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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

COMO FAZER CHOCOLATE EM CASA?

2 receitas por Henrique Musashi!

Alimento dos deuses!

          Como todo mundo sabe o chocolate é uma substancia que deriva do cacau, o fruto cacaueiro ("Theobroma cacao", significa "alimento dos deuses")  . Ele, o cacau, veio para o Brasil através da alta nobreza: foi dado um pedaço de chocolate a D. João, que ficou deslumbrado com tamanha delícia e logo mandou plantar vários pés de cacau espalhados pelo território brasileiro. Agora vamos ao que interessa... Vamos fazer chocolate!


Ingredientes:

    * 1 pacote de Cacau 100% (ou o suficiente para obter 1Kg de amêndoas)
    * 2L de leite
    * 2Kg de açúcar


Material:

    * Uma assadeira
    * Uma colher-de-pau
    * Uma panela larga ou um tacho (gosto de fazer na panela Wok com asa)
    

Modo de preparo:

  • Em uma vasilha misture o cacau em pó com os 2 litros de leite e os 2 Kg de açúcar;
  • Fique misturando, pode usar até uma batedeira, até que tudo se transfone em uma mistura homogênea;
  • Leve ao fogo em uma panela larga, fogo brando, mexendo sem parar com a colher-de-pau (vai cansar um pouco), mas faça isso até a massa soltar da panela. É o ponto certo;
  • Para fazer chocolate em barras: despeje o chocolate numa assadeira untada com manteiga deixando mornar, em seguida corte as barras. Se preferir, pode comprar a forma dos tabletas (ou qualquer outro formato que você desejar: estrela, coração, flor e etc. Estas formas podem ser encontradas em lojas para produtos de festas; 
  • Ok! Caso queira fazer chocolate em pó: após o ponto, apague o fogo e continue mexendo até tornar-se granulado, em seguida passe na máquina de moer e use uma peneira fina.
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Barras de chocolate branco




    Ingredientes



  •     1 lata de leite em pó
  •     1 vidro de leite de coco (200 ml)
  •     500 g de açúcar de confeiteiro
  •     Uva Passa (opcional)
  •     Margarina para untar

     Modo de Preparo

  1. Misture bem os ingredientes e deixe dar o ponto, ou seja, até a mistura soltar o fundo da panela;
  2. Alcione as passas;
  3. Coloque em uma assadeira untada, apertando bem (ou você pode botar na forminha que você quiser);
  4. Leve à geladeira por 2 horas;
  5. Corte em quadradinho (se não for colocar na forminha).Rende uns 50 quadradinhos 
  • Ah! E como perceberam, chocolate branco, na verdade, não é chocolate de verdade, embora alguns usem manteiga de cacau pra dar um pouco de aroma.

2 receitas por Henrique Musashi



Chocolate e literatura...
Duas coisas que são uma delícia juntas!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A crítica literária de Fiorefalsus II, por Eliene Magalhães.

Crítica literária de Fiorefalsus II, por Eliene Magalhães. 


   Fiorefalsus II, A Ética dos Imorais contempla uma história de ficção com particularidades da vida real num fascinante desenrolar de fatos interessantes. Uma história agradável e ao mesmo tempo conflitante.

    O romance-ficção, escrito e inspirado na vida real, tem como protagonista o narrador da história Marco Wang, de origem ancestral chinesa, aponta em "seu escrito" peculiaridades de um texto poligênero, uma admirável sedução poética, ao mesmo tempo em que retrata o cotidiano das pessoas, configurando crônica e prosa em sua narrativa com riqueza e requinte de obra de arte de um grande escritor múltiplo com facetas genialmente admiráveis.

        Livro rico em sabedoria oriental, trazendo os quatro elementos da natureza (água, ar, fogo e terra) como contextualização de sua escrita asiadescendente, um show em sabedoria ancestral, quase um oráculo, porque ensina, em seu discurso, a ética do bom viver quando crítica à imoralidade perversa da maldade humana nos personagens antagonistas.
         

        Henrique Musashi sabe como ninguém encantar o leitor com o mais alto requinte de homem que tem intimidades com as palavras, em arrebatar o leitor e a leitora com sua complexidade na escrita, escreve particularmente com indícios de poligênero (textos narrativos acrescido de prosa poética, crônica, romance, provérbios, contos, etc.) tudo em uma só obra. Fazendo de sua escrita uma complexidade que interpreto desde seus primeiros livros, com poesias que trabalham características pós-moderna, concreta, surrealista, simbólicas e trovadorescas, na verdade não lembro em que li algo semelhante, com tantos e tantas nuances de fazer-me viajar em sua literatura.


