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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

PERGUNTAS MAIS FREQUENTE SOBRE AS OBRAS LITERÁRIAS DE HENRIQUE MUSASHI

Depois de reiteradas perguntas, dúvidas naturais, sobre as publicações (e isso é ótimo, pois significa interesse da parte do leitor), decidi fazer este post para melhor responder as perguntas mais frequentes dos leitores e leitoras.


COMO ADQUIRI-LOS? – Os livros são adquiridos diretamente pelo site da editora Clube de Autores. A forma de pagamento pode ser efetuada pelo boleto bancário ou por qualquer cartão de crédito;

É SEGURO COMPRAR POR ESTA PÁGINA NA INTERNET? – Sim! Só aceitei trabalhar com esta editora devido a sua seriedade e compromisso com os clientes/leitores. Os livros são entregues via correio e nunca soube de nenhum problema na entrega de nenhum volume ou de reclamação de clientes;

OS LIVROS SÃO VIRTUAIS (e-book, e-pub)? – Não! Os livros são impressos de forma convencional (offset), ou seja, no papel, pois nada mais gostosos do que o cheiro de um livro novo em nossas mãos. Não disponibilizamos e-book ou e-pub até para evitar a distribuição pirata/gratuita em prejuízo dos direito autorais;

OS LIVROS PARA ADULTOS (+ 18 ANOS) SÃO DE “SACANAGEM”? – Não, as “cenas” de intercurso de natureza sexual estão dentro de um contexto legítimo (não de forma gratuita e sem sentido) assim como em uma novela da TV. Os livros para adultos retratam, de forma realista, o cotidiano das relações normais (ou anormais) entre pessoas, mas sempre trazem uma “função social” de fazer pensar, questionar, expor problemas sociais e ideias para a solução dos mesmos... São para maiores por conta que o conteúdo é adulto e não para crianças. Então, obedecendo a lei, estipulamos uma idade mínima por motivos lógicos;

SÓ TEM LIVROS PARA ADULTOS? – Também tenho livros para o público infanto-juvenil, da série HISTÓRIAS QUE ENSINAM: “O Tigre e a Princesa”, “O Senhor das Máscaras”, “Uma Fábula e um Conto” , "O Elefante e a Anaconda" e outros virão... E todos adequados para o seu devido público. Na sinopse é dita para qual público é indicado;

SOBRE O QUE ESCREVO? (GÊNEROS LITERÁRIOS)  são vários os "meus" gêneros literários : conto, crônica, fábula, poesia, romance/novela e coaching. Veja a lista de livros separadas por gênero clicando neste link!

     POR QUE OS PREÇOS DOS LIVROS VARIAM? – Varia pelo número de páginas, quanto maior o número maior o preço do volume. No site você poderá observar o número de páginas edição;

     POR QUE NÃO FAZ MAIS PROMOÇÕES?  É a própria editora quem decide quando vai haver promoções. O autor é apenas comunicado quando a empresa o faz, e faço questão de comunicar quando elas acontecem. Se você fizer o cadastro gratuitamente na página da editora você também irá receber um comunicado sobre promoções e outras novidades;

     PODE ME DAR UM LIVRO (DE GRAÇA)? – Bem que eu gostaria de poder dispor de alguns volumes para distribuir para amigos e parentes. Mas meu contrato, com a editora, não me dá o direito de receber livros para a distribuição, já que eles se encarregam da distribuição e venda – recebo apenas os direitos autorais, pois não pago por este serviço. Mando para editora o livro pronto (diagramado, corrigido, capas e etc.) e eles se encarregam da impressão e distribuição dos volumes, mediante a demanda, ou seja, não tenho livros impressos comigo.



     * OUTRAS PERGUNTAS  irei postar à medida que forem sendo feitas e respondidas! Você tem alguma pergunta?
  
* Ah! E não deixem de dar uma olhadinha nas sinopses e folear as primeiras páginas dispostas no site da editora: https://clubedeautores.com.br/authors/70473

Grato por sua atenção e carinho de todos!


C. Henrique Musashi C. Ribeiro



terça-feira, 28 de março de 2017

A ARTE DE APRECIAR E OUVIR SEM FAZER JUÍZO DE VALOR


A ARTE DE APRECIAR E OUVIR SEM FAZER JUÍZO DE VALOR
Por Henrique Musashi, Aracati, 24 março de 2017.


