanda: Arejando nossas idéias a respeito do amor e sexo. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788532507051
  • Lins, Regina Navarro; Braga, Flávio. Amor a Três. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576842712
  • Lins, Regina Navarro; Rocco. Conversas na Varanda: Debate sobre a sexualidade brasileira. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788532510761
  • Lins, Regina Navarro; Braga, Flávio. Fidelidade Obrigatória e Outras Deslealdades. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576841715
  • Lins, Regina Navarro; Braga, Flávio. O Livro de Ouro do Sexo. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788500016332
  • Lins, Regina Navarro. Na Cabeceira da Cama. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788532509550
  • Lins, Regina Navarro. Separação. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576841876
  • Lins, Regina Navarro; Braga, Flávio. O Sexo no Casamento. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576841272

Fonte: wikipedia, Youtube




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Adquira estes exemplares pelo link:
www.clubedeautores.com.br

sábado, 5 de janeiro de 2013

Alquimia Sexual Taoísta


     Alquimia Sexual Taoísta tem uma história muito antiga na civilização chinesa e era muito cedo visão de mundo de saúde, relacionados e aplicações terapêuticas. Esta é a forma como é possível encontrar referências a essas práticas em textos clássicos, como o I Ching e do Tratado sobre Medicina Tradicional Chinesa do Imperador Amarelo Huang Di Nei Jing. Além disso, existe uma vasta literatura sobre a arte de fazer amor que é orientada a alquimia taoísta mais praticamente propagação sexual. O trabalho da vida sexual Robert Van Gulik na China Antiga, magistralmente percebe o melhor desta literatura, entre os quais fala da menina liso com o Imperador Amarelo. Esses dois personagens míticos são repetidos em muitos textos, em que a única menina ensina as artes da alcova Imperador Amarelo.


     Na edição mais livros contemporâneos como O Segredo da Flor de Ouro ou Zao Bichen (1900) encontraram uma excelente apresentação do processo alquímico. Aqui, o objectivo é o de formar um corpo de um espírito imortal de reabsorção da energia seminal.

    Para compreender esse processo é necessário para se referir a alguns aspectos da visão de mundo chinês. Ele sugeriu anatomia em Medicina Tradicional Chinesa difere radicalmente do ponto de vista ocidental. Por esta energia ou (chi) flui através de todo o corpo meridianos. Destes há oito curiosos chamados meridianos, que são:

• Controle de Canal (ou meridiano Dumai), que parte do períneo entre o ânus eo escroto e sobe de volta até o pescoço, de onde se chega a um ponto entre a testa eo nariz.

• Canal de função (ou meridiano renmai), novamente parte do períneo e setor ventral ascende à laringe e boca para terminar em um ponto entre os olhos.

Ao longo dos meridianos são centros de energia ou vórtices de que há três principais

• Nem wan, localizada no centro da cabeça.
• Hua Chi, localizado abaixo do umbigo.
• ponto Hui Yin no períneo.

    O médico taoísta para iniciar o processo deve realizar um exercício chamado de revolução azul pequeno. Isto é, depois de vários exercícios preparatórios, para iniciar uma promoção de energia para o canal de controle e função de canal para baixo por um fluxo de tráfego contínuo.



     Nas palavras de Zao Bichen "A arte de dormir com mulheres é manter o pênis pego com a mão com força, e não ejacular nos retornos essência para reparar o cérebro ...." Ou "A técnica para evitar essência de saída consiste, em primeiro lugar, em que empurra a ponta da uretra, por trás do pênis  para prevenir prematuro e tornar-se essencialmente. Esta cavidade é obstruída pelos canais de pressão e da função de controlo, assim, caem na comunicação. Quando o coração não consegue mais sair, você tem que fazer-lo e definir o fluxo circular em ambos os canais e função de controle. Para fazer isso, você deve fazer um mental acompanhada de respiração rítmica: é a pequena revolução azul ".



    Uma vez que a energia começou a circular um embrião é formado de espírito, que terá a duração de 10 meses, este processo deve ser acompanhado pela prática da respiração embrionária. Durante este período de várias alterações fisiológicas experimentado como Bichen Zao "... no quarto ou quinto mês de manutenção do embrião, o apetite diminui e desaparece. Após o sexto ou sétimo mês não está com sono e ao nono mês respiração nasal e circulação do ar interior pára ao longo dos meridianos. Em seguida, é equipado com os seis poderes sobrenaturais como foram definidos no budismo. " Há, no entanto, um aviso de que o autor nos faz "Só se estes poderes não forem usadas, elas podem ser transformadas em sabedoria e movimento para a terceira fase:. Desenvolvimento do embrião imortal"

     Nesta fase, o embrião ocorre no momento do nascimento, que surge pelo campo de cinábrio superior, na parte superior da cabeça. Este corpo de espírito deve ser alimentadas e cuidadas por um tempo, superar as tentações e estados alterados de percepção da realidade, o que pode levar a profundas fases alteração psicológicos. Uma vez que esta fase entra em uma dimensão espiritual que permite a união com o Tao.


