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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

SOU NORDESTINO!


"SOU NORDESTINO" poema/letra (embolada) de:
Henrique Musashi Ribeiro - Em, 03/12/1996.


Sou nordestino,
mas moro aqui desde menino
cresci vendo meu pai,
de mãos calejadas, me sustentando na base enxada
deu quase tudo que eu queria,
que não era muito, 
e se não pode eu entedia,
pois bem sei como sofria esse valente sonhador


Sim, ele sonhava,
mas não era com um grande apartamento
nem com uma sela nova pro jumento
Ele só queria me dá escola, 
que eu tivesse algum conhecimento
pra que eu não passasse pelo mesmo sofrimento
Que é a lida de quem a terra cultiva
Dando o suor, 
o sangue 
o tempo e a vida.
Porque a recompensa é a ferida magoada
A roupa rasgada e ensopada,
mas é do suor de um herói trabalhador.


E como tens coragem de vir colocar defeito?
Pois isso aqui tem que ser feito!
Fazer da terra o pão brotar
Ser nordestino não foi escolha foi destino
Temos a mistura do sangue de tanta raça boa
e se estou em terra estranha não é a toa
Se estive ou estou aqui é pra melhorar


Dizem que temos sangue de índio preguiçoso, 
De índio só temos o corajoso
Que pega a onça pelos bigodes,
enquanto ela tenta o abocanhar
Na cidade grande não é muito diferente
na selva de pedra ainda morre mais gente,
pois quem mata não é a onça com fome
ai quem mata é ganância do bicho homem.
E ainda tu vens criticando a gente!?
Agora me responda existe povo mais valente?
E se disser que tem está mentindo... 
É de ti mesmo, cabra besta, estarás rindo
Somos brancos, negros, índios ou caboclos
Sim somos de tudo um pouco
Vida na cidade é vida de louco
Fazemos de tudo pôr tão pouco
E vem tu e chama de “paraíba”, 
“cabeça chata”, “baiano”
“mané” e “joão-ninguém”
Sei que a gente nada tem...
E me joga na cara 
Que “Sampa é terra de gente ativa”
Que “Sampa é igual locomotiva”,
Mas te digo:
- Desta máquina...
O NORDESTINO É O MAQUINISTA 
E O CONDUTOR.

* * * * * * *

         Assim como cultivo as boas raízes de meus antepassados, guardo com carinho a minhas raízes naturais, mas sem frescura, bairrismo e a xenofobia de rejeitar o que é diferente daquilo do que estou acostumado a conviver, pois, do contrário não seria diferente daqueles que discriminam nossos conterrâneos quando chegam aos grandes centros urbanos (principalmente) do Sul e do Sudeste, ou aqueles que descriminam a nós, brasileiros, quando chegamos no estrangeiro. Sim, os mesmos que alguns de nós, às vezes, querem lamber os pés quando estes chegam por aqui.





segunda-feira, 25 de outubro de 2010

DIZENDO NÃO!

DIZENDO NÃO!
 H. Musashi Ribeiro – outubro de 2010.

-
Dizer não é uma virtude
Principalmente para mim
Que não acredito no clamor convincente ‘pseudocarinhoso’
Nos excessos vocativos dos bons adjetivos.
Não sou de peitar tolos e lisonjeiros,
mas meu silêncio não é subjacente

Não me penduro nas linhas das costuras alinhavadas
do improviso semiprofissinal
Antes olho o tanto que já me esforcei
em meus estudos seculares,
olho meu Curriculum Humanum e Vitae
E ainda irei buscar muito mais...
Por isso não acredito e nem me empolgo
com promessas floreadas.
Não sei viver ou esperar por planos infalíveis
aos lábios dos charlatões domésticos,
mas adiados ao sabor dos ventos da ciclotimia.

Adoro tomar umas nos finais de semana
Às vezes nas sextas,
na companhia de bons irmãos
(3 brindes à família Ribeiro)
Mas nem por uma noite ébria
Eu me diria fã daqueles
"que amam pra sempre enquanto dure".
Pois  quando bebo, só bebo.
Não fico rico, não fico valente,
nem esquecido nem sonso cristão,
Nem tenho uma cara para cada companhia e situação.
(“Se tô com Chico desprezo o Francisco?”)

Só me abstenho dos “abstêmios moralistas”!

Tomo minha pinga com soda zero açúcar,
Meu Wisk com gelo e água de coco
E não sei tomar meu Dry Martine
apressado e em copo descartável
Gosto de sondar transparências,
a azeitona empalada na madeira
observar a graça feminina das meninas
que passam tranqüilas de sei lá de onde.
Ah! Raramente tenho ressaca!

Se olharem...
Meus cabelos longos
não me deixam passar despercebido
e a minha educação e condição
Não meu deixam passar desapercebido
E só!