“Examinai todas as evidências, retende o que é bom. Afastai-vos de toda a forma de mal.” [I Tessalonicenses 5:21-22]



Na literatura cristã, Paulo, apóstolo do Cristo, em uma de suas famosas admoestações, nos aconselha a "reter o que for bom e dispensar o que não for".
Já imaginou se você ou eu fôssemos apreciar uma música, uma peça de teatro, ir a uma galeria de arte, ouvir uma palestra, ou qualquer outro evento cultural, levando-se em consideração o detalhe da vida pregressa do protagonista de tal exibição ou evento?
Nós não aceitaríamos ver uma tela do famoso pintor maluco que cortou a orelha (Van Gogh), ouvir alguns dos grandes nomes da MPB, nem de forró, nem de música gospel e nem de outro ritmo. Nem leríamos a maioria dos livros que conhecemos. Nem aceitaríamos o estender da mão de um conhecido e, possivelmente, nem a nossa ajuda seria aceita e nem nossas palavras seriam ouvidas ou respeitadas pelo mesmo motivo.
Julgar, desmerecer, toda vida de uma pessoa por conta de um detalhe na trajetória ou vício (...) é algo imbuído do maior câncer que se pode ter – o orgulho, o "câncer da alma". Até nós seríamos pegos nessa "peneira". Pois, em algum momento, agimos de forma nociva para nós mesmos ou a outrem. Nestes momentos vem a minha memória a parábola do Fariseu e o Publicano:

Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava em seu íntimo: ‘Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: roubadores, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este cobrador de iii. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho’. Entretanto, o publicano ficou à distância. Ele sequer ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, confessava: ‘Ó Deus, sê benevolente para comigo, pois sou pecador’. Eu vos asseguro que este homem, e não o outro, foi para sua casa justificado diante de Deus. Porquanto todo aquele que se vangloriar será desprezado, mas o que se humilhar será exaltado! [Lucas 18:9-14]

Redundante seria explicar a citação acima retirada do Evangelho, tão clara, dispensa dizer do contraste da arrogância do “justo” e, respectivamente, a humildade do declarado pecador.  Olhando assim podemos nos encontrar nesta condição de “justos farisaicos” em nossa pressa de instantaneamente julgar e condenar sem oitiva e sem a devida competência, mas nos achamos na universal jurisdição de assim procedermos, principalmente nas redes sociais onde já foram principiados atentados a vida e a moral de pessoas comuns. Como já disse, em outro livro:

Nada contra o WhatsApp, que é mais uma ferramenta ágil de comunicação que uso para meus negócios e comunicação urgente, mas não me apego a aquele “mi-mi-mi” desenfreado. E quando estou tomando minha cervejinha gosto de falar com gente que esteja perto, sentados a mesma mesa, dentro da mesma conversa presencial. Também não considero o Facebook uma coisa do mal, um “instrumento do demônio” como afirmam os "crentes" mais afoitos. Uma faca, uma pá, o próprio face, por exemplo, são apenas ferramentas em seus termos. O problema está em quem faz uso errado destas. Até uma linda rosa, em mãos dolosas, pode ser um instrumento para fazer o mal. [Prosa Crônico - Axiomaticamente Amigo]  

Não por culpa da tecnologia, mas a evolução tecnológica ainda não nos atingiu em nossa evolução pessoal/humana. Ao invés disso, mediante a ausência atrevida (ao falar de longe), nos deu “combustível” para o nosso preconceito covarde. A violência se atenuou pela materialização de nossos pensamentos mesquinhos, principiando pela violência de nossas palavras de nossa mentalidade involuída em julgar de maneira tão promíscua - sem critérios. Lembre-se que vício é o contrário de virtude e, vício, não se limita apenas ao uso constante de substancias tóxicas ao nosso corpo, mas fofocar, falar mal, fazer "juízo de valor" sem conhecer, rotular, gula, ódio, avareza, infidelidade e outros maus costumes a que todos estamos sujeitos, também são vícios, mesmo que nós possamos fazê-lo sem consumir nenhuma substância prejudicial ao organismo.    
Existe uma fronteira muito tênue entre o egoísmo e o amor-próprio. Existe um perigo inerente de confundirmos facilmente este "solisticismo" com o "saudável respeito que temos por nós mesmos". Isso nos outros, porque, em nós, não enxergamos nada de errado. E na pressa de sermos justos, imbuídos de nossas paixões e ideologias, esquecemo-nos de ser caridosos e exercer nossa tolerância. E “tolerância é você dar aos outros seres humanos todo o direito que você reivindica para si mesmo”, mas alguns ainda acham que tolerância tem apenas que partir de terceiros, na obrigação de acatar, aturar e gostar de suas ofensas. Mas, infelizmente, temos que lidar com o fato de que tacanhos convictos são tão resistentes em receber e aprimorar educação comportamental, (civilidade), quanto um alcoólatra é  resistente à anestesia local.
E mesmo nós, que não nos consideramos tacanhos, temos nosso momentos de chatice, mas que sejam apenas momentos de nossa fragilidade humana e não uma constante atitude. E tudo que podemos fazer é ser tão pacientes com os momentos alheios o quanto gostaríamos que os outros fossem conosco em nossos momentos de chatice, mesmo que isso não seja reciproco.

Sejamos donos de nossa paz e não permitamos que outros determinem nosso comportamento por meio de meras provocações. É só lembrar-se do que diz em Provérbios 26:4 e 11: “Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia; para que também não te faças semelhante a ele (...). Como o cão torna ao seu vômito, assim o tolo repete a sua estultícia.”

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