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Quando o choro acompanha o orgasmo!


"Quando o choro acompanha o orgasmo!"
Por Dr. Cássio dos Reis

Algumas considerações sobre o aparente paradoxo entre o orgasmo e o choro. Importante considerar que o choro, nem sempre se relaciona com o sofrimento e a dor. Muitas vezes pode significar exatamente a liberação das emoções contidas, necessitando assim de um canal próprio para sua exteriorização.

Muitas são as possibilidades das emoções: as recebimento de coisas boas, a graça concedida, o troféu da vitória, o êxtase contemplativo e o prazer sexual, podendo daí desencadear o choro. A intensidade do orgasmo, faz com que muitas mulheres chorem. Muitas vezes confundindo o parceiro, que normalmente não consegue entender o choro, depois do gozo. As emoções contidas aproveitam e pegam carona no momento do êxtase, e desta forma se liberam, trazendo conforto e prazer, num saudável benefício para o equilíbrio psíquico. Podemos classificar o choro que acompanha o orgasmo em quatro possibilidades:

  • 1º O choro como a expressão de um prazer extremado, tão intenso que chega a ser doído.
  • 2º O orgasmo pegando carona em um sentimento de profundas emoções, desencadeando então um choro profundo, como expressão extrema de felicidade.
  • 3º Algumas mulheres choram porque continuam vivendo inconscientemente a repressão da própria sexualidade. No momento do orgasmo, explodem  as emoções reprimidas e camufladas. Como se autorizassem a sentir aquilo que estava proibido, fazendo alguma coisa que não deveriam ter feito, um conflito entre o desejo sexual e a repressão, mediatizados pelo sentimento de culpa.
  • 4º Considerar ainda o fato de algumas mulheres chorarem no momento do orgasmo, conscientes de que vivem um momento muito feliz, mas com a pessoa errada.




Sabem que o relacionamento não terá a mínima possibilidade de caminhar, embora  entregues emocionalmente. O choro aparece, antecipando o  provável sofrimento. O orgasmo sendo representante de mais uma atribuição. Um prazer que de tão intenso e realizador, pode emocionar  ao ponto de desencadeando o choro. Neste caso, choro de felicidade mesclado a uma resposta psicofisiológica. O orgasmo.


domingo, 1 de abril de 2012

SEXO: As 20 maiores mentiras que contam e alguns acreditam!


          Sexo por si só já pode ser bastante complicado ou por você ou pela complexidade de seu pereiro, pois sempre trazemos bagagens emocionais ou as vezes traumas que as vezes atrapalham uma boa relação. A gente poderia passar sem as lendas que cercam o assunto e que só causam ainda mais confusão na hora H! Parte dessas mentiras são resultado de séculos de uma visão muito moralista e conservadora sobre o assunto. Afinal, se a masturbação era considerada um pecado até pouco tempo atrás, não é de se estranhar que haja tantos fantasmas cercando o sexo solitário. - Quem nunca ouviu falar que se masturbar faz crescer pêlos nas mãos ou que faz o membro crescer como se fosse um músculo? 
Então vamos lá as maiores 20 mentiras contadas sobre o sexo!

1- Todas as meninas sentem dor e sangram na primeira vez
Quanto mais relaxada e lubrificada a garota estiver, menor a chance de sentir dor. Portanto, Dom Juan, se você conseguir deixá-la hipertranqüila, ela pode gemer por outros motivos, não por dor...
Já o sangramento depende do tipo de hímen que a menina tiver. Por causa da disposição dos vasos sanguíneos, alguns hímens não sangram ao serem rompidos. Outros, mais elásticos (chamados complacentes), não se rompem na primeira relação - não havendo sangramento.


2- A mulher tem mais vontade de transar quando está menstruada
Não existe uma regra dizendo quando a mulher tem mais vontade de transar. Algumas sentem mais desejo antes, outras depois e outras durante a menstruação. Algumas mulheres podem sentir-se mais seguras menstruadas, já que as chances de engravidar são menores. Por outro lado, há mulheres que se sentem constrangidas nesse período e evitam qualquer tipo de relação sexual.