Não saberia, por exemplo,
ser subalterno de um sujeitinho ordinário
que não sabe o básico - SER GENTE!
Não tenho saco pra lidar com malogrados e mulambentos
acometidos de solisticismo
que os impede de agir com clareza
de olhar nos olhos e não saber simplesmente dizer:
- BOM DIA!
Não tenho nem quero sociedade
com a escola da malandragem.

Acabou meu último lote de tolerância com a ignorância,
Com aqueles analfabetos funcionais.
Estes que não suportam a luz do SABER.
Ou seria o fato de “saber” que fugiram da escola?

Desculpem os que são gratos e satisfeitos
com suas esmolas da preguiça,
mas que insistem a atribuir aos céus
por todo dia terem feijão com arroz
Isso pra mim não basta
E digo mais:
- TRABALHAR PRA LISO
 É PEDIR ESMOLA PRA DOIS.


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       Interessante que a única coisa que todo espertinho (canalha) sabe cobrar, com convicção, é a ‘humildade  alheia’, afinal o que seriam deles se não fossem NÓS, os "bons otários", a esperar nossos direitos e benefícios caírem dos céus. Acordem Ovelhinhas!


Idiota não é quem “toma umas biritas” com os amigos, quando pode e se pode, tendo conquistado esse direito sem depender de ninguém. Agora acho extremamente imbecil, não apenas idiota, certos abstêmios de cara lisa, espiritualistas de 5.ª categoria, que cospem na cara de quem lhes são generosos, mas não deixam de ser, convenientemente,  subservientes a determinado tipo de contraventores...


Tem Toxicômano FDP,  que quando quer se fazer de santo, para até de beber e ainda tira onda da cara de quem bebe. Bem, EU posso dizer ao delegado quem é o meu fornecedor e quem sabe até convidar a mesmo pra tomar uma lá em casa, como de fato, na época de repórter, já tomei Whisky na companhia do Dr. João Eudes Felix (Ex. Delegado em Aracati) com outros amigos e colegas de trabalho. Um viciado poderia fazer o mesmo?


Ah! E como dizia Dr. Abelardo Costa lima Filho (já falecido) político e amigo da minha família em Aracati:
- “Cachaceiro é quem faz, eu sou apenas consumidor!”
E no caso sou “licorseiro” e além de consumir moderadamente a boa e velha pinga do nosso amado quilombo do Cumbe, adoro uma cerveja gelada com os amigos, também aprecio um bom vinho entre outras na companhia de GENTE que sabe ser GENTE. Só não quero associação com indivíduos que andam pela contra mão da vida pelos atalhos da deslealdade, seja de que forma for.


Eu nunca perco uma BOAS AMIZADES, mas o destino se encarrega de se livrar do lixo excessivo que passa pela minha vida. Ser responsável é muito mais que dar rompantes de moralismo... É atitude. 

Atenciosamente


Henrique Musashi Ribeiro 
Poeta, cronista e escritor -  Eterno aprendiz!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

BONSAI - "Poda Radical"

PODA RADICAL - Como o próprio nome já diz (vide foto),
já da pra ter uma ideia do que se trata. O resto é técnica, paciência e
outras qualidades próprias de um bonsaista.
     O início de um bonsai pode se dar através de sementes, mudas novas ou mesmo material coletado da natureza. Queremos tratar aqui especificamente de material coletado na natureza.

Muitas vezes encontramos material na natureza muito similar a este do desenho. Bom nebari (base das raízes), movimento interessante, mas sem conicidade. E ainda, com dois galhos grossos.

Para dar início ao trabalho, escolhemos o galho com melhor movimento. Cortamos na altura que pretendemos. Para este corte, observamos o movimento da planta, sempre buscando as melhores curvas.
Eliminamos também o outro galho.
Sugiro fazer este processo de uma vez só. Evitando assim desgaste duplo na planta.

O que restou da nossa poda é um tronco a partir do qual iremos formar o bonsai.
Inclinamos o tronco na hora de plantar buscando a melhor posição. Para isso, é importante que o ápice do bonsai esteja alinhado com a base (exceto nos estilos: bunjing, inclinado e kengai).
Depois de replantado, aguardamo a brotação.

Os brotos novos que nascerem fora do local ideal, devem ser eliminados. Deixamos apenas os brotos que estão no local correto.
Em verde escuro estão os brotos novos já crescidos. Estes serão usados como galhos de sacrifício. Eles devem ser direcionados na parte inicial, e depois deixamos crescer livremente para cima, a fim de engrossar.
Em verde claro temos os galhos secundários, que já estão formando a copa. Estes mantemos podados e já os aramamos, modelando a copa.

Assim que os galhos de sacrifício estiverem na grossura desejada (formando boa conicidade), cortamos eles substituindo a ponta dos galhos por um dos galhos secundários.
Está formado o bonsai... agora é só densificar!
Ps.: Sugiro sempre usar alguma pasta cicatrizante nos cortes.

