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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

LICOR MUSASHI: qual a diferença deste para os outros licores?

Foto: antiga embalagem do Licor Musashi (2008-2009): 
Licor Musashi - 武蔵 リキュール - "Musashi Rikyūru"
         Geralmente quando se fala em "licor caseiro" entende-se, simplesmente, que estamos falando de uma bebida antiquada, doce (quase enjoativa), feita tradicionalmente com açúcar derretido, ou melaço de cana-de-açúcar e alguns "licoseiros" (pasmem!),  ainda têm a pachorra de usar "álcool de farmácia" para dar teor alcoólico a bebida, ignorando o risco de usar um produto que contém Desnaturante (o Benzoato de denatônio) incluído em formulações que apresentem algum tipo de toxicidade, segunda Anvisa na publicação da RDC 46/2002. Recomendo pedir informações antes de antes de comprar! 
         E mesmo, às vezes, sendo feita de maneira tão leiga, continua sendo uma bebida muito apreciada, que nos remete aos "tempos da vovó", servida em pequenas doses em casamentos, batizados, para receber visitas ilustres ou simplesmente celebrar uma ocasião especial...
     

      Musashi Licores Artesanais, traz de volta estes bons momentos em um novo conceito em licor. Uma bebida com toques refinados que desafiarão o seu paladar com sabores modificados ou ainda não vistos nos licores tradicionais.
      Podemos dizer que é um licor jovial e versátil, podendo ser misturado a outras bebidas para criação de drinques diferenciados. Estes licores, principalmente os cítricos (Tangerina, Kajuzin) e até mesmo o tradicionalíssimo licor de Jenipapo, que nas mãos de um bartender criativo e inovador certamente irá fazer muito sucesso.  
     O Licor Musashi, também conhecido como  "O Licor da Sorte" é inigualável, não apenas por ser uma bebida requintada ou pelo seu aroma e sabor instigantes, mas pelas propriedades encontradas dentro de cada embalagem. Na Licor Musashi engarrafamos mais que apenas 'uma bebida', engarrafamos pequenas doses de arte com técnica milenar em licores de longa vida.
     Descubra você também o seu sabor preferido deste licor artesanal. Receita que é segredo de família, feito à base de aguardente de cana de boa qualidade, frutas frescas ou com as mais delicadas ervas aromáticas e medicinais.
     Um produto de emulsão natural, refinado, sem corante e sem conservantes artificiais (por isso não são coloridos), feito com técnica milenar diferenciada, adoçado com mel de abelhas, portanto NÃO CONTÉM AÇÚCAR  (sem sacarose)!


* A T E N Ç Ã O : Todos os sabores são naturais e sem sacarose (açúcar), com exceção do licor de Chocolate que tem (por enquanto) leite condensado em sua receita. Entretanto, todos, sem exceção, são adoçados com mel de abelha, inclusive o de chocolate.

"Você já deve ter tomado algo ‘parecido’ com o este licor, mas garanto que você nunca experimentou nada igual ao místico LICOR MUSASHI, O licor da Sorte!"


 QUAIS AS  PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE O LICOR

 
Foto: nova embalagem do Licor Musashi(2015/2016). 
Licor Musashi é remédio?

 
    Não e, como dito, o licor Musashi é uma bebida refinada e com toques de ervas e condimentos que tem propriedades medicinais, mas, como toda bebida alcoólica, é destinada a adultos e deve ser apreciado com moderação e não como forma de cura para uma enfermidade.
    Os ingredientes do Licor Musashi possuem o “ki” (ou energia vital) de seus ingredientes selecionados, conhecido há milênios na cultura oriental.    Sua composição não utiliza elementos manipulados em laboratório, apenas matérias-primas naturais com propriedades específicas, capazes de harmonizar o corpo e a mente.
    O Mestre em Licores conseguiu mescla neste produto o prazer de degustar uma bebida requintada aos benefícios cientificamente atestados do mel, do cacau, do caju, do morango, do jenipapo, do noni, do murici, da erva-doce, da tangerina, do anis-estrelado, da canela, do pequi, do cravo-da-índia e de outros ingredientes selecionados. Trata-se do conhecimento imemorial dos povos orientais aplicado na elaboração dos “blends” mais sofisticados.

Por que licor da sorte?
 
    Recebeu esta alcunha carinhosa, no início (em 2008), porque cada uma das ervas e outros ingredientes utilizadas no preparo do Licor Musashi está associada a um dos 5 elementos (terra, água, fogo, madeira, metal), atuando no equilíbrio das funções orgânicas e espirituais, de modo gradativo. Muitos dos componentes são usados, desde os tempos mais remotos, em aromaterapia, cerimônias de purificação e proteção, como ativadores da energia sexual, nos encantamentos amorosos e como facilitadores da meditação. Mas mesmo que você não acredite nestas explicações místicas, ainda assim você poderá desfrutar do aroma inigualável, do sabor diferenciado que fazem do Licor Musashi uma bebida singular.


Qual o tempo de validade do Licor Musashi?
 
    O licor Musashi, por ser feito a base de mel puro (que é também um conservante natural) dura muito, mas muito tempo. melhor dizendo, assim como um bom vinho, quanto mais “velho” fica o licor, mais delicado fica o seu sabor e aroma. 


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

NIÓBIO - Estamos sendo roubados... Mais uma vez!

Brasil - Somos mais ricos do que imaginávamos... E estamos sendo roubados mais do que desconfiávamos!

Você sabia que só existem 2 países no mundo que exportam Nióbio? (Brasil e Canadá)
Que o Nióbio é mais valioso que o ouro? Que esse mineral é essencial para a industria médicas, aeronáutica, incluindo a NASA e outras?
O Canadá com 2% da exploração de Nióbio consegue proporcionar uma vida digna aos seus (educação, saúde, segurança e etc)... Pasmem! O Brasil com 98% não faz nada!

 Só assistindo o vídeo para entender!


 Por favor, repassem este vídeo!

O QUE É NIÓBIO?         
O nióbio é um elemento químico, de símbolo Nb, número atômico 41 (41 prótons e 41 elétrons) e massa atômica 92,9 u. É um elemento de transição pertencente ao grupo 5 ou VB da classificação periódica dos elementos. O nome deriva da deusa grega Nióbe, filha de Tântalo — que por sua vez deu nome a outro elemento da família 5B, o tântalo. É usado principalmente em ligas de aço para a produção de tubos condutores de fluidos. Em condições normais, é sólido. Foi descoberto em 1801 pelo inglês Charles Hatchett.
O Brasil é o maior produtor mundial de nióbio e ferronióbio, uma liga de nióbio e ferro.
Aplicações
          O nióbio apresenta numerosas aplicações. É usado em alguns aços inoxidáveis e em outras ligas de metais não ferrosos. Estas ligas devido à resistência são geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias.Usado em indústrias nucleares devido a sua baixa captura de nêutrons termais.Usado em soldas elétricas.Devido a sua coloração é utilizado, geralmente na forma de liga metálica, para a produção de joias como, por exemplo, os piercings. Quantidades apreciáveis de nióbio são utilizados em superligas para fabricação de componentes de motores de jatos , subconjuntos de foguetes , ou seja, equipamentos que necessitem altas resistências a combustão. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizados no programa Gemini.O nióbio está sendo avaliado como uma alternativa ao tântalo para a utilização em capacitores.O nióbio se converte num supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas. Na pressão atmosférica (e quando puro) , tem a mais alta temperatura crítica entre os elementos supercondutores de tipo I, 9.3 K. Além disso, é um elemento presente em ligas de supercondutores que são do tipo II (como o vanádio e o tecnécio ), significando que atinge a temperatura crítica a temperaturas bem mais altas que os supercondutores de tipo I (30K, por exemplo).
Fonte: Wikipedia.org


terça-feira, 25 de setembro de 2012

A NASA desmentiu fim do mundo em 2012


Quanto mais o dito "tempo" se aproxima uns não estão mais preocupados, outros se preparam e outros, literalmente, já piraram, se juntando a uma religião ou acabaram com a própria vida. Se serve de alento aos mais nervosos, por meio de um relatório, a NASA (Agência Espacial Americana) esclarece as dúvidas dos internautas e afirma: o mundo não acaba com o fim do calendário Maia.