3- Ejacular e chegar ao orgasmo são a mesma coisa
Não chame Jesus de Genésio! Ejacular é expelir esperma do corpo. Já o orgasmo é o auge da excitação, a sensação máxima de prazer a que se chega numa relação sexual. Acontece que, no corpo masculino, geralmente a ejaculação e o orgasmo ocorrem simultaneamente. As contrações geradas pelo orgasmo ajudam a desencadear a ejaculação. Apesar de ser mais raro, pode ocorrer ejaculação sem orgasmo e vice-versa.

4- A garota pode engravidar se fizer sexo anal
Só quem faltou nas aulas de anatomia ainda cai nessa. Ao ejacular durante o sexo anal, você deposita esperma no reto da parceira. O reto (e o resto do intestino) não tem nenhuma ligação interna com a vagina, nem com o útero, nem com as trompas.
O espermatozóide não tem como "atravessar" a parede do intestino para chegar às trompas, onde os óvulos estariam prontos para ser fecundados. E também não há como o óvulo "viajar" até o intestino.

A Anvisa  já proibiu a venda de alguns
5- Colocar uma camisinha sobre a outra diminui o risco de gravidez
Truque mais do que furado! Usar dois preservativos ao mesmo tempo provoca muito atrito no látex (borracha da camisinha) e, ao invés de proteger você em dobro, essa tática só aumenta as chances de o material estragar e se romper. O mesmo vale para quem está pensando em usar camisinha feminina e a masculina ao mesmo tempo.

6- Dá para aumentar o tamanho do pênis com exercícios
Desengane: o pênis não é nenhum bíceps que pode ser hipertrofiado com musculação. Não há, até hoje, nenhum tipo de exercício com reconhecimento médico que consiga aumentar o tamanho do dito cujo. Não bote fé nos anúncios de "aumente seu pênis com exercícios".
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inclusive, já andou proibindo a venda de alguns "manuais milagrosos".

7- Excesso de masturbação provoca espinhas
As espinhas são causadas pelo excesso de oleosidade na pele, muito comum na adolescência, ou por problemas hormonais. Portanto, pede pra sua vó contar outra...
A masturbação não tem nenhuma conexão com o funcionamento das glândulas sebáceas (responsáveis pela oleosidade da pele). É óbvio também que se trancar no banheiro com a Playboy não faz nascer pêlos nas mãos, não causa cegueira, impotência...

8- Nenhuma garota engravida na primeira transa
Se você já acreditou nisso e ainda não é chamado de "papai", deu sorte. A partir do momento em que a garota tem a sua primeira ovulação, ela já pode engravidar. Seja na primeira, na quinta ou na vigésima relação sexual. Se a transa for desprotegida e a garota estiver ovulando, as chances de ela engravidar na primeira vez são iguais às de qualquer outra transa.

9- O quadril alarga depois que a menina perde a virgindade
O sexo não muda em nada o corpo de uma garota. Nem o quadril alarga, nem os seios aumentam, nem as coxas engrossam...
O que normalmente acontece é que a menina tem a primeira relação sexual no mesmo período em que as mudanças naturais da adolescência estão ocorrendo. Mas, se ela transar pela primeira vez aos 20 anos, por exemplo, não vai notar diferença nenhuma no seu físico.

10- Sexo oral é sexo seguro
Sexo oral não engravida, tá certo, mas pode transmitir aids e outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), como clamídia, herpes e gonorréia. A infecção ocorre quando a mucosa da boca entra em contato com secreções da vagina ou o esperma.
Para que o sexo oral seja seguro, é necessário usar algum tipo de barreira —como camisinha (no caso dos garotos) e camisinha feminina ou um pedaço de filme plástico (para as garotas).

11- Garotas com seios grandes sentem mais prazer
Não existe a menor relação entre o tamanho dos seios e o prazer que a garota sente.
As de sutiã tamanho 38 podem sentir tanto prazer (ou mais) do que as que usam 44. Não se deixe enganar por aquelas atrizes pornôs de seios gigantescos e que parecem se divertir absurdamente nos filmes. Elas são pagas para encenar isso, esqueceu?

12- A camisinha não impede totalmente a passagem do HIV
Muitos estudos provam que a camisinha é eficiente para barrar o HIV. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos ampliou o látex 2 mil vezes e não encontrou nenhum poro por onde o vírus da aids pudesse passar. Outra ampliou em 30 mil vezes — o suficiente para que o HIV possa ser visto — as 40 marcas de preservativos mais usados no mundo. De novo não foi encontrada nenhuma passagem possível para o vírus.