Texto e ilustrações: Valdir Hobus (vhobus)


domingo, 5 de setembro de 2010

Técnica de Toriki – Alporquia e Segmentação


     Apesar de estas técnicas serem consideradas distintas, elas bem poderiam ser consideradas como uma só técnica, pois ambas consistem em induzir um determinado ramo a desenvolver raízes enquanto ainda é parte da árvore. Das duas técnicas a Alporquia é a mais utilizada por bonsaítas por dá um bonsai em um curto período de tempo.
     Após o aprendizado a técnica se tornará tão fascinante, que você se pegará por vezes olhando para ás árvores imaginando qual seria o melhor lugar para se fazer um Alporque visando ter um belo bonsai. Principalmente para aquelas árvores que você sempre teve vontade de ter e nunca encontrou uma muda que pudesse ser transformada em Bonsai.
     Apesar de ser uma excelente técnica de propagação ela tem seus limites. Troncos muito Grossos, velhos ou mesmo algumas espécies não desenvolverão raízes ou demorarão demasiado muito para que se espere.
Algumas vantagens que a Alporquia nos oferece:


- Obter material de boa qualidade e boa grossura de tronco.
- Aproveitar partes de ótima qualidade que será eliminada de um bonsai.
- Corrigir quando o primeiro galho esta localizado alto de mais comprometendo o tashiagari.
- Obtenção de clones idênticos a matriz.

A Alporquia é uma técnica usada em grande escala por cultivadores comerciais de bonsai no Japão, nos Estados Unidos e na Europa, esses dois últimos, em menores proporções devido à rápida exaustão das matrizes.
Essa é uma técnica que tem origem na china antes da era TANG a cerca de 1500 anos.

Por que se fazer Alporquia?

- É possível aproveitar uma árvore que tenha excelentes características, mais que tenha um tronco    muito alto. A Alporquia feita na altura certa eliminaria esse problema.
- O ramo escolhido para a Alporquia pode ser trabalhado enquanto ainda faz parte da planta mãe. Com isso o tempo para a obtenção de um belo bonsai será encurtado.
- Espécies difíceis de multiplicar por estacas poderão ser multiplicada com essa técnica.
- Espécies difíceis de encontrar a venda em viveiros comerciais poderão ser multiplicadas.
- Esconder defeitos graves no tronco. Ex: Árvores com o enxerto feito muito alto no tronco poderá  ser forçada a emitir raízes logo abaixo do ponto do enxerto, fazendo com que a cicatriz do mesmo fique abaixo ou rente ao solo.
- Para melhorar a aparência do nebari.
- Para corrigir erros graves no sistema de raízes que de outra forma impediriam a árvore de ser transformada em um belo bonsai.
- Formar bonsai em um curto espaço de tempo.
- Obter mais de um Bonsai de um mesmo ramo.
- Obter uma muda com uma notável espessura de tronco.
- Na formação de árvores de Troncos Múltiplos e mudas de excelente qualidade e diferente espessura para a formação de Florestas.

Como executar a Técnica

Deixe (a matéria orgânica que for usar) de molho por algumas horas em uma solução contendo algum tipo de hormônio enraízador (ácido indolbutírico) ou vitamina B, esfragno (musgo) suficiente para envolver todo o local escolhido para se fazer a Alporquia.
Com um canivete afiado retire cerca de 3 ou 5 cm de casca do ramo logo abaixo do ponto escolhido para ser à base do bonsai (anel de Malpighi). 

As raízes serão emitidas na parte superior deste corte. Portanto esse corte deve ser imediatamente abaixo de um nó (local onde houve uma folha) neste lugar há uma maior concentração de AIA* (ácido-indol-acético), ácido responsável pelo desenvolvimento das novas raízes. Apanhe o musgo e esprema-o para que elimine um pouco de água, envolva toda a área descascada com ele. 
Cubra todo o local com um plástico transparente, filme de PVC e excelente para isso. Amarre as extremidades caso use plástico comum. Tome o cuidado de não deixar que o musgo fique muito Souto, caso note que isso ocorreu envolva a massa formada com algumas voltas de barbante para que fique firme.

- A massa formada com musgo deverá ter o dobro da espessura do ramo antes que este tenha sido descascado.

- Cubra toda massa envolta com o filme de PVC, com um plástico preto. Motivo: A luz impede o desenvolvimento das raízes. Também será responsável por aquecer toda a massa o que ajuda na formação das novas raízes. Este plástico deve ser amarado separadamente para que de vez em quando o retiremos para ver se já temos um bom desenvolvimento de raízes.
Quando notar o surgimento das primeiras raízes faça alguns furos no filme para que o ar circule mais facilmente pelo musgo, isso ajudará as raízes se desenvolverem mais rapidamente.
Alguns costumam deixar a parte superior do Alporque aberto para colher a água das chuvas e regas mais esse método Dara maior trabalho em evitar que o musgo seque.