O aviso foi dado depois que um site mantido pela NASA foi inundado de perguntas de internautas a respeito de um misterioso planeta chamado Nibiru e do fim do mundo programado para 21 de dezembro de 2012.

A página em questão se chama “Ask an Astrobiologist”, e é mantida por David Morrison como parte de seus trabalhos como Cientista Sênior do Instituto de Astrobiologia da NASA. Nela, o público pode perguntar o que quiser e, ultimamente, foram mais de mil e-mails voltados para as previsões apocalípticas.

Na internet os boatos mais recentes do apocalipse entrelaçam uma complexa trama de provas e evidências que levam a crer que o fim dos tempos será no dia 21 de dezembro de 2012 – ou, mais precisamente, o fim do calendário Maia.

A civilização pré-colombiana surgiu no México há mais de três mil anos, e é conhecida por suas habilidades astronômicas, incluindo a divisão do calendário em 365 dias e a previsão de eventos como eclipses.

A causa dessa destruição prevista nos atuais boatos espalhados na internet seria Nibiru, também chamado de Planeta X, um corpo celeste que teria sido descoberto pelos sumérios. O impacto com a Terra seria precisamente na data em que o calendário Maia termina (numa analogia ao “fim dos tempos”) – e o fato estaria sido mantido em segredo pelo governo.

O que parece ter alimentando mais ainda alguns boatos é o lançamento de um filme de Hollywood chamado de “2012”. 

Assista o filme completo: "2012 - O FIM DO MUNDO"


Como parte da campanha de lançamento, a Columbia Pictures criou um site de uma suposta organização para a continuação da humanidade, que reúne evidências de que o mundo realmente acabará agora em 2012.
Agora é só esperar pra ver, não o filme, mas o suposto fim, ou mais uma de inúmeras previsões apocqalipticas do fim do mundo.
Particularmente este que vos escreve neste blog acredita que o único responsável pelo fim de nosso planeta como o conhecemos vai ser o próprio homem.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

SAQUÊ


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     A Historia

      Em meados do século V a.C., no período Nara, os produtores não conheciam técnicas apuradas de fermentação, e o saquê era feito com pouco álcool e água, em uma combinação que mais lembrava uma porção de mingau do que outra coisa... Nessa época, “comia-se” o saquê de hachi, direto de uma tigela. Na verdade, tudo era o resultado de uma receita com pormenores um tanto repulsivos: mascava-se o arroz para fermentá-lo com a saliva e depois cuspia-se em tachos para só então iniciar o preparo da bebida. Esse método era chamado de “Kuchikami no sake”, ou saquê mastigado na boca. Já na província de Hokkaido e em áreas rurais de Okinawa, os fãs da bebida encontraram outras maneiras de “purificar” esse processo, determinando que apenas as jovens mulheres virgens poderiam mastigar o arroz, pois elas eram consideradas representantes dos deuses aqui na terra. Logo não demorou, e a bebida produzida por elas foi chamada de “bijinshu”, saquê de mulher bonita. E por incrível que pareça, essa prática sobreviveu até poucos séculos, mesmo após a adoção de técnicas mais modernas de fermentação.
      
      Diz a lenda que a fermentação da bebida foi descoberta por acaso: “Certo dia, um cidadão desleixado esqueceu de tampar um tacho de arroz que cozinhará e o arroz acabou mofando. E como ele era realmente desleixado, também o esqueceu de jogar fora e só depois de alguns dias “notou” que havia ocorrido uma fermentação e o arroz então, transformara-se em uma deliciosa bebida, na verdade mais pastosa do que líquida. A total falta de cuidado do cidadão, acabou se transformando então, em um método e os produtores descobriram que o fungo que mofara o arroz era o responsável pela transformação do amido em glicose e fermento. Logo, o fungo ganhou nome “kamutachi” e não demorou muito para que os produtores divulgassem que a bebida era “produzida pelos deuses”.
     Até o século passado, o saquê ainda era produzido artesanalmente, onde o arroz era primeiro lavado e depois colocado em tinas (vasos gigantes) para cozinhar. E após esta etapa de fermentação, a pasta resultante era ralada e só então, misturada manualmente até chegar ao produto final. No entanto, atualmente os grandes fabricantes japoneses ainda utilizam métodos que lembram esse antigo processo. E hoje, o saquê é feito em grande escala industrial e não há mais vestígios do romantismo do passado. Pelas leis do país, a produção caseira da bebida é proibida.
       E como os tempos mudam, o “kamutachi” também mudou de nome e hoje é conhecido como “koji”. E é ele quem determina o aroma e o gosto do saquê, uma difícil tarefa para os “tojis”, pois eles que escolhem o fungo que garantirá um sabor ainda mais especial à bebida. O que permanece inabalável, no entanto, é a popularidade do ritual.

     Beber saquê é um ritual no país, e existem várias razões pelas quais a bebida é apreciada, que vão muito além do paladar, sede ou disposição para encher a cara. Segundo a tradição, bebe-se saquê para eliminar as preocupações e prolongar a vida, e isto por si só, vale qualquer dose a mais. Pega até mal chamar de bêbado quem toma saquê de forma exagerada e sai cambaleando de madrugada pelas ruas das cidades japonesas. Inebriado talvez fosse a designação correta, uma vez que os efeitos da bebida transformam seus apreciadores em cantores, galanteadores e seresteiros ao luar nas noites nipônicas.

     No Japão, costumam-se dizer que o saquê é o melhor companheiro na solidão. Só não se pode toma-lo em qualquer copo ou em qualquer ocasião. Bebe-se em grandes comemorações como no Ano Novo e nas cerimônias xintoístas de casamento, em encontros românticos e também na falta de um pretexto feliz ou dor de cotovelo.

     
Na maioria das ocasiões, o saquê é servido quente em uma temperatura que varia entre 40º e 55º C. Mas ele também pode ser tomado gelado ou misturado a outras bebidas e sucos, originando coquetéis muito interessantes. A maneira mais tradicional de servi-lo é em xícaras quadradas de madeira, chamadas “masu”, que conferem à bebida um suave sabor amadeirado. Nesse caso, sempre é servido frio com temperatura variando entre 20º e 40º C, uma vez que o saquê quente absorveria o gosto da madeira. Em muitos lugares, sugerem-se ainda que coloquem uma pitada de sal no canto do masu, um certo estilo adotado pelos jovens. 
     Rituais à parte, os efeitos “inebriantes” do saquê vão muito além das histórias fantásticas da antiguidade. O saquê é a bebida com mais alta porcentagem de álcool entre os fermentados do mundo. Sem ser diluído, chega a marca de 20% de teor alcoólico, enquanto uma cerveja não passa de 5% e o vinho de 12%. Mesmo assim, com menos álcool, ambos estão ganhando a queda-de-braço com o saquê no mercado japonês. Em 1872, quando a bebida era um dos principais produtos da economia do país, havia 30 mil fabricantes, hoje o numero não chega a 10% do total. São cerca de 2.300 produtores que fabricam anualmente, pouco menos que um bilhão de litros de saquê. O que não quer dizer que a bebida está em declínio, pelo contrário, alguns tipos de saquê atingem cifras absurdas, ganhando o status de bebida, como o saquê produzido na província de Hyogo, considerado o melhor do país. Uma simples garrafa pode custar até 300 mil ienes. E mesmo que a cerveja e o vinho continuem roubando espaço do saquê no Japão, uma coisa é certa: ele está na lista dos principais personagens da história do país e os japoneses não o deixaram de beber, pelo menos em comemoração a isso. E como beber saquê no Japão, é um ritual milenar e os excessos são justificados por milhares de anos de história, o modo mais simples de se desculpar por qualquer estrago provocado em uma noite de bebedeira no Japão, é dizendo “Eu estava bebendo saquê...”. e o perdão é praticamente certo, seja qual for o dano causado.