13- Lavar a vagina com um jato d'água depois do sexo previne gravidez
Lava-rápido só funciona com automóvel. Os espermatozóides ficam tão ligeiros após a ejaculação que, até a menina se levantar e lavar a vagina, eles já entraram no útero. E lá não há jato d'água que alcance...
A única coisa que uma ducha vaginal vai fazer é "empurrar" os espermatozóides retardatários mais para dentro da vagina, aumentando a chance de acontecer a fecundação.

14- Quem se masturba demais tem ejaculação precoce
A ejaculação precoce geralmente está relacionada à ansiedade e à falta de experiência. A masturbação não tem nada a ver com isso. Aliás, alguns especialistas até indicam exercícios envolvendo a masturbação como um tipo de treino para aqueles que entram em campo muito ansiosos na hora de um jogo oficial.
É a técnica do stop-start, em que você pára de se masturbar assim que sentir que está a ponto de ejacular — e começa tudo de novo depois.

15- O tamanho do pênis é proporcional ao tamanho do pé
Desfilar com uma lancha nos pés pode ser uma baita propaganda enganosa.
Várias pesquisas já tentaram provar a relação entre o tamanho do pênis e outras partes do corpo (pés, mãos, nariz, etc.) — e nenhuma conseguiu provar nada!
Não há nem sequer proporcionalidade entre o tamanho do pênis em estado flácido e ereto — um pênis "pequeno" quando flácido pode ficar maior do que um "grande" quando os dois ficam duros.

16- Se não perder a ereção, você pode usar a mesma camisinha no "segundo tempo"
Ser pão-duro nessas horas? Se você ejacular na primeira transa, o reservatório da camisinha vai ficar cheio de esperma. Mesmo que você não perca nem um pouquinho da ereção, as chances de o sêmen vazar na segunda rodada são grandes. Além disso, o líquido funciona como um lubrificante interno do preservativo. É bem capaz que ele escorregue e fique dentro da vagina, sem que o casal perceba imediatamente. Aí a camisinha não vai ter servido para nada.

17- Você pode pegar DST nadando na mesma piscina que alguém contaminado
Como o próprio nome diz, as DSTs são doenças sexualmente transmissíveis, ou seja, são passadas durante o sexo pelo contato entre as mucosas, dos fluidos seminais, vaginais ou do sangue.
Se você estiver mesmo só nadando na piscina, não tem como se contaminar. Agora, transar dentro d'água traz os mesmos riscos que no seco — tanto de DSTs como de gravidez.

18- A saliva pode ser usada para lubrificar melhor a camisinha
A idéia parece incrível, mas é outra grande roubada. A saliva estraga a borracha da camisinha, tornando o seu rompimento mais fácil. Por outro lado, a falta de lubrificação aumenta o atrito com o látex, corroendo o material. A solução é ter sempre a mão um lubrificante à base d'água — que não destrói o preservativo, nem causa irritação na mucosa vaginal ou anal.

19- Se você urinar depois de transar não corre o risco de pegar DST
Ir ao banheiro após a transa só serve mesmo para aliviar a bexiga. A urina não leva vírus e bactérias para fora do organismo. Apesar de absurda, tem muita gente que acredita nessa lenda. Uma pesquisa feita pelo Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, em 2000, mostrou que 38% dos entrevistados achavam que urinar era uma forma de se proteger contra doenças venéreas.

20- Homens com pênis comprido dão mais prazer às mulheres
É só seguir a lógica: se a parte da vagina que tem mais sensibilidade está no seu primeiro terço, o que adianta o tamanho "extra", que vai além disso? Isso sem contar que a maioria das mulheres atinge o orgasmo com a estimulação do clitóris — um pênis bem comprido não garante nada nesse sentido... Pelo contrário: pênis muito longos podem até causar desconforto à mulher durante a penetração. 


Veja também este interessante documentário sobre: A Vida No Futuro - O Futuro Do Sexo.

Imagine em um futuro não muito distante: Orgasmos provocados com um dispositivo por controlo remoto. Um exame cerebral que detecta a presença do amor. Festas onde se pode conferir o DNA de parceiros em potencial. E até amantes robôs! O futuro do sexo vai pegar fogo!!
FONTE: O Guia dos Curiosos - Sexo, Marcelo Duarte e Jairo Bouer, Companhia das Letras, 2001Consultoria: Cláudio Emílio Bonduki, doutor em medicina pela Unifesp e médico-assistente do Departamento de Ginecologia da universidadeFonte: JL/Fernanda Wendel - Youtube.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Orgasmo Feminino: Mulher Ejacula?