Alguns Bonsaítas colocam vasos de PVC preso no ramo logo abaixo do Alporque e preenche este com areia grossa ou mesmo musgo, ambos dão bons resultados, porém exige do Bonsaísta uma maior vigilância sobre o Alporque, caso o musgo seque completamente as raízes se perderão.

*AIA - Ácido-indol-acético é a mais comum das auxinas, os mais importantes fitormônios existentes nas plantas. O AIA é uma substancia foto destrutível. Isso significa que a presença de luz inibirá o aparecimento das raízes, caso alguma parte da massa de musgo tome luz poderá provocar uma má formação na distribuição das raízes, conseguintemente teremos uma muda de qualidade inferior com um número muito grande de raízes voltadas para um só lado.
Os cuidados posteriores são simples, nada além de injetar água ou uma solução com vitamina B1 com uma seringa, toda vez que verificarmos que o musgo esteja quase seco.
Xaropes de complexo B costumam atrair formigas para nossa Alporquia, por isso recomendo o uso de comprimidos de Benerva 300mg do laboratório Bayer - cloridrato de tiamina - Á proporção que utilizo são dois comprimidos para 1,5 l água. Amasse bem os comprimidos até que virem pó depois passe no liquidificador com um pouco de água até dissolver acrescente a o restante da água. Algumas pequenas partículas ainda ficaram sem dissolver é normal é a película protetora dos comprimidos - coe para não entupir a agulha da seringa. Guarde em lugar fora do alcance da luz. Outro produto que produz excelente resultado é o SUPERthrive.
Esse método poderá ser usado para todas as espécies que produzem raízes rapidamente, para as espécies que requerem um maior tempo e melhor usar outro método.

Método de torniquete.
Espécies como as coníferas não aceitam bem o método de Alporquia descrito acima. Para elas o método de torniquete que não rompe completamente o fluxo da seiva é empregado com maior sucesso.
Não são poucas as espécies que devemos aplicar esse método. As coníferas exceto os Juníperos só devem ser Alporquizadas dessa forma.
No caso das coníferas levara de seis meses até dois anos para que se possa separar o Alporque da planta mãe. Talvez por esse motivo não seja muito divulgado esse método. Muitas pessoas que já estão cultivando bonsai há algum tempo desconhecem que o Pinheiro Negro japonês pode ser multiplicado dessa forma.

Como Fazer

O método de torniquete é bem mais simples que o método anterior. Pegue um fio de alumínio de 2,5 mm ou 3 mm de espessura e passe ao redor do tronco cerca de 2,5 cm abaixo do local escolhido para emitir as raízes e que no futuro será à base da planta. Com a torquês na mão torça as duas pontas do arame apertando fortemente o fio na casca da árvore até que o mesmo afunde até a metade de sua espessura formando assim um torniquete.
A partir deste ponto repita todo o processo acima descrito.

Plantio do Ramo Alporquizado.

Algumas pessoas não sabem quando retirar o Alporque e tem medo de que por alguma falha possa perder o trabalho, principalmente se o ramo escolhido for parte de uma árvore muito estimada ou tiver um ótimo potencial para se tornar um bonsai.
Alguns costumam seccionar o galho em duas etapas. Primeiro serra-s o galho até a metade e cerca de um mês depois se corta o galho por inteiro. Alegam que neste período é possível observar se o galho já consegue manter-se com as raízes que possui. Também esse tempo serve para que ele desenvolva uma maior massa de raízes finas para suprir a falta de alimento que o corte proporcionou. Eu não utilizo as duas etapas acima citada, desde que eu possa observar o desenvolvimento das raízes, saberei se há uma boa quantidade delas, deste modo não há necessidade de executar o método de separação, pois saberei se a quantidade de raízes emitida será capaz de manter toda planta viva.
Devesse cortar o galho logo abaixo do local onde houve a emissão de raízes. No caso de ter se usado o método de torniquete, devesse cortar logo acima do fio ou no mesmo local onde o fio foi posto.
Afaste com muito cuidado o musgo para que se possa cortar o galho no local logo abaixo do ponto de emissão das raízes. Use um alicate bola para efetuar melhor essa tarefa. Trate a parte cortada com alguma pasta selante para que esta não apodreça, pois em alguns casos isso poderá estender-se para cima e vir a matar a sua planta em longo prazo.
Plante a muda em uma bacia ou um vaso com uma mistura de solo poroso, próprio para bonsai. Tome o cuidado de amarar a planta para que esta fique firme, isso poderá ser feito usando fios de barbante presos ao lado da bacia. Na hora de efetuar o plantio tome cuidado para não perturbar o musgo a fim de preservar o bom estado das raízes. Comesse a adubação cerca de 40 a 50 dias após o plantio e com adubo pouco concentrado. A muda deverá permanecer por cerca de dois anos neste pote até que seja retirada para a primeira poda de raízes. Neste período poderá ser educada através de poda. Aconselho esperar seis meses para dar início a este trabalho. Alguns Bonsaístas costumam levantar o alporque do vaso antes deste período para observar e corrigir o desenvolvimento das raízes.
Algumas espécies de crescimento acelerado poderão ser plantadas diretamente em um vaso de bonsai e receber sua primeira poda de raízes no primeiro ano como é o caso do fícus. Após um ano em um vaso relativamente pequeno é bem provável que já tenhamos uma bola densa de raízes.
Quando a muda ainda não possui a grossura de tronco que desejamos é preciso que se retarde o plantio no vaso para que o tronco possa ter tempo de engrossar. Plantar a muda diretamente no chão junto com uma boa rotina de rega e adubação produzirá ótimo resultado. Um vaso grande dará um bom resultado apenas levará mais tempo. Lembre-se: nada se compara ao plantio direto no chão.
Não se preocupe com a estética do vaso. Use uma caixa de madeira ou bacias plásticas largas e baixas, lembre-se que a planta não está ali para ser admirada mais para se fortalecer e ser trabalhada até que possa ser levada para um lindo vaso que valorizará todo o seu trabalho.  Nesta hora você verá que valeu apena todo o tempo gasto.


