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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

CRÔNICA PARA TODOS OS NATAIS E ANOS QUE VIRÃO


Crônica do livro "Social Carrasco", por Henrique Musashi Ribeiro
  
Dizemos que parente ninguém escolhe, mas agregados sim, mesmo que a contra gosto dos demais. Talvez, por isso, digam que o Natal é dia de esquecer tudo em nome de algo maior. Mas que algo maior é este? Seria possível alguém me responder sem falar hipocritamente ou sem os velhos chavões natalinos que, geralmente, são da boca pra fora? Seria possível?
No entanto acredito que o amigo leal é o parente que escolhemos, seja este consanguíneo ou não. E neste solstício de dezembro é possível promover uma paz sincera e verdadeira plantada, não agora ao redor de um peru e panetone ao lado de gente que não nos suporta, ou não suportamos, mas semeada ao longo do ano com algo chamado de respeito e consideração. Aquele mesmo que queremos pra nós e deveríamos dividir com o próximo todos os dias do ano. Só assim, então, no Natal, nos reuniríamos em ação de graças para confraternizar com as mesmas pessoas, e outras que cativamos, e dessa vez iremos festejar de maneira diferente, fazendo o velho exame de consciência e pensando no que poderíamos ter feito de melhor, para quando olharmos para trás possamos novamente experimentar o prazer de nossas atitudes positivamente corretas.
Tenho certeza que assim seremos menos insuportáveis, seremos e teremos um fardo mais leve. Seremos até mais atraentes, diremos menos idiotices e grosserias durante o decorrer do ano. Ficaremos ansiosos por nos achegar ao outro, falar e ouvir as novidades em meio a um papo gostoso e sadio, sem aquelas velhas alfinetadas ou pabulagens repulsivas que apenas afastam as pessoas de nós. E o convite, para a ceia ou réveillon, será recebido com honra e não com constrangimento, pois não será necessário inventar um desculpa para ir embora mais cedo ou, simplesmente, para não aparecer nas “famosas reuniões familiares”, onde se fazem cara de paisagem, aquela mesma cara que se faz na sala do urologista, regada a fingimento, onde nada pendente foi resolvido de maneira sincera, sadia e honesta. E terminamos por fingir gostar de pessoas que não suportamos. E acabamos por atiçar a raiva e o desgosto daquele que apertamos a mão, mas nem olhamos nos olhos. Ou você achar que aquelas saudações ‘desinchavida’, de três segundos intermináveis, apagará o rastro de titica que deixamos no caminho do outro durante o ano?
Não precisa ser natal ou réveillon, podemos começar este tempo do advento hoje, para que o nosso ano seja realmente novo a partir de agora, pois do contrario será apenas uma nova recontagem de dias, semanas e meses até chegar mesma festa onde nada e novo, a não ser a roupa que você estará usando e as promessas que costumamos fazer e não cumprir.
Eu acredito que o ser humano é capaz de surpreender, de maneira positiva, quando quer. Surpreender de maneira negativa, a tal da vingança, todo mundo sabe e já é comum e nem nos surpreende mais.
Desejo a vocês, que está lendo, esta minha sofrível crônica, um Feliz Natal e Um Prospero Ano Novo que pode começar já, que o AMOR seja, principalmente, sinônimo de PAZ na vida de todos nós... E nossas escolhas reflitam a sabedoria da Grande Força’ que rege o Universo. E possamos fazer sempre a atitude certa com o nosso próximo e consequentemente com a nossa casa chamada Planeta Terra.


Atenciosamente


Henrique Musashi Ribeiro



Social Carrasco

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sábado, 19 de dezembro de 2009

DOCE ENCANTO


DOCE ENCANTO
DE: Henrique Musashi Ribeiro - 19/12/2009

Pra onde mando aquelas flores agora?
Se não tenho vosso endereço
Agora  teu busto povoa meus pensamentos
em um discreto negligê em fenício ambiente 
onde  soltos estavam teus cabelos,
pois que te preparavas para teu doce repousar
Hoje, certamente contigo irei dormir 
em minhas lembranças duradouras
Se já que me encontro perdido 
pela doçura de teus olhos
e pela textura de teus lábios 
que parecem ser tão doces 
que o mais doce morango dos pampas
Imaginei por segundos o odor de tuas madeixas
Meu doce encanto...

Teu rosto é a moldura perfeita 
das jóias que da cobiça do meu peito
Me refiro sequioso aos teus olhos e a tua boca.
Ai de mim que não me engano pelas vistas
não sei se nesta vida,
mas já te vi em outro lugar.

Sou às vezes seco e sem lirismo
Não corro atrás do vento
como tolo valete que anda atrás 
de olhares e rostos bonitos
Nem jogo confete fora e nem faço graça
a toda menina que passa 
contigo foi diferente...
GUARDA ESTE MEU SEGREDO!
Minha doce me leide!

Mas pra onde mando aquelas flores?
O que faço com a lembrança
de teus cabelos repousando sobre colo
de teu negligê?
Com a lembrança do rubro de tua boca
E da luz de teu olhar?
E as rosas vermelhas que tenho pra te dar...
Pra onde mando...
Comigo elas irão murchar! 






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