NOVA POSTURA FEMININA
Dr. Drauzio Varella
Transtornos na área da sexualidade afetam homens e mulheres. Eles, de certa forma, estão mais acostumados a tratar do assunto e, embora muitos retardem o quanto possam a visita ao médico, a maioria acaba buscando orientação.
Com as mulheres, o problema se desenvolveu de modo diferente. Fatores culturais, religiosos, morais e de educação influenciaram – e ainda influenciam – sua maneira de entender e praticar o sexo. Se considerarmos que em algumas comunidades a amputação do clitóris é costume preservado ao longo dos tempos, podemos perceber quão profundas podem ter sido essas influências no imaginário feminino.
As mulheres antigas raramente se referiam às suas dificuldades sexuais. Hoje, essa atitude mudou e muitas se queixam de não estarem sexualmente satisfeitas. Estudos realizados pelo ProSex, Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, permitem identificar três tipos principais de queixas: falta de desejo, incapacidade de atingir o orgasmo e dor durante a relação.
Essa mudança de comportamento tem sido fundamental para enfrentar as dificuldades que sempre existiram no universo feminino. Entretanto, além da ajuda profissional, é preciso estimular a intimidade entre os parceiros para que juntos possam descobrir o que traz mais prazer a cada um deles.
FALTA DE DESEJO
Drauzio – Muitas mulheres se queixam da falta de desejo sexual. Esse é um fenômeno inerente à vida moderna ou as mulheres antigas só não exteriorizavam essa queixa?
Carmita Abdo – Acho que a diferença está em que as mulheres antigas não se queixavam, mas as de hoje não só se queixam como procuram tratamento uma vez que, parceiras naturais dos homens, sentem que a eles têm sido oferecidas melhores oportunidades para cuidar de suas disfunções sexuais.
Drauzio – Em que faixa etária isso é mais comum?
Carmita Abdo – A falta de desejo é mais comum nas mulheres mais velhas. Em contrapartida, a ausência de orgasmo, isto é, a dificuldade de sentir prazer pleno, é mais frequente na juventude, em geral, na época da iniciação sexual. O importante, porém, é reconhecer que em qualquer fase da vida a mulher pode passar por problemas sexuais.
DISFUNÇÃO ORGÁSMICA
Drauzio – Qual sua visão a respeito da dificuldade feminina de atingir o orgasmo?
Carmita Abdo
Carmita Abdo – A mulher tem dois pontos de excitação em sua genitália: o clitóris e a vagina. O homem tem um só e desde criança aprende que por meio da estimulação do pênis vai chegar ao prazer.
Na masturbação, a mulher aprende a excitar-se clitoridianamente. Quando começa a fazer sexo com um parceiro, acha que deve mudar de local e atingir o prazer na vagina pela penetração. Nem todas conseguem. Além disso, o fato de buscar o orgasmo vaginal simultâneo ao do parceiro atrapalha muito as mulheres na obtenção do prazer.
No Brasil, há dados sobre isso. Um terço de nossas mulheres nunca atingiu o orgasmo por penetração nem por autoestimulação; um terço alcança o orgasmo vaginal e o clitoridiano e um terço não consegue ter orgasmo dentro da vagina. Infelizmente, embora não se sintam satisfeitas ao término da relação sexual, a imensa maioria das que não atingem o orgasmo, nada revela a seus parceiros.
O mais importante, porém, não é a falta da satisfação. A ausência de orgasmo pode ser sinal de problemas orgânicos mais sérios como deficiência hormonal, depressão, diabetes ou disfunções glandulares como o hipotiroidismo e o hipertiroidismo. Vale também citar certas posturas culturais (a educação repressiva é uma delas) que podem repercutir no desempenho sexual da vida adulta.
A mulher deve estar sempre atenta a suas dificuldades sexuais, pois podem representarum marcador de sua saúde. Por isso, é necessário considerar o problema de forma mais ampla e pesquisar as possíveis causas da disfunção orgásmica.
MASTURBAÇÃO FEMININA