           FIOREFALSUS II traduz uma das maiores complexidades literárias que já li, traz elementos da natureza fazendo ponte à trajetória de caminhos que no cotidiano enfrentamos. Quando li e reli vi o quanto podemos identificar com nossa vida, fazendo da história um oráculo, um caminho de procurar viver as boas virtudes, o bom caminho, retratando assim no BUDÔ, com conhecimentos do TAOISMOBUDISMOXINTOÍSMO e etc, trabalhando conceitos ancestrais, afirmação de amor a pertenças milenares, busca por nossa ancestralidade.

         O personagem principal, Marco Wang, é o jovem que já passou pelo  primeiro divórcio, “homem adepto das relações amorosas superficiais”, como conta a sinopse, mas sendo franco e tomando devidas precauções para não machucar, “ficando” com várias mulheres, que encarassem seu estilo de vida pegador, tinha medo de encarar uma relação mais séria pelo o sofrimento passado, até o dia que conheceu Morgorena, quando, mutuamente, surgi o interesse em algo sério e duradouro, dando-se mais uma chance a um relacionamento estável. Apaixonado e cheio de esperanças, em um novo recomeço resolvi viver seu amor numa terra distante, religiosa e cheia de preconceitos, Wang muda-se para Aderaldópolis, uma cidade de viventes tradicionalista e  fanáticas religiosas. Sendo ele um voltado a outra corrente filosófica e hábitos místicos e  “não cristão”, praticante de tendo apenas os seus talentos para seu “ganha-pão”, ele assisti um grupo de pessoas, segundo o narrador, perturbadas de mente e espírito, vive um DRAMA em que o grupo citado investi situações de perfeito inferno de acusações e tramas. Tudo ia bem até começar a sentir sua vida prejudicada, e contrapondo essas terríveis investidas começa a reagir. Em meio a tudo isso ele descobre, de forma assustadora que existe vida após a morte. Um verdadeiro "thriller social".

         FIOREFALSUS II traduz, em sua escrita, exemplos de como na vida percebemos igual na ficção pessoas projetando derrubar outras para conseguir o que querem; exemplos infelizes de mal viver, que na ficção, vem a retratar a vida real.
Eliene Magalhães      
- Professora, escritora, poetisa, graduada em Letras pela UFC, Pedagoga, especialista em Psicopedagogia, Ensino Religioso e História da Cultura Africana e Afrodescendente.





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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CRÍTICA LITERÁRIA: O SENHOR DAS MASCARAS

CRÍTICA LITERÁRIA: O SENHOR DAS MASCARAS, por Eliene Magalhães.

         

        O Senhor das Mascaras é um conto ficção, mostra em seu enredo da trama, uma narrativa de ‘conto’, O contexto acontece em Bazophia, cidade palco do desenrolar dos fatos, lá acontece as situações, das mais diversas no conto, de um homem que na história usava as mais variadas mascaras, atribuindo as situações.
     O Senhor das Máscaras conta com a colaboração passiva de um pajem, o Hanako – o filho do ferreiro, que mesmo não gostando de tal situação, se submete as vontades de seu amo por necessidade.
     No conto, ‘O Senhor das Mascaras’ ele consegui com sua astucia, conquistar as mais variadas pessoas, tendo ele as mais especificas mascaras e até para cada momento. Resultado de uma promessa feita Misericordiosa Dama que habitava nos céus.
     Nesse desenrolar da narrativa, ele consegue galgar a escala social com astucia e inteligência. 
     Henrique Musashi ao desenvolver o conto, mostra salutar desenvoltura criativa, que perpassa em cada capitulo, usando neologismo, situações fictícias, da vida real, sempre na demanda de sua própria experiência de vida. 
    Musashi, ao desenvolver o conto, estabelece portais sociais exemplificando cada ser, cada características em seus personagens. Seu personagem por trás das mascaras, carregava as marcas da angustia e do medo, como ele mesmo diz no conto, ‘Um falso sorriso de porcelana chinesa’.


Capa e contracapa do livro!
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PESQUISA - Elas e o Sexo!

ELAS E O COMPORTAMENTO SEXUAL


     Dificilmente iremos encontrar alguém, principalmente entre nós homens, que não seja curioso com relação as mulheres e o comportamento sexual delas. Geralmente