Fonte: http://taekukiwonbonsai.blogspot.com/2011/07/tecnica-de-toriki.html






sábado, 4 de setembro de 2010

Alporquia







O que é alporquia?

Também é conhecida por Borbulhia Aérea, a alporquia é uma das técnicas mais antigas na propagação de plantas, já tendo sido usada na China, há mais de 10 mil anos  para a multiplicação vegetativa de plantas, utilizada principalmente em algumas plantas com as quais a estaquia não funciona facilmente. Consiste em enraizarmos um ramo quando ele ainda está preso na planta, retirando a muda em seguida. Na realidade, é uma variação da mergulhia, uma outra técnica de propagação vegetativa.

Consiste em envolver parte do ramo da planta com substrato (ráfia, pó de coco, musgo e coisas semelhantes) e tem gente que usa até pedriscos para induzir a formação de raízes, para isso recomenda-se escolher um ramo com até um ano, eliminando brotações laterais em torno de 15 à 30 centímetros antes do fim do galho, se forem escolhidos galhos mais velhos, lenhosos, pode haver a necessidade do uso de reguladores vegetais para induzir o enraizamento, isto é necessário, pois quanto mais velha a planta menor a concentração de hormônios presente na mesma. Recomenda-se o uso de Vitamina B1 ou fertilizante líquido (enraizador).

No ramo escolhido faz-se pequenas lesões, cortes ou anelamento, no local lesionado amarra-se com barbante uma ponta do plástico ou tecido cobrindo o ramo com um substrato leve, poroso e umedecido, que será envolto com tecido ou plástico transparente, amarrando e deixando bem presa as pontas do pacote que parce um “bombom”, a vantagem de se usar plástico transparente é que este permite visualizar a formação de raízes. Quando as raízes ficarem visíveis, corte o ramo e desembrulhe com cuidado, passando esta planta para um vaso e a mantenha em local sombreado para aclimatação antes de expor ao sol.

A época mais indicada para alporquia, é o início da primavera, quando as plantas estão em pleno crescimento e o tempo de permanência do “curativo” pode variar dependendo de cada espécie, alguns exemplos:

·         Espiradeira (Nerium oleander) – 8 semanas
·         Azaléias (Rhododendron sp) – 14 semanas
·         Figueira (Ficus sp) – 7 semanas
·         Cerejeira – 6 meses
·         Roma – 3 meses
·         Ginko (Ginko biloba) – 4 meses
·         Jabuticaba (Myrciaria cauliflora) – 1 à 2 anos
·         Pitangueira (Eugenia uniflora) – 14 meses à 2 anos
·         Myrtaceae em geral - 02 a 06 meses

Como realizar a alporquia?

Podemos separar o processo em algumas etapas:

     1.Inicialmente, devemos escolher um ramo de uma planta adulta. Esse ramo deve possuir de 1 a 3 cm de diâmetro. No ramo escolhido, fazendo um anelamento (retirada da casca) com a ajuda de uma lâmina afiada (faca, canivete, estilete, etc.), sendo este anel formado de 3 a 5 cm de largura. 