Drauzio – A masturbação feminina é um tema coberto por um manto negro e do qual pouco se fala. Por quê?
Carmita Abdo – No Brasil, um estudo realizado no ano 2000 demonstrou que 52% das mulheres admitem que praticam masturbação. É um índice baixo se comparado com o dos homens que, quase em sua totalidade, declaram masturbar-se como forma de resolver a demanda sexual na falta de uma parceira.
Para muitas mulheres, entretanto, a masturbação representa algo pecaminoso, incorreto do ponto de vista moral e que pode até prejudicar seu corpo. Trata-se de um tabu que contaminou o imaginário feminino.
Drauzio – Não aprender a masturbar-se – uma vez que o prazer sexual envolve um aprendizado também – pode ter repercussões na vida da mulher mais tarde?
Carmita Abdo – Esse é um ponto importante. O homem aprende desde garoto a permitir-se o prazer pela masturbação. Quando a adolescência chega, está mais treinado, mais trabalhado do que a menina que só então, timidamente, começa a descobrir seu corpo, imaginando que precisa estar pronta no momento do encontro erótico e afetivo para não constranger o parceiro com sua inexperiência. Ela exige muito mais de si própria, o que dificulta seu desenvolvimento e o prazer sexual.
Há, ainda, outros aspectos importantes no comportamento feminino. A menina quer ser bonita, atraente. Fica dividida entre preparar-se para o sexo e estar interessante para o companheiro. Esse é outro fator que interfere na falta de prazer das mulheres. Na hora da relação, concentram-se mais na própria performance e em como o parceiro as vê do que no sexo propriamente dito. E o parceiro não está vendo nada. Está envolvido no ato que pratica, está excitado e completamente voltado para o prazer sexual. Sua escolha já foi feita e não é nesse instante que vai avaliar os encantos daquela mulher. Nesse momento, só lhe interessa que o ato seja agradável e a parceira, compensadora. Por isso, as mulheres estão sempre defasadas, sempre alguns minutos atrás do homem, porque foram educadas assim. No entanto, segundo atestam as evidências do Projeto de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, essa realidade está mudando.
PRO-SEX: PROJETO DE SEXUALIDADE
Drauzio – Explique como funciona esse projeto.
Carmita Abdo – Trata-se de um projeto multidisciplinar que envolve psiquiatras, psicólogos, ginecologistas, urologistas, terapeutas educacionais e educadores. É um serviço gratuito oferecido à comunidade que põe à disposição de todo o Brasil, de segunda à sexta-feira em horário comercial, o telefone 0800-162044l e o site www.portaldasexualidade.com.br Além disso, oferece um programa de assistência, diagnóstico e acompanhamento para as pessoas que nos procuram com algum problema sexual.
No início do projeto, há 10 anos, a proporção de consultas era de sete homens para uma mulher. Hoje, são dois homens para uma mulher. Pode-se pensar que o interesse masculino tenha diminuído. Ao contrário, eles continuam nos procurando cada vez mais. Para dar uma ideia, são realizadas 1200 consultas por mês: 800 homens e 400 mulheres. O interessante é que o grupo feminino é constituído basicamente por mulheres mais jovens.
FISIOLOGIA DO ORGASMO
Drauzio – Fale um pouco sobre a diferença entre a fisiologia do orgasmo sexual masculino e a do orgasmo sexual feminino, pois nessa diferença parece residir grande parte dos desacertos.
Carmita Abdo – A resposta sexual tem quatro etapas. Começa pelo desejo, passa para a excitação que vai crescendo, chega ao orgasmo e termina num período refratário chamado de resolução. O desejo no homem é muito precoce e ele atinge o pico de excitação em pouquíssimo tempo. A mulher precisa do contato físico para passar da primeira para a segunda fase.
O homem é visual, a mulher é tátil e aí começa a defasagem. Se ele é inexperiente, um ejaculador precoce ou apresenta uma disfunção erétil conhecida como impotência, não vai conseguir compor-se com a mulher e esperar que ela chegue ao pico de excitação e ao orgasmo. Muitas vezes, quando ele está terminando, ela está apenas no começo e não teve sequer a oportunidade de comunicar-lhe o que a agrada ou não. Além disso, quase sempre se cala para não constranger o parceiro nem deixá-lo em situação difícil.
É uma questão de tempo. Um tem de esperar o outro. Como é difícil para a mulher adiantar-se, determinar esse compasso caberia ao homem, pois, teoricamente, estaria mais apto para atrasar-se. Na prática, porém, é comum isso não acontecer, porque ele não está suficientemente preparado nem disponível para essa espera. Por outro lado, frequentemente, ele não sabe o que se passa com a parceira porque, por medo de perdê-lo em virtude da incapacidade de estabelecer sincronia, ela nada lhe diz.
É importante que os homens tomem conhecimento desse fato e propiciem às mulheres a oportunidade de falar. Perguntem. Quem sabe, assim, passemos a falar mais antes do que durante o ato sexual.
No Brasil, metade dos homens e das mulheres tem problemas sexuais. A disfunção sexual é um problema de saúde pública e, quanto mais precocemente for tratada, menos desajustes sérios provocará no casal.
OCORRÊNCIA DE PROBLEMAS SEXUAIS
Drauzio – Você disse que 50% dos homens e 50% das mulheres têm problemas sexuais. O que quer dizer isso exatamente?
Carmita Abdo – No Brasil, 30% das mulheres já confessaram que não têm orgasmo; 35%, que têm alguma dificuldade de sentir desejo e 21%, que sentem dor na relação sexual. Claro que esses não são números isolados. A mesma mulher pode manifestar os três sintomas simultaneamente e isso perfaz 49%.
