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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

CRÍTICA LITERÁRIA: “Crônicas do bom viver”

CRÍTICA LITERÁRIA, POR ELIENE MAGALHÃES

Quem é o autor?

Henrique Musashi
    Henrique Musashi, um cearense de ancestralidade asiática, Budô, conhecedor de costumes orientais, dentre outras diversidades de ofícios. É imortal da AAL - Academia de Letras de Aracati, tem como patrono o então Barão de Aracati. Tem várias obras escritas, um feroz criador de histórias e escritor nato de poemas, crônicas, fábulas, romances e contos. Dentre tantos escritos publicados estão: Seduza-me; Social Carrasco; O Tigre e a Princesa; Uma Fábula e um Conto; O Elefante e a Anaconda; O Senhor das Mascaras; Idiossincrasias Românticas; Fiorefalsus - Romance Ficção; Fiorefalsus II - Wang e a Ética dos Imorais.

Sua obra “Crônicas do bom viver”


      A obra de Henrique Musashi contempla uma narrativa no gênero textual em forma de crônicas de sua vida pessoal, aplicando uma literatura de autoajuda, abordando fatos cotidianos, desfechos e fatos de sua vida no passado vivido pelo autor. Com isso o autor problematiza os fatos, numa conversa íntima acentuando como o leitor pode fazer para evitar certas situações cotidianas nas relações interpessoais. 
Na sua literatura, Henrique aponta valores, situações da vida cotidiana, com uma certa dureza e, às vezes, usando a arrogância daqueles que passaram por sua vida de forma infeliz. O autor problematiza as situações de forma humorística e, ao mesmo tempo, com dureza, desenvolvendo nas linhas medidas para que o leitor não se submetam a passar por infelizes momentos.

Não aponta culpados, fala de situações reais, sem citar nomes, ironiza sem perder a ternura, dá depoimentos, sem que banalize a vida dos personagens vividos, nas crônicas reais. Desenrola situações perversas com doçura e, ao mesmo tempo, com a acidez das marcas que deixaram e fizeram que hoje ele seja o autêntico Henrique Musashi - o "literato da função social".

A literatura de autoajuda não só normatiza seu grito interior, mas servirá como uma terapia para os que, na vida, precisam de "um norte" para entenderem por onde começar a mudança e saibam que, com a vivencia de muitos outros, podem evitar em seguir caminhos tortos.

É bom saber que o leitor poderá com este livro, de Crônicas do Bom viver, se espelhar nos percalços vividos pelo autor, que a  literatura de autoajuda  é um gênero atualmente muito procurado pelos leitores em busca de autoconhecimento, de orientação espiritual, de ajuda para seguir a vida cotidiana. Ela atua como um indicador, uma bússola, para saber trabalhar a ansiedade, a baixa autoestima, as frustrações, as perdas, as separações, o luto, o desemprego, a angústia e o estresse, que são males tão característicos da modernidade do século XXI. Uma boa leitura a todos!

       Prof. Eliene Magalhães                                   
Mestranda em educação pela UFC, sindicalista, escritora, poetisa, graduada em Ciências da Religião, Pedagogia, História e Letras. Especialista em Ensino Religioso, História da África e Psicopedagogia

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