     2.Cobrimos a parte anelada com um material úmido que retenha bem a água, que pode ser: esfagno, mistura de esterco e serragem úmida, malha de coqueiro, entre outros semelhantes/possíveis. Prendemos o material com um plástico, que deve ter as suas pontas bem amarradas. Assim, ocorrerá o enraizamento do material com o passar do tempo, no local cortado.
Fica parecido com um bombom, que você pode amarrar com arame
ou com barbante...
     3.Podemos fazer desde o início, um outro anelamento, pouco abaixo do local em que vai enraizar, o que força a brotação das gemas (enraizamento) no local cortado.
     Ao alcançarmos um enraizamento razoável, vamos cortando a base de pouco a pouco com o passar dos dias, até destacarmos completamente o ramo bem enraizado, obtendo-se assim uma nova muda. 

     4.Devemos passar a muda a um substrato adequado, sem que já seja plantada no seu local definitivo, já que a muda ainda é muito frágil. Essas mudas devem ser mantidas por um certo período em um local protegido do sol forte, molhado constantemente, sem encharcar, até que a muda se torne forte o bastante para ser plantada no seu local definitivo.



Vantagem - é mais eficiente que estaquiaO método funciona em algumas plantas nas quais a estaquia não é eficiente. Na alporquia, a “estaca” continua recebendo água e nutrientes da planta, não utilizando somente as suas reservas, motivo pelo qual é um método mais eficiente.

Limitação da técnica- É difícil de realizar quando comparada com a estaquia, exigindo mais conhecimento e técnica de quem a faz. Comercialmente, é um método caro e de baixo rendimento, mas ainda é muito utilizado em produções comerciais de mudas frutíferas.

domingo, 8 de agosto de 2010

CRÔNICA DO BOM VIVER – II

CRÔNICA DO BOM VIVER – II
Texto de: Henrique Musashi Ribeiro - 08/08/2010

      Nascemos neste mundo sem saber de nada e morremos por aprender muita coisa, onde as únicas certezas da vida são: a morte e os impostos. Você certamente já deve ter ouvido isso em algum lugar. 

        Ninguém passou por esse mundo e saiu ileso, nem mesmo o Salvador Jesus Cristo, que na ocasião de sua condenação uniu dois irmãos (Anás e Caifás), que nem mais se falavam, mas munidos pelo mesmo interesse, juntos, lépidos e fagueiros condenaram o jovem galileu a morte de cruz, entre ladrões, com todas as justificativas arrumadas, plausíveis e convincentes.

        Sempre existirá alguém de plantão, com a auto-estima avariada, disposto a colocar uma mácula no “ curriculum humanum” de quem quer que seja.  E o interessante é que a pessoa que mais costuma falar bem (ou mal) de nós, somos nós mesmos, você nem precisa falar mal de alguém, ser sincero é o bastante pra que isso aconteça.

      O negocio então é relaxar e agir com naturalidade. Hoje vivemos em um mundo de opções, onde tudo é uma questão de bom senso. Ninguém é obrigado aguentar mais do que é capaz de suportar, ou a rir de uma piada que não tem graça, e se rir, não é preciso prolongar o riso com estampidos de soluços, que apenas nos tornarão deselegantes e artificiais. E em meio a um bate papo não somos obrigados a responder perguntas constrangedoras, não somos obrigados nem a soprar no bafômetro (para produzir provas contra nós mesmos), ou ir aonde não queremos ir, a não ser que seja um sequestro ou levado pela polícia. Se bem que às vezes, por consideração, aceitamos certos convites e acabamos por ir aos ditos “programas de índio” e acabamos por nos arrepender. 

        Educação é uma ciência!  Na matemática da educação “muito é menos e o menos é mais” é como no jogo matemático de sinais, onde a elegância se mede pela qualidade do “feedback”, onde, em casa (ou conversa) estranha , quem fala pouco, pouco erra.

  • Como sofrível aprendiz da vida, adquiri, por mim mesmo, algumas convicções sociais que costumo seguir:
  • Só entro onde está “me cabendo”, por isso aonde vou me cabe. Ninguém, em seu juízo perfeito, nunca me mandou procurar a minha turma - Tomo meu “semancol” diariamente! 
  • Amor, lealdade e sinceridade em um relacionamento nunca é o suficiente, você tem que ter algo mais para os parentes, amigos de seu companheiro ou companheira baterem palmas. Todos têm o seu preço, seja em grana ou por adulação. 
  • Os melhores "casamentos aparentes" são baseados nas maiores mentiras. Os tempos mudaram, seja a sua TV de LCD, seu celular ou o seu relacionamento, hoje tudo tem um prazo de validade, a não ser que você possa pagar pra estender essa garantia. 
  • O chato não é ser PESADO, ruim é quando ninguém nos suporta. Tem gente que tem “flatulência na alma”, isso pra não dizer parecem com um “peido”, pois quando chegam ao recinto, só fica quem já está, há anos, familiarizado. 
  • Não ter grana em dado momento faz qualquer um feder, não por falta de banho, mas muita gente vai torcer o nariz pra você, principalmente os da família que nascemos. 
  • Aquele discurso cristão de amor e tolerância está apenas na Bíblia e no Facebook, mas dai não passa! 
  • Beleza ou feiúra não é unanimidade, isso é muito relativo, pois têm ações, palavras e poderes (grana) que tem efeitos “cosméticos”. O ruim, por exemplo, é por mais que achem você “morto de lindo(a)”, mas não consigam conviver com você. (Dar/Comer ≠ Permanecer). Prefira fazer uma vasectomia ou ligar as trompas ao gerar um filho que você não possa ou seja capaz de educar. 
  • Ser desinteressadamente gentil não dói, mas não funciona muito quando temos que usar de "antropoformismo". 
  • Nunca salve a vida de um "cachorro doido", mesmo que você tenha se apegado ao animal, pois se o cão doente morder, quem vai passar por doido será a pessoa mordida, pois hidrofobia e má fama não tem cura. 
  • Nunca deixa uma vaca entrar dentro de sua casa, pois por mais que a mimosa tenha lindas tetas ela vai cagar no seu assoalho e vai sair espalhando seus dejetos com a próprias patas. 
  • Só os tolos pensam que todos são tolos, suscetíveis e artificiais quanto eles, por isso que é tão comum vê-los reunidos em grupinhos arrotando suas “pobres riquezas” e outras abobrinhas que só eles conseguem ouvir. 
  • Pessoas grandiosas podem se curvar, o tolo jamais. 
  • Nunca se justifique. Seu amigos não precisam e os que lhes antipatia não irão acreditar em você. 
  • Papai e mamãe estavam certos, não o tempo todo. Tive muita sorte em ter os pais que eu tenho. 
  • Em suma, em minhas amizades e ambientes que frequento procuro paz e harmonia onde eu possa guardar os meus três júbilos (vicissitude, honestidade, habilidade), onde possa tomar minhas cangibrinas, contar piadas com meus amigos e fumar meus charutos ou uns cigarros peba, em paz.
     Ah! Já ia esquecendo. Continuo dispensando os moralistas de plantão, até porque esse tipo de gente tem uns “esqueletões” enormes dentro do armário seja associados, literalmente, a morte ou a indiscrição de caráter financeira ou sexual, quais fazem questão de atribuir a outrem suas fraquezas de caráter.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ - O crime hediondo cometido pelo governo.

A chacina que, até agora, ninguém conhece porque nunca foi contada pelos livros de história, mas, vergonhosamente, rendeu méritos aos assassinos e outros colaboradores.





Existe uma Ação Civil Pública requer que a União e o Estado do Ceará informem o local da COVA COLETIVA onde o Exército e a Polícia Militar do Ceará enterraram as 1000 vítimas do massacre do Sítio Caldeirão da Santa Cruz do Deserto.

    Foi o único ataque militar à civis usando aviões de guerra no Brasil!

    No dia 10/11 de maio de 1937 a comunidade de camponeses católicos do sítio Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, ou Sítio Caldeirão, localizado no município do Crato, Estado do Ceará, Brasil, foi invadido por forças do Exército brasileiro e da Polícia Militar do Estado do Ceará. Na Chapada do Araripe, enquanto a comunidade corria os militares subiam matando... Foi um crime de lesa humanidade, um genocídio, um crime de desaparecimento forçado de pessoas, já que após o massacre / chacina, os militares enterraram as 1000 vítimas em uma COVA COLETIVA e não dizem a localização da mesma para que as vítimas sejam enterradas com dignidade.


OBSERVE na imagem acima, e note que a posição dos guerrilheiros mortos no Araguaia, se assemelha muito à das três vítimas do ataque do Sítio Caldeirão fotografadas como forma de zombaria pelos militares (como se fossem três santos), demonstrando um alto grau de humor negro e um modus operandi de humor negro (tipico de psicopatas) para não dizer sociopata, porque assassinar covardemente pessoas indefesas do Sítio Caldeirão já é patológico, imagine fazer chacota com seus cadáveres. E se fosse sua família, caro leitor?

    Em 2008, a SOS DIREITOS HUMANOS , em defesa das vítimas do Caldeirão e do direito à Memória Histórica, ajuizou uma Ação Civil Pública contra a União Federal e o Estado do Ceará requerendo entre outros pedidos, que o Exército e a Polícia Militar cearense informem o local da vala coletiva, para que, os camponeses católicos massacrados sejam finalmente sepultados com dignidade. A ação foi extinta a pedido do MPF de Juazeiro do Norte, Ceará, mas a ONG SOS DIREITOS HUMANOS recorreu ao TRF5ª Região em Recife/Pernambuco, bem como, DENUNCIOU o Brasil à OEA - Organização dos Estados Americanos, para que informe a localização da cova coletiva.

    ATENÇÃO: As vítimas ou familiares das vítimas falecidas durante a ação do Exército Brasileiro e da Polícia Militar do Ceará no ano de 1937 no Sítio Caldeirão da Santa Cruz do Deserto e arredores, no município do Crato, Ceará, ou familiares das vítimas que faleceram depois da ação Genocida, devem entrar em contato com a SOS DIREITOS HUMANOS  para a devida habilitação na Ação Civil Pública, através do celular: (85) 8613.1197 ou pelo e-mail: sosdireitoshumanos@ig.com.br 

MEMORIAL "SÍTIO CALDEIRÃO"


    Foto do beato José Lourenço rodeado pela comunidade da SANTA CRUZ DO DESERTO (não sabemos os nomes destas pessoas nem se elas foram mortas na chacina praticada pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará em 1937 ou se conseguiram escapar).
   
Foto da comunidade do Sítio da Santa Cruz do Deserto (não sabemos os nomes destas pessoas nem se elas foram mortas na chacina praticada pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará em 1937 ou se conseguiram escapar).
   
Desenho de como era o arraial da Santa Cruz do Deserto, ou Sítio Caldeirão, comunidade organizada, rica em humanidade e e auto-suficiente.

 



Foto do boi mansinho.

Foto de duas das muitas jovens que moravam na comunidade de camponeses católicos da SANTA CRUZ DO DESERTO (não sabemos os nomes destas pessoas nem se elas foram mortas na chacina praticada pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará em 1937 ou se conseguiram escapar).

Foto de militares e armas (metralhadoras) da época em que ocorreu a chacina / massacre / genocídio / crime de lesa humanidade contra a comunidade do Sítio da Santa Cruz do Deserto.

Foto do bispo da cidade de Crato, na época do beato José Lourenço e da comunidade da SANTA CRUZ DO DESERTO. Esse aí é outro filho ilustre da região.

Foto do túmulo do beato José Lourenço, no cemitério do Socorro, na cidade do Crato, Ceará, Brasil.
Foto do beato José Lourenço antes de ser enterrado.

Foto do ex-prefeito da cidade de Juazeiro do Norte, o farmacêutico JOSÉ GERALDO DA CRUZ que após o massacre do Sítio Caldeirão, encontrou em um único lugar na Chapada do Araripe, 16 (dezesseis) crânios de crianças.





Foto do austero GOVERNADOR FLORO BARTOLOMEU DA COSTA, que mandou prender o beato José Lourenço e depois mandou matar o boi Mansinho na frente da delegacia onde estava o beato. Hoje, este indivíduo é tido como pessoa ilustre na região do Cariri. Um fanático pela própria imagem que "combatia" fanatismo!


Foto do túmulo da beata MARIA DE ARAÚJO que quando recebia a hóstia das mãos do padre CÍCERO, transformava-se em sangue em sua boca. Após a morde do "Padim", o túmulo foi destruído e seus restos mortais escondidos por um sacerdote da igreja católica.
Foto do cariri na época em que existia o Sítio Caldeirão da Santa Cruz do Deserto.


Foto de avião usado pela Aviação Naval brasileira do ano de 1916, comprovando que no ano de 1937, quando o Exército brasileiro atacou a comunidade do Sítio Caldeirão usando dois aviões, já há muito o governo brasileiro dispunha deste tipo de arma de guerra, uma vez que a Escola de Aviação Naval foi fundada pelo Decreto nº 12.167, de 23 de agosto de 1916, assinado pelo Presidente Wenceslau Braz, “avô” da aviação naval brasileira.


Foto de avião utilizado pelas forças armadas brasileiras na década de 30, ou seja, quando ocorreu o massacre via aéreo e terrestre contra a comunidade de camponeses católicos do Sítio da Santa Cruz do Deserto, ou, Sítio Caldeirão.





AJUDE A SOS DIREITOS HUMANOS ENCONTRAR A COVA COLETIVA DAS VÍTIMAS DO SÍTIO CALDEIRÃO

     Você é geólogo? geofísico? arqueólogo? É capaz de sentir empatia em relação às vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO e deseja ajudar nas buscas? Você foi um dos militares que atuaram no massacre / chacina / genocídio dos camponeses católicos do SÍTIO CALDEIRÃO, e está arrependido, não pretende morrer levando para o túmulo este crime de lesa humanidade e deseja informar a localização da COVA COLETIVA de forma anônima? Você é filho de um militar que esteve na chacina, sabe a localização da cova e deseja cooperar? Entre em contato conosco via e-mail: sosdireitoshumanos@ig.com.br ou pelo celular: (85)8613-1197 sua identidade será preservada.

Karen Melo
85 - 8613.1197
Diretora de Comunicação da SOS DIREITOS HUMANOS

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