E os homens? Pode-se dizer que 46% deles apresentam algum grau de disfunção erétil. Em alguns casos, a disfunção é mínima, ou seja, o indivíduo tem dificuldade de manter o pênis rijo como gostaria ou como já foi um dia. Noutros, a disfunção é moderada. Apesar da perda significativa da ereção, esses conseguem realizar ato sexual pleno com penetração. Por fim, há os casos de disfunção completa, ou seja, ausência total da capacidade eretiva, o que impede completamente a relação. Esses casos estão assim distribuídos: 2,5% têm disfunção completa; 30% apresentam falta parcial e o restante, disfunção mínima.
A idade costuma ser um fator agravante para os homens. Para dar uma noção, aos 40 anos, 1,2% deles tem disfunção completa; aos 70 anos, 12%.
REPERCUSSÕES PSICOLÓGICAS DA FALTA DE ORGASMO
Drauzio – Quais são as repercussões psicológicas da falta de orgasmo na mulher?
Carmita Abdo – Primeiro, é preciso pensar que nem toda mulher exige o orgasmo e que para muitas nem mesmo o sexo é prioritário em suas vidas. No entanto, atualmente, a grande maioria começa a desejar obter o prazer máximo. Se é no clitóris que consegue a sensação, deve explicar a seu parceiro, porque o orgasmo provoca satisfação e relaxamento. A falta de descarga orgástica dificulta a liberação da tensão sexual acumulada e torna a mulher mais irritadiça e de relacionamento interpessoal mais difícil.
Por isso, insisto que as mulheres não devem ficar se cobrando o orgasmo intravaginal simultâneo. Diria mesmo que ele é quase um mito, pois é muito difícil duas pessoas chegarem ao mesmo tempo ao fim do ato sexual todas as vezes que se relacionam. Quando isso acontece, é motivo de festa, de comemoração.
Drauzio  Para alguns casais, essa incapacidade de atingir o orgasmo simultâneo é motivo de frustração. No final, que importância isso tem?
Carmita Abdo – Não tem nenhuma importância. O que se espera é que haja companheirismo e parceria até o término do ato sexual. Dessa forma, o que atingiu primeiro o orgasmo deve continuar estimulando o parceiro para que também chegue ao prazer perfeito.
Onde as coisas se complicam? Quando um dá por terminada a relação sem se importar com a satisfação do outro. Muitas vezes, a mulher precisa masturbar-se após o ato sexual, porque o companheiro terminou antes, virou de lado e não se preocupou com o que estava acontecendo com ela. Nesses casos, é comum ela insistir no orgasmo simultâneo como forma indireta de mostrar que ele precisa aguardá-la. Para os homens que estejam bem sexualmente é mais fácil manter esse controle. Se apresentam ejaculação precoce ou disfunção erétil, o caso muda de figura.
MULHERES: MAIS SELETIVAS NA ESCOLHA DO PARCEIRO
Drauzio – Na adolescência, a maioria dos homens passam a demonstrar interesse indiscriminado pelas mulheres. As meninas, ao contrário, são muito mais seletivas. Você não acha que essa diferença de comportamentos cria uma expectativa em relação ao sexo que pode explicar tantos desencontros?
Carmita Abdo – Sem dúvida. Os hormônios sexuais, a educação que recebem e a expectativa social que recai sobre os homens, tudo é muito diferente do que acontece com as mulheres. Para eles, já na adolescência, o sexo é permitido e seu interesse pela atividade sexual, valorizado. Apesar da evolução dos costumes, para a mulher não é dado o mesmo estímulo na infância e ela não goza desse tipo de liberdade nem na adolescência nem na vida adulta. Caso esteja disposta a estabelecer relacionamentos mais fáceis é chamada, no mínimo, de vulgar. Consequentemente, fica mais seletiva. Se isso é bom ou ruim, só a vida vai mostrar. Para algumas, ser seletiva combina com sua personalidade. Para outras, exige muito controle e repressão porque, na verdade, gostariam de ser mais livres para expressar sua sexualidade.
Um fato, porém, tem chamado a atenção. As pesquisas vêm demonstrando que, ao contrário do que acontecia antigamente, quando as mulheres que se preservavam eram as preferidas, alguma experiência faz parte das exigências masculinas em relação às suas parceiras.
FISIOLOGIA DO ORGASMO
Drauzio – Você poderia explicar a fisiologia do orgasmo?
Carmita Abdo – O orgasmo não se limita aos órgãos genitais. É uma sensação que toma o corpo todo e começa no cérebro através do desejo, que é estimulado pelos órgãos dos sentidos e pela imaginação. É no cérebro que a pessoa se libera para o ato sexual.
A pele, o maior órgão sexual que possuímos, desempenha papel importante nesse processo. Estimulada, faz com que uma série de neurotransmissores entrem em ação e transmitam informações aos genitais para que sejam liberadas secreções visando à lubrificação do local. Os músculos relaxam, o corpo fica alerta, a respiração mais acelerada e o coração bate mais forte a fim de irrigar a zona onde a excitação é mais intensa.
LUBRIFICAÇÃO E EXCITAÇÃO
Drauzio  A lubrificação é diretamente proporcional à excitação?
Carmita Abdo – A mulher que não se excita, geralmente, não se lubrifica. Nas idades mais avançadas, a lubrificação pode ser prejudicada pela queda na produção dos hormônios femininos, mas, numa mulher de 30 anos, por exemplo, será diretamente proporcional ao estímulo recebido e serve para indicar se a vagina está pronta para receber o pênis em seu interior. Essa é uma dica importante para os homens. Se a mulher não está suficientemente lubrificada, deve continuar sendo estimulada com beijos, abraços e toques corporais para facilitar a penetração e a excitação intravaginal.
ORGASMO CLITORIDIANO E VAGINAL


Drauzio  Qual a diferença entre a fisiologia do orgasmo clitoridiano e a fisiologia do orgasmo que a mulher atinge por penetração?
Carmita Abdo – A fisiologia é praticamente a mesma, apenas a mulher tem dois pontos em que pode excitar-se. Não há uma via específica que encaminha para um local ou outro. Acontece que, às vezes, elas aprenderam a excitar-se no clitóris e fica difícil transportar essa forma de obtenção de prazer para dentro da vagina. Como esse assunto faz parte de nosso trabalho, ouvindo o depoimento de muitas mulheres, parece que o orgasmo dentro da vagina é mais amplo e espalha-se pelo corpo de forma mais intensa. O clitoridiano é mais silencioso, mais restrito, até porque é o orgasmo que a menina, durante a adolescência, praticou às escondidas, reprimindo qualquer exteriorização mais evidente. Essa característica da autoerotização feminina, leva a mulher a exercer certo controle sobre esse tipo de prazer.
PONTO G: EXISTÊNCIA CONTROVERTIDA


Drauzio – O ponto G é assunto discutido em todas as revistas femininas, não é?
Carmita Abdo – Muito se discute hoje se existe ou não o tal ponto G, local mais enervado e vascularizado dentro da vagina onde é maior a possibilidade de prazer. Pergunta-se também se a glande masculina terá sensibilidade para encontrar esse ponto. Segundo os anatomistas, a penetração profunda não o estimula, porque ele se localiza na parede anterior do terço inferior da vagina. Imaginando a mulher deitada de costas, ele estaria mais próximo do umbigo do que do ânus.
Teoricamente, a penetração profunda não favorece a excitação do ponto G. É necessário estimular o terço inferior da vagina para aumentar o prazer da mulher.
Por outro lado, a borda da vagina também é muito excitável. Se o homem tiver tranquilidade suficiente para excitar essa região e, só depois, pouco a pouco ir penetrando, além de propiciar maior prazer à mulher, estará oferecendo-lhe a oportunidade de aprender a explorar o prazer intravaginal. Às vezes, porém, ele se excita demais, não consegue controlar a situação e perde a continuidade do ato. Como se vê, fazer sexo é uma questão de treino para ambas as partes.
EJACULAÇÃO FEMININA
Drauzio – Muitos homens esperam da mulher, no momento do orgasmo, um fenômeno semelhante ao da ejaculação masculina.
Carmita Abdo– Algumas mulheres, em virtude do orgasmo vaginal intenso, liberam muito líquido durante o ato sexual. Muitas vezes, elas relatam que ficam completamente molhadas e chegam a levantar a hipótese de que tenham urinado. Cerca de 10% das mulheres apresentam esse tipo de ejaculação. Quem não tem, não precisa preocupar-se, porque basta a lubrificação para garantir desempenho sexual bastante satisfatório.
Esse fenômeno seria resquício da semelhança existente entre os genitais masculinos e femininos na fase embrionária, já que eles só se diferenciam completamente ao longo do desenvolvimento intrauterino.



fontes: drauziovarella.com.br e YouTube

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