Curiosidades sobre a degustação

      Enquanto para se provar vinho, basta uma simples taça e não mais que meia dúzia de palavras para classifica-lo, o saquê tem uma infinidade de recipientes para ser tomado, conforme a região do país e a ocasião a ser celebrada. Só para expressar suas opiniões numa degustação de saquê, os especialistas têm a disposição um vocabulário com mais de noventa palavras, em sua maioria desconhecidas do público.
      Uma sessão de degustação de saquê começa com uma regra fundamental: durante a reunião, só se pode falar em saquê.       As paredes da sala devem ser de cor creme claro e com janelas de face norte para aproveitar a luz natural do sol, no entanto, o saquê não deve estar sob exposição direta do mesmo. O horário de degustação sempre é entre às 10 e 11 horas da manhã, quando o sol ainda não está forte e os técnicos já fizeram a digestão do café e ainda não almoçaram. Não se degusta saquê com estomâgo cheio. A bebida é servida em temperatura ambiente, à cerca de 20ºC.
     O copo usado é de porcelana branca com dois círculos azuis no interior, denominado de olho-de-cobra. Os círculos coloridos servem para que os especialistas avaliem a transparência da bebida, enquanto o fundo branco, é utilizado para observar a cor do saquê.
     Existe um ritual especial à mesa para tomar o saquê. Levante o seu copinho para receber a bebida, servida sempre por seu vizinho de mesa, apoiando-o com a mão esquerda e segurando-o com a direita. É imprescindível que você sirva o seu vizinho de mesa porque não é de bom tom servir a si próprio. O copo de saquê deve sempre ficar cheio até o final da refeição. A tradição manda fazer um brinde, Campai, esvaziando o copinho num só gole. É sinal de hospitalidade e atenção. (NIKKEYPEDIA)


Tipos de Saquê.


  • Junmai-shu – É o sake mais puro, com arroz, gua e koji, e que não sofre acréscimo de álcool. O arroz é “polido” de forma que perde a parte externa, conservando menos de 70% do seu volume original. Honjozo-shu – Tem pequena quantidade de álcool etílico destilado, o que melhora o sabor, tornando o sake mais suave. O arroz recebe o mesmo tratamento de Junmai-shu.
  • Ginjo-shu – O arroz é “polido” para conservar apenas 60% do seu formato original. Isso diminui a gordura e as proteínas. Além disso, esse sake é fermentado a uma temperatura baixa por muito tempo.
  • Daiginjo-shu – Através do polimento, o arroz perde pelo menos 50% de seu volume original, chegando em alguns casos a perder até 65%. É um tipo de sake que exige muito trabalho em cada nível do processo.
  • Namazake – É o sake que não é pasteurizado, e deve ser guardado na geladeira.
  • Nigori-zake – Não é filtrado e tem aspecto leitoso, resultante da adição ou preservação de partículas de arroz ou koji por meio de filtragem rústica. De sabor pesado, é servido após as refeições
Sakê (酒). O que nem todo mundo sabe, é que na língua japonesa essa palavra é usada para qualquer bebida alcoólica em geral, não apenas para aquela tradicional bebida japonesa feita com arroz. Para esta, existe uma palavra específica: 日本酒 (nihonshu – o mesmo kanji, mas aqui é lido como “shu”).

quarta-feira, 11 de julho de 2012

MITOS E VERDADES SOBRE O NÚMERO 13

Você é uma destas pessoas que temem a sexta feira 13 ou só de falar no 13
 se tremem toda ou então é daquelas que consideram o 13 o seu número da sorte?
Vamos ver neste texto mitos e verdade sobre o número 13.

Você já parou para pensar por que o número 13 é motivo de tantas opiniões controversas? Ou por que tem gente que não sai de casa na sexta-feira 13? Há quem acredite que a simbologia é sinal de "mau agouro" - especialmente em uma sexta-feira 13 - enquanto outros afirmam que o número sugere boas vibrações.
Como se não bastasse eu ser numerólogo, tenho na minha família três exemplos dessa reação de medo e de atração pelo número. Minha tia, nascida dia 13 de novembro, foi registrada como se tivesse vindo ao mundo no dia 12, pois seus pais tinham horror ao 13. E uma outra tia fez o mesmo com meu primo, justificando que pelo fato de ele ter nascido nos últimos minutos do dia 13 de agosto, não haveria problema em registrar o dia 14 como sua real data de nascimento.
O terceiro exemplo é da minha própria mãe. Ela nasceu dia 13 de março e meu avô só foi registrá-la muito tempo depois. Era comum isso ocorrer naquela época, ainda mais nas cidades do interior de Minas Gerais. Por esse motivo, a data que consta em sua certidão de nascimento é 13 de agosto. Nesse caso, só o mês de nascimento foi modificado, mas o dia 13 permaneceu na data de seu nascimento. Claro que minha mãe tem uma relação de amor com o 13. Ela o considera seu número de "sorte".

AFINAL, O QUE SIGNIFICA O NÚMERO 13?

O 13 é formado pelos números 1 e 3. O 1 simboliza coragem, iniciativa e disposição para correr riscos. Já o 3 representa a autoconfiança e o otimismo de acreditar no melhor da vida, além da reação de leveza e liberdade que acompanha essa atitude positiva perante os desafios. Tanto o 1 quanto o 3 gostam de viver livremente e não apreciam dar satisfações do que querem fazer e do que efetivamente fazem. Por que detestam ser mandados e seguir regras.
O interessante é que o 4, resultante da soma entre os números 1 e 3 - que formam o 13 - indica justamente o oposto. O 4 gosta de seguir regras e prefere o certo ao incerto. Almeja a estabilidade e não se sente à vontade em arriscar. Prefere seguir um ritmo calmo, com organização, planejamento e praticidade.
Então, o conflito está deflagrado dentro do próprio número 13. Há uma luta entre o risco e a segurança. O 4 é conservador, enquanto o 1 e o 3 preferem o novo, as novidades e a originalidade. O 4 é tradicional; o 1 e o 3 são rebeldes. O 4 gosta de apoio e da presença física das pessoas ao seu redor. Já o 1 e o 3 são independentes, amam a autonomia e um amplo espaço para desbravar. Provavelmente, por reunir em sua simbologia tendências tão opostas, o 13 pode ser considerado um número ambíguo: uns o consideram sinal de mau agouro, outros de boas vibrações.
Ter receio do número 13 pode significar problemas no que tange a ter iniciativa ou otimismo para buscar novas experiências mais prazerosas e criativas - características simbolizadas pelos números 1 e 3. Outra possibilidade é que as pessoas privilegiem um dos extremos desse simbolismo: conservadorismo ou inovação; novidades ou comodidade; coragem de experimentar situações diferentes ou resistência à mudança. Por outro lado, quando a pessoa sabe lidar com a simbologia desse número, ela consegue ter muitas ideias, comunicá-las e tem a determinação de realizá-las. Sabe unir teoria e prática. Consegue viver bem com as regras sociais sem perder sua originalidade, sem reprimir a sua individualidade.

A SIMBOLOGIA DA SEXTA-FEIRA 13

De acordo com a Numerologia, não há nada de especial na sexta-feira 13. No entanto, algumas pessoas podem se sentir desafiadas nessa data. Enquanto o 1 e o 3 - que formam o 13 - querem liberdade, otimismo e festividade, eles geram o sério 4 como número reduzido. E este pede praticidade, perseverança, determinação, planejamento e organização para direcionar melhor a necessidade de criatividade e de diversão dos números 1 e 3. Mas vale lembrar que isso vale para qualquer dia 13, e não apenas para a sexta-feira.
Outro detalhe é que, no Tarot, o 13 é o número do arcano "A Morte". E essa carta representa a necessidade de mudanças, de sair da zona de conforto. Quem não se sente à vontade de mudar hábitos e situações em sua vida, tende a não gostar desta simbologia.
Então, diante desse cenário apresentado a respeito do simbolismo do 13, fica evidente que por trás de medos e superstições existe uma mensagem. A de que é preciso saber arriscar com confiança e planejamento, rumo ao que precisa ser mudado e reestruturado em nossa vida. Tais mudanças pedem coragem e, ao mesmo tempo, pés no chão.

Fonte: http://www.personare.com.br/




sexta-feira, 20 de abril de 2012

Vampiros de energia


     Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por exemplo, esquece a própria vida, abandona os estímulos e as próprias vontades. Muito do que vive, em geral, tem a ver com o desejo e satisfação do outro, numa submissão inconsciente. “Isso porque essa pessoa tem a tendência a acreditar nas críticas e insultos recebidos, sem forças para argumentar”, diz a psicóloga Cora Ferreira, de São Paulo. “A relação afetiva entre essas pessoas impede a rapidez e a clareza da percepção das manipulações e ameaças”.

Segundo Cora avalia, o agressor é normalmente simpático, extrovertido e educado, do tipo que conquista fácil a confiança, mas que tende a ser controlador e hostil. E o agredido se mostra frágil emocionalmente, inseguro e com baixa auto-estima. Desta forma, os dois acabam por formar uma “dupla perfeita” nas suas imperfeições. “A questão da violência emocional acontece por conta dos dois lados. É uma dupla que vai encontrando uma forma de sobrevivência: um abusa para mostrar e sentir-se poderoso, o outro cede porque se sente inferior e culpado - e isto vai se tornando um ciclo vicioso. Alguns gostam de agredir. Outros de apanhar”.

Entre as formas dessa violência que não deixa marca no corpo está humilhar, depreciar, fazer chantagem com cenas melodramáticas e desmerecimentos, levando o outro a crer na culpa, na inferioridade e incapacidade frente a situações como cuidar de si, da casa ou dos filhos.
“Em geral, o agressor minimiza os argumentos do outro e, de forma egocêntrica, aumenta os seus, dizendo que são mais importantes e urgentes. Busca satisfação constante de suas vontades, enquanto responsabiliza o outro pelas questões negativas de suas vidas”, diz Cora, que é especialista em psicoterapia psicanalítica.

Para fugir desse agressor, que usa da força verbal, psicológica e moral para minimizar o parceiro, é preciso primeiro identificá-lo. “Essas pessoas normalmente têm o sentimento de inferioridade encoberto e, para dar conta do mal-estar que sente, dilapida as bases do outro”, explica a psicóloga.

Se ainda assim não é possível enxergar o agressor - o amor bandido às vezes transfigura a realidade - uma boa saída é olhar para si e pensar a respeito dos sonhos, desejos e o tem feito com isso. “Se estiver satisfeita, tudo bem! Mas, e se fica muito infeliz com isso? Com certeza vai ter que dar um basta nesta forma de relação. Se ficar presa à necessidade de satisfação de alguém, sem levar nada de bom, a vida cobra mais pra frente”, alerta Cora. E aí, no meio desse círculo vicioso, a vítima se afasta de parentes e amigos e acaba isolada.

A psicóloga sugere então o diálogo como início de uma nova cara para a relação. Colocar as questões sobre a mesa e lavar a roupa suja são saídas. Outra opção é se aproximar de amigos e familiares que possa confiar e pedir ajuda. “Mas isto é só o primeiro passo, já que as marcas podem ser muito profundas, não só com relação ao que viveu com o parceiro, como também uma decepção pessoal, por ter se prestado a esta vivência, sem ter se libertado para sua vida há mais tempo”, diz Cora.


Vampiros de energia no ambiente de trabalho são figuras comuns. Você certamente convive ou já conviveu com um. Fique atenta: suas dentadas começam com fofocas, competição desleal, intriga e omissão de informação. 
Se tem uma coisa que a convivência com típicos "vampiros" me ensinou, é que não vale a pena ser educada com essas pessoas. Ao detectar um vampiro emocional, seja curta e grossa contra suas investidas. Corte o mal pela raiz, antes que ele ataque o seu pescoço e passe a te rodear sempre à procura de mais sangue.
Tanto no ambiente de trabalho quanto em sua vida pessoal, fuja como o diabo foge da cruz dos tipos listados pelo jornalista Luís Pellegrini, que também te dá dicas de como lidar com eles:
  • 1) O COBRADOR: cobra sempre, de tudo e todos, seja por telefone, email ou ao vivo. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, abrirá as portas para ele atuar. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar por que ele não liga ou aparece? Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.
  • 2) O CRÍTICO: só sabe criticar. Todas as observações são negativas e destrutivas. Vê a vida somente pelo lado “sombrio”. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga não a suas críticas. Nunca concorde com elas. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração.
  • 3) O ADULADOR: é o famoso “puxa-saco”. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de falsas lisonjas e elogios. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da sua aura para lhe sugar a energia.
  • 4) O RECLAMADOR: reclama de tudo, de todos, da vida, do governo, do tempo… Se opõe a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. E o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. A melhor tática é deixá-lo falando sozinho.
  • 5) O INQUIRIDOR: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda, pois já manda mais uma rajada de perguntas. Na verdade ele não quer respostas e sim desestabilizar seu equilíbrio mental, perturbando seu fluxo normal de pensamento. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente, e procure se afastar assim que possível.
  • 6) O LAMENTADOR: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram as suas desgraças. Para sugar a energia da vítima, atacam pelo lado emocional e afetivo. Choram, lamentam, e fazem de tudo para despertar pena. São sempre os coitados. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro: cortando suas asas. Diga que não gosta de queixas, ainda mais porque elas não resolvem situação alguma.
  • 7) O PEGAJOSO: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse “lambê-la” com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa em seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele sugará a sua energia em qualquer uma das possibilidades. Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado e portanto, vulnerável.
  • 8) O “GRILO-FALANTE”: a porta de entrada é o seu ouvido. Fala durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada. Para se livrar, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.
  • 9) O HIPOCONDRÍACO: cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bulas de remédios. Assim, chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois se sente péssimo.
  • 10) O ENCRENQUEIRO: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando-lhe um estado raivoso e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê espaço para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

TEXTO útil enviado por uma vampira psicótica/patológica.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Quando o choro acompanha o orgasmo!


"Quando o choro acompanha o orgasmo!"
Por Dr. Cássio dos Reis

Algumas considerações sobre o aparente paradoxo entre o orgasmo e o choro. Importante considerar que o choro, nem sempre se relaciona com o sofrimento e a dor. Muitas vezes pode significar exatamente a liberação das emoções contidas, necessitando assim de um canal próprio para sua exteriorização.

Muitas são as possibilidades das emoções: as recebimento de coisas boas, a graça concedida, o troféu da vitória, o êxtase contemplativo e o prazer sexual, podendo daí desencadear o choro. A intensidade do orgasmo, faz com que muitas mulheres chorem. Muitas vezes confundindo o parceiro, que normalmente não consegue entender o choro, depois do gozo. As emoções contidas aproveitam e pegam carona no momento do êxtase, e desta forma se liberam, trazendo conforto e prazer, num saudável benefício para o equilíbrio psíquico. Podemos classificar o choro que acompanha o orgasmo em quatro possibilidades:

  • 1º O choro como a expressão de um prazer extremado, tão intenso que chega a ser doído.
  • 2º O orgasmo pegando carona em um sentimento de profundas emoções, desencadeando então um choro profundo, como expressão extrema de felicidade.
  • 3º Algumas mulheres choram porque continuam vivendo inconscientemente a repressão da própria sexualidade. No momento do orgasmo, explodem  as emoções reprimidas e camufladas. Como se autorizassem a sentir aquilo que estava proibido, fazendo alguma coisa que não deveriam ter feito, um conflito entre o desejo sexual e a repressão, mediatizados pelo sentimento de culpa.
  • 4º Considerar ainda o fato de algumas mulheres chorarem no momento do orgasmo, conscientes de que vivem um momento muito feliz, mas com a pessoa errada.




Sabem que o relacionamento não terá a mínima possibilidade de caminhar, embora  entregues emocionalmente. O choro aparece, antecipando o  provável sofrimento. O orgasmo sendo representante de mais uma atribuição. Um prazer que de tão intenso e realizador, pode emocionar  ao ponto de desencadeando o choro. Neste caso, choro de felicidade mesclado a uma resposta psicofisiológica. O orgasmo.


domingo, 1 de abril de 2012

SEXO: As 20 maiores mentiras que contam e alguns acreditam!


          Sexo por si só já pode ser bastante complicado ou por você ou pela complexidade de seu pereiro, pois sempre trazemos bagagens emocionais ou as vezes traumas que as vezes atrapalham uma boa relação. A gente poderia passar sem as lendas que cercam o assunto e que só causam ainda mais confusão na hora H! Parte dessas mentiras são resultado de séculos de uma visão muito moralista e conservadora sobre o assunto. Afinal, se a masturbação era considerada um pecado até pouco tempo atrás, não é de se estranhar que haja tantos fantasmas cercando o sexo solitário. - Quem nunca ouviu falar que se masturbar faz crescer pêlos nas mãos ou que faz o membro crescer como se fosse um músculo? 
Então vamos lá as maiores 20 mentiras contadas sobre o sexo!

1- Todas as meninas sentem dor e sangram na primeira vez
Quanto mais relaxada e lubrificada a garota estiver, menor a chance de sentir dor. Portanto, Dom Juan, se você conseguir deixá-la hipertranqüila, ela pode gemer por outros motivos, não por dor...
Já o sangramento depende do tipo de hímen que a menina tiver. Por causa da disposição dos vasos sanguíneos, alguns hímens não sangram ao serem rompidos. Outros, mais elásticos (chamados complacentes), não se rompem na primeira relação - não havendo sangramento.


2- A mulher tem mais vontade de transar quando está menstruada
Não existe uma regra dizendo quando a mulher tem mais vontade de transar. Algumas sentem mais desejo antes, outras depois e outras durante a menstruação. Algumas mulheres podem sentir-se mais seguras menstruadas, já que as chances de engravidar são menores. Por outro lado, há mulheres que se sentem constrangidas nesse período e evitam qualquer tipo de relação sexual.


3- Ejacular e chegar ao orgasmo são a mesma coisa
Não chame Jesus de Genésio! Ejacular é expelir esperma do corpo. Já o orgasmo é o auge da excitação, a sensação máxima de prazer a que se chega numa relação sexual. Acontece que, no corpo masculino, geralmente a ejaculação e o orgasmo ocorrem simultaneamente. As contrações geradas pelo orgasmo ajudam a desencadear a ejaculação. Apesar de ser mais raro, pode ocorrer ejaculação sem orgasmo e vice-versa.

4- A garota pode engravidar se fizer sexo anal
Só quem faltou nas aulas de anatomia ainda cai nessa. Ao ejacular durante o sexo anal, você deposita esperma no reto da parceira. O reto (e o resto do intestino) não tem nenhuma ligação interna com a vagina, nem com o útero, nem com as trompas.
O espermatozóide não tem como "atravessar" a parede do intestino para chegar às trompas, onde os óvulos estariam prontos para ser fecundados. E também não há como o óvulo "viajar" até o intestino.

A Anvisa  já proibiu a venda de alguns
5- Colocar uma camisinha sobre a outra diminui o risco de gravidez
Truque mais do que furado! Usar dois preservativos ao mesmo tempo provoca muito atrito no látex (borracha da camisinha) e, ao invés de proteger você em dobro, essa tática só aumenta as chances de o material estragar e se romper. O mesmo vale para quem está pensando em usar camisinha feminina e a masculina ao mesmo tempo.

6- Dá para aumentar o tamanho do pênis com exercícios
Desengane: o pênis não é nenhum bíceps que pode ser hipertrofiado com musculação. Não há, até hoje, nenhum tipo de exercício com reconhecimento médico que consiga aumentar o tamanho do dito cujo. Não bote fé nos anúncios de "aumente seu pênis com exercícios".
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inclusive, já andou proibindo a venda de alguns "manuais milagrosos".

7- Excesso de masturbação provoca espinhas
As espinhas são causadas pelo excesso de oleosidade na pele, muito comum na adolescência, ou por problemas hormonais. Portanto, pede pra sua vó contar outra...
A masturbação não tem nenhuma conexão com o funcionamento das glândulas sebáceas (responsáveis pela oleosidade da pele). É óbvio também que se trancar no banheiro com a Playboy não faz nascer pêlos nas mãos, não causa cegueira, impotência...

8- Nenhuma garota engravida na primeira transa
Se você já acreditou nisso e ainda não é chamado de "papai", deu sorte. A partir do momento em que a garota tem a sua primeira ovulação, ela já pode engravidar. Seja na primeira, na quinta ou na vigésima relação sexual. Se a transa for desprotegida e a garota estiver ovulando, as chances de ela engravidar na primeira vez são iguais às de qualquer outra transa.

9- O quadril alarga depois que a menina perde a virgindade
O sexo não muda em nada o corpo de uma garota. Nem o quadril alarga, nem os seios aumentam, nem as coxas engrossam...
O que normalmente acontece é que a menina tem a primeira relação sexual no mesmo período em que as mudanças naturais da adolescência estão ocorrendo. Mas, se ela transar pela primeira vez aos 20 anos, por exemplo, não vai notar diferença nenhuma no seu físico.

10- Sexo oral é sexo seguro
Sexo oral não engravida, tá certo, mas pode transmitir aids e outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), como clamídia, herpes e gonorréia. A infecção ocorre quando a mucosa da boca entra em contato com secreções da vagina ou o esperma.
Para que o sexo oral seja seguro, é necessário usar algum tipo de barreira —como camisinha (no caso dos garotos) e camisinha feminina ou um pedaço de filme plástico (para as garotas).

11- Garotas com seios grandes sentem mais prazer
Não existe a menor relação entre o tamanho dos seios e o prazer que a garota sente.
As de sutiã tamanho 38 podem sentir tanto prazer (ou mais) do que as que usam 44. Não se deixe enganar por aquelas atrizes pornôs de seios gigantescos e que parecem se divertir absurdamente nos filmes. Elas são pagas para encenar isso, esqueceu?

12- A camisinha não impede totalmente a passagem do HIV
Muitos estudos provam que a camisinha é eficiente para barrar o HIV. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos ampliou o látex 2 mil vezes e não encontrou nenhum poro por onde o vírus da aids pudesse passar. Outra ampliou em 30 mil vezes — o suficiente para que o HIV possa ser visto — as 40 marcas de preservativos mais usados no mundo. De novo não foi encontrada nenhuma passagem possível para o vírus.

13- Lavar a vagina com um jato d'água depois do sexo previne gravidez
Lava-rápido só funciona com automóvel. Os espermatozóides ficam tão ligeiros após a ejaculação que, até a menina se levantar e lavar a vagina, eles já entraram no útero. E lá não há jato d'água que alcance...
A única coisa que uma ducha vaginal vai fazer é "empurrar" os espermatozóides retardatários mais para dentro da vagina, aumentando a chance de acontecer a fecundação.

14- Quem se masturba demais tem ejaculação precoce
A ejaculação precoce geralmente está relacionada à ansiedade e à falta de experiência. A masturbação não tem nada a ver com isso. Aliás, alguns especialistas até indicam exercícios envolvendo a masturbação como um tipo de treino para aqueles que entram em campo muito ansiosos na hora de um jogo oficial.
É a técnica do stop-start, em que você pára de se masturbar assim que sentir que está a ponto de ejacular — e começa tudo de novo depois.

15- O tamanho do pênis é proporcional ao tamanho do pé
Desfilar com uma lancha nos pés pode ser uma baita propaganda enganosa.
Várias pesquisas já tentaram provar a relação entre o tamanho do pênis e outras partes do corpo (pés, mãos, nariz, etc.) — e nenhuma conseguiu provar nada!
Não há nem sequer proporcionalidade entre o tamanho do pênis em estado flácido e ereto — um pênis "pequeno" quando flácido pode ficar maior do que um "grande" quando os dois ficam duros.

16- Se não perder a ereção, você pode usar a mesma camisinha no "segundo tempo"
Ser pão-duro nessas horas? Se você ejacular na primeira transa, o reservatório da camisinha vai ficar cheio de esperma. Mesmo que você não perca nem um pouquinho da ereção, as chances de o sêmen vazar na segunda rodada são grandes. Além disso, o líquido funciona como um lubrificante interno do preservativo. É bem capaz que ele escorregue e fique dentro da vagina, sem que o casal perceba imediatamente. Aí a camisinha não vai ter servido para nada.

17- Você pode pegar DST nadando na mesma piscina que alguém contaminado
Como o próprio nome diz, as DSTs são doenças sexualmente transmissíveis, ou seja, são passadas durante o sexo pelo contato entre as mucosas, dos fluidos seminais, vaginais ou do sangue.
Se você estiver mesmo só nadando na piscina, não tem como se contaminar. Agora, transar dentro d'água traz os mesmos riscos que no seco — tanto de DSTs como de gravidez.

18- A saliva pode ser usada para lubrificar melhor a camisinha
A idéia parece incrível, mas é outra grande roubada. A saliva estraga a borracha da camisinha, tornando o seu rompimento mais fácil. Por outro lado, a falta de lubrificação aumenta o atrito com o látex, corroendo o material. A solução é ter sempre a mão um lubrificante à base d'água — que não destrói o preservativo, nem causa irritação na mucosa vaginal ou anal.

19- Se você urinar depois de transar não corre o risco de pegar DST
Ir ao banheiro após a transa só serve mesmo para aliviar a bexiga. A urina não leva vírus e bactérias para fora do organismo. Apesar de absurda, tem muita gente que acredita nessa lenda. Uma pesquisa feita pelo Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, em 2000, mostrou que 38% dos entrevistados achavam que urinar era uma forma de se proteger contra doenças venéreas.

20- Homens com pênis comprido dão mais prazer às mulheres
É só seguir a lógica: se a parte da vagina que tem mais sensibilidade está no seu primeiro terço, o que adianta o tamanho "extra", que vai além disso? Isso sem contar que a maioria das mulheres atinge o orgasmo com a estimulação do clitóris — um pênis bem comprido não garante nada nesse sentido... Pelo contrário: pênis muito longos podem até causar desconforto à mulher durante a penetração. 


Veja também este interessante documentário sobre: A Vida No Futuro - O Futuro Do Sexo.

Imagine em um futuro não muito distante: Orgasmos provocados com um dispositivo por controlo remoto. Um exame cerebral que detecta a presença do amor. Festas onde se pode conferir o DNA de parceiros em potencial. E até amantes robôs! O futuro do sexo vai pegar fogo!!
FONTE: O Guia dos Curiosos - Sexo, Marcelo Duarte e Jairo Bouer, Companhia das Letras, 2001Consultoria: Cláudio Emílio Bonduki, doutor em medicina pela Unifesp e médico-assistente do Departamento de Ginecologia da universidadeFonte: JL/Fernanda Wendel - Youtube.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Orgasmo Feminino: Mulher Ejacula?



NOVA POSTURA FEMININA
Dr. Drauzio Varella
Transtornos na área da sexualidade afetam homens e mulheres. Eles, de certa forma, estão mais acostumados a tratar do assunto e, embora muitos retardem o quanto possam a visita ao médico, a maioria acaba buscando orientação.
Com as mulheres, o problema se desenvolveu de modo diferente. Fatores culturais, religiosos, morais e de educação influenciaram – e ainda influenciam – sua maneira de entender e praticar o sexo. Se considerarmos que em algumas comunidades a amputação do clitóris é costume preservado ao longo dos tempos, podemos perceber quão profundas podem ter sido essas influências no imaginário feminino.
As mulheres antigas raramente se referiam às suas dificuldades sexuais. Hoje, essa atitude mudou e muitas se queixam de não estarem sexualmente satisfeitas. Estudos realizados pelo ProSex, Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, permitem identificar três tipos principais de queixas: falta de desejo, incapacidade de atingir o orgasmo e dor durante a relação.
Essa mudança de comportamento tem sido fundamental para enfrentar as dificuldades que sempre existiram no universo feminino. Entretanto, além da ajuda profissional, é preciso estimular a intimidade entre os parceiros para que juntos possam descobrir o que traz mais prazer a cada um deles.
FALTA DE DESEJO
Drauzio – Muitas mulheres se queixam da falta de desejo sexual. Esse é um fenômeno inerente à vida moderna ou as mulheres antigas só não exteriorizavam essa queixa?
Carmita Abdo – Acho que a diferença está em que as mulheres antigas não se queixavam, mas as de hoje não só se queixam como procuram tratamento uma vez que, parceiras naturais dos homens, sentem que a eles têm sido oferecidas melhores oportunidades para cuidar de suas disfunções sexuais.
Drauzio – Em que faixa etária isso é mais comum?
Carmita Abdo – A falta de desejo é mais comum nas mulheres mais velhas. Em contrapartida, a ausência de orgasmo, isto é, a dificuldade de sentir prazer pleno, é mais frequente na juventude, em geral, na época da iniciação sexual. O importante, porém, é reconhecer que em qualquer fase da vida a mulher pode passar por problemas sexuais.
DISFUNÇÃO ORGÁSMICA
Drauzio – Qual sua visão a respeito da dificuldade feminina de atingir o orgasmo?
Carmita Abdo
Carmita Abdo – A mulher tem dois pontos de excitação em sua genitália: o clitóris e a vagina. O homem tem um só e desde criança aprende que por meio da estimulação do pênis vai chegar ao prazer.
Na masturbação, a mulher aprende a excitar-se clitoridianamente. Quando começa a fazer sexo com um parceiro, acha que deve mudar de local e atingir o prazer na vagina pela penetração. Nem todas conseguem. Além disso, o fato de buscar o orgasmo vaginal simultâneo ao do parceiro atrapalha muito as mulheres na obtenção do prazer.
No Brasil, há dados sobre isso. Um terço de nossas mulheres nunca atingiu o orgasmo por penetração nem por autoestimulação; um terço alcança o orgasmo vaginal e o clitoridiano e um terço não consegue ter orgasmo dentro da vagina. Infelizmente, embora não se sintam satisfeitas ao término da relação sexual, a imensa maioria das que não atingem o orgasmo, nada revela a seus parceiros.
O mais importante, porém, não é a falta da satisfação. A ausência de orgasmo pode ser sinal de problemas orgânicos mais sérios como deficiência hormonal, depressão, diabetes ou disfunções glandulares como o hipotiroidismo e o hipertiroidismo. Vale também citar certas posturas culturais (a educação repressiva é uma delas) que podem repercutir no desempenho sexual da vida adulta.
A mulher deve estar sempre atenta a suas dificuldades sexuais, pois podem representarum marcador de sua saúde. Por isso, é necessário considerar o problema de forma mais ampla e pesquisar as possíveis causas da disfunção orgásmica.
MASTURBAÇÃO FEMININA


Drauzio – A masturbação feminina é um tema coberto por um manto negro e do qual pouco se fala. Por quê?
Carmita Abdo – No Brasil, um estudo realizado no ano 2000 demonstrou que 52% das mulheres admitem que praticam masturbação. É um índice baixo se comparado com o dos homens que, quase em sua totalidade, declaram masturbar-se como forma de resolver a demanda sexual na falta de uma parceira.
Para muitas mulheres, entretanto, a masturbação representa algo pecaminoso, incorreto do ponto de vista moral e que pode até prejudicar seu corpo. Trata-se de um tabu que contaminou o imaginário feminino.
Drauzio – Não aprender a masturbar-se – uma vez que o prazer sexual envolve um aprendizado também – pode ter repercussões na vida da mulher mais tarde?
Carmita Abdo – Esse é um ponto importante. O homem aprende desde garoto a permitir-se o prazer pela masturbação. Quando a adolescência chega, está mais treinado, mais trabalhado do que a menina que só então, timidamente, começa a descobrir seu corpo, imaginando que precisa estar pronta no momento do encontro erótico e afetivo para não constranger o parceiro com sua inexperiência. Ela exige muito mais de si própria, o que dificulta seu desenvolvimento e o prazer sexual.
Há, ainda, outros aspectos importantes no comportamento feminino. A menina quer ser bonita, atraente. Fica dividida entre preparar-se para o sexo e estar interessante para o companheiro. Esse é outro fator que interfere na falta de prazer das mulheres. Na hora da relação, concentram-se mais na própria performance e em como o parceiro as vê do que no sexo propriamente dito. E o parceiro não está vendo nada. Está envolvido no ato que pratica, está excitado e completamente voltado para o prazer sexual. Sua escolha já foi feita e não é nesse instante que vai avaliar os encantos daquela mulher. Nesse momento, só lhe interessa que o ato seja agradável e a parceira, compensadora. Por isso, as mulheres estão sempre defasadas, sempre alguns minutos atrás do homem, porque foram educadas assim. No entanto, segundo atestam as evidências do Projeto de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, essa realidade está mudando.
PRO-SEX: PROJETO DE SEXUALIDADE
Drauzio – Explique como funciona esse projeto.
Carmita Abdo – Trata-se de um projeto multidisciplinar que envolve psiquiatras, psicólogos, ginecologistas, urologistas, terapeutas educacionais e educadores. É um serviço gratuito oferecido à comunidade que põe à disposição de todo o Brasil, de segunda à sexta-feira em horário comercial, o telefone 0800-162044l e o site www.portaldasexualidade.com.br Além disso, oferece um programa de assistência, diagnóstico e acompanhamento para as pessoas que nos procuram com algum problema sexual.
No início do projeto, há 10 anos, a proporção de consultas era de sete homens para uma mulher. Hoje, são dois homens para uma mulher. Pode-se pensar que o interesse masculino tenha diminuído. Ao contrário, eles continuam nos procurando cada vez mais. Para dar uma ideia, são realizadas 1200 consultas por mês: 800 homens e 400 mulheres. O interessante é que o grupo feminino é constituído basicamente por mulheres mais jovens.
FISIOLOGIA DO ORGASMO
Drauzio – Fale um pouco sobre a diferença entre a fisiologia do orgasmo sexual masculino e a do orgasmo sexual feminino, pois nessa diferença parece residir grande parte dos desacertos.
Carmita Abdo – A resposta sexual tem quatro etapas. Começa pelo desejo, passa para a excitação que vai crescendo, chega ao orgasmo e termina num período refratário chamado de resolução. O desejo no homem é muito precoce e ele atinge o pico de excitação em pouquíssimo tempo. A mulher precisa do contato físico para passar da primeira para a segunda fase.
O homem é visual, a mulher é tátil e aí começa a defasagem. Se ele é inexperiente, um ejaculador precoce ou apresenta uma disfunção erétil conhecida como impotência, não vai conseguir compor-se com a mulher e esperar que ela chegue ao pico de excitação e ao orgasmo. Muitas vezes, quando ele está terminando, ela está apenas no começo e não teve sequer a oportunidade de comunicar-lhe o que a agrada ou não. Além disso, quase sempre se cala para não constranger o parceiro nem deixá-lo em situação difícil.
É uma questão de tempo. Um tem de esperar o outro. Como é difícil para a mulher adiantar-se, determinar esse compasso caberia ao homem, pois, teoricamente, estaria mais apto para atrasar-se. Na prática, porém, é comum isso não acontecer, porque ele não está suficientemente preparado nem disponível para essa espera. Por outro lado, frequentemente, ele não sabe o que se passa com a parceira porque, por medo de perdê-lo em virtude da incapacidade de estabelecer sincronia, ela nada lhe diz.
É importante que os homens tomem conhecimento desse fato e propiciem às mulheres a oportunidade de falar. Perguntem. Quem sabe, assim, passemos a falar mais antes do que durante o ato sexual.
No Brasil, metade dos homens e das mulheres tem problemas sexuais. A disfunção sexual é um problema de saúde pública e, quanto mais precocemente for tratada, menos desajustes sérios provocará no casal.
OCORRÊNCIA DE PROBLEMAS SEXUAIS
Drauzio – Você disse que 50% dos homens e 50% das mulheres têm problemas sexuais. O que quer dizer isso exatamente?
Carmita Abdo – No Brasil, 30% das mulheres já confessaram que não têm orgasmo; 35%, que têm alguma dificuldade de sentir desejo e 21%, que sentem dor na relação sexual. Claro que esses não são números isolados. A mesma mulher pode manifestar os três sintomas simultaneamente e isso perfaz 49%.
E os homens? Pode-se dizer que 46% deles apresentam algum grau de disfunção erétil. Em alguns casos, a disfunção é mínima, ou seja, o indivíduo tem dificuldade de manter o pênis rijo como gostaria ou como já foi um dia. Noutros, a disfunção é moderada. Apesar da perda significativa da ereção, esses conseguem realizar ato sexual pleno com penetração. Por fim, há os casos de disfunção completa, ou seja, ausência total da capacidade eretiva, o que impede completamente a relação. Esses casos estão assim distribuídos: 2,5% têm disfunção completa; 30% apresentam falta parcial e o restante, disfunção mínima.
A idade costuma ser um fator agravante para os homens. Para dar uma noção, aos 40 anos, 1,2% deles tem disfunção completa; aos 70 anos, 12%.
REPERCUSSÕES PSICOLÓGICAS DA FALTA DE ORGASMO
Drauzio – Quais são as repercussões psicológicas da falta de orgasmo na mulher?
Carmita Abdo – Primeiro, é preciso pensar que nem toda mulher exige o orgasmo e que para muitas nem mesmo o sexo é prioritário em suas vidas. No entanto, atualmente, a grande maioria começa a desejar obter o prazer máximo. Se é no clitóris que consegue a sensação, deve explicar a seu parceiro, porque o orgasmo provoca satisfação e relaxamento. A falta de descarga orgástica dificulta a liberação da tensão sexual acumulada e torna a mulher mais irritadiça e de relacionamento interpessoal mais difícil.
Por isso, insisto que as mulheres não devem ficar se cobrando o orgasmo intravaginal simultâneo. Diria mesmo que ele é quase um mito, pois é muito difícil duas pessoas chegarem ao mesmo tempo ao fim do ato sexual todas as vezes que se relacionam. Quando isso acontece, é motivo de festa, de comemoração.
Drauzio  Para alguns casais, essa incapacidade de atingir o orgasmo simultâneo é motivo de frustração. No final, que importância isso tem?
Carmita Abdo – Não tem nenhuma importância. O que se espera é que haja companheirismo e parceria até o término do ato sexual. Dessa forma, o que atingiu primeiro o orgasmo deve continuar estimulando o parceiro para que também chegue ao prazer perfeito.
Onde as coisas se complicam? Quando um dá por terminada a relação sem se importar com a satisfação do outro. Muitas vezes, a mulher precisa masturbar-se após o ato sexual, porque o companheiro terminou antes, virou de lado e não se preocupou com o que estava acontecendo com ela. Nesses casos, é comum ela insistir no orgasmo simultâneo como forma indireta de mostrar que ele precisa aguardá-la. Para os homens que estejam bem sexualmente é mais fácil manter esse controle. Se apresentam ejaculação precoce ou disfunção erétil, o caso muda de figura.
MULHERES: MAIS SELETIVAS NA ESCOLHA DO PARCEIRO
Drauzio – Na adolescência, a maioria dos homens passam a demonstrar interesse indiscriminado pelas mulheres. As meninas, ao contrário, são muito mais seletivas. Você não acha que essa diferença de comportamentos cria uma expectativa em relação ao sexo que pode explicar tantos desencontros?
Carmita Abdo – Sem dúvida. Os hormônios sexuais, a educação que recebem e a expectativa social que recai sobre os homens, tudo é muito diferente do que acontece com as mulheres. Para eles, já na adolescência, o sexo é permitido e seu interesse pela atividade sexual, valorizado. Apesar da evolução dos costumes, para a mulher não é dado o mesmo estímulo na infância e ela não goza desse tipo de liberdade nem na adolescência nem na vida adulta. Caso esteja disposta a estabelecer relacionamentos mais fáceis é chamada, no mínimo, de vulgar. Consequentemente, fica mais seletiva. Se isso é bom ou ruim, só a vida vai mostrar. Para algumas, ser seletiva combina com sua personalidade. Para outras, exige muito controle e repressão porque, na verdade, gostariam de ser mais livres para expressar sua sexualidade.
Um fato, porém, tem chamado a atenção. As pesquisas vêm demonstrando que, ao contrário do que acontecia antigamente, quando as mulheres que se preservavam eram as preferidas, alguma experiência faz parte das exigências masculinas em relação às suas parceiras.
FISIOLOGIA DO ORGASMO
Drauzio – Você poderia explicar a fisiologia do orgasmo?
Carmita Abdo – O orgasmo não se limita aos órgãos genitais. É uma sensação que toma o corpo todo e começa no cérebro através do desejo, que é estimulado pelos órgãos dos sentidos e pela imaginação. É no cérebro que a pessoa se libera para o ato sexual.
A pele, o maior órgão sexual que possuímos, desempenha papel importante nesse processo. Estimulada, faz com que uma série de neurotransmissores entrem em ação e transmitam informações aos genitais para que sejam liberadas secreções visando à lubrificação do local. Os músculos relaxam, o corpo fica alerta, a respiração mais acelerada e o coração bate mais forte a fim de irrigar a zona onde a excitação é mais intensa.
LUBRIFICAÇÃO E EXCITAÇÃO
Drauzio  A lubrificação é diretamente proporcional à excitação?
Carmita Abdo – A mulher que não se excita, geralmente, não se lubrifica. Nas idades mais avançadas, a lubrificação pode ser prejudicada pela queda na produção dos hormônios femininos, mas, numa mulher de 30 anos, por exemplo, será diretamente proporcional ao estímulo recebido e serve para indicar se a vagina está pronta para receber o pênis em seu interior. Essa é uma dica importante para os homens. Se a mulher não está suficientemente lubrificada, deve continuar sendo estimulada com beijos, abraços e toques corporais para facilitar a penetração e a excitação intravaginal.
ORGASMO CLITORIDIANO E VAGINAL


Drauzio  Qual a diferença entre a fisiologia do orgasmo clitoridiano e a fisiologia do orgasmo que a mulher atinge por penetração?
Carmita Abdo – A fisiologia é praticamente a mesma, apenas a mulher tem dois pontos em que pode excitar-se. Não há uma via específica que encaminha para um local ou outro. Acontece que, às vezes, elas aprenderam a excitar-se no clitóris e fica difícil transportar essa forma de obtenção de prazer para dentro da vagina. Como esse assunto faz parte de nosso trabalho, ouvindo o depoimento de muitas mulheres, parece que o orgasmo dentro da vagina é mais amplo e espalha-se pelo corpo de forma mais intensa. O clitoridiano é mais silencioso, mais restrito, até porque é o orgasmo que a menina, durante a adolescência, praticou às escondidas, reprimindo qualquer exteriorização mais evidente. Essa característica da autoerotização feminina, leva a mulher a exercer certo controle sobre esse tipo de prazer.
PONTO G: EXISTÊNCIA CONTROVERTIDA


Drauzio – O ponto G é assunto discutido em todas as revistas femininas, não é?
Carmita Abdo – Muito se discute hoje se existe ou não o tal ponto G, local mais enervado e vascularizado dentro da vagina onde é maior a possibilidade de prazer. Pergunta-se também se a glande masculina terá sensibilidade para encontrar esse ponto. Segundo os anatomistas, a penetração profunda não o estimula, porque ele se localiza na parede anterior do terço inferior da vagina. Imaginando a mulher deitada de costas, ele estaria mais próximo do umbigo do que do ânus.
Teoricamente, a penetração profunda não favorece a excitação do ponto G. É necessário estimular o terço inferior da vagina para aumentar o prazer da mulher.
Por outro lado, a borda da vagina também é muito excitável. Se o homem tiver tranquilidade suficiente para excitar essa região e, só depois, pouco a pouco ir penetrando, além de propiciar maior prazer à mulher, estará oferecendo-lhe a oportunidade de aprender a explorar o prazer intravaginal. Às vezes, porém, ele se excita demais, não consegue controlar a situação e perde a continuidade do ato. Como se vê, fazer sexo é uma questão de treino para ambas as partes.
EJACULAÇÃO FEMININA
Drauzio – Muitos homens esperam da mulher, no momento do orgasmo, um fenômeno semelhante ao da ejaculação masculina.
Carmita Abdo– Algumas mulheres, em virtude do orgasmo vaginal intenso, liberam muito líquido durante o ato sexual. Muitas vezes, elas relatam que ficam completamente molhadas e chegam a levantar a hipótese de que tenham urinado. Cerca de 10% das mulheres apresentam esse tipo de ejaculação. Quem não tem, não precisa preocupar-se, porque basta a lubrificação para garantir desempenho sexual bastante satisfatório.
Esse fenômeno seria resquício da semelhança existente entre os genitais masculinos e femininos na fase embrionária, já que eles só se diferenciam completamente ao longo do desenvolvimento intrauterino.



fontes: drauziovarella.com.br e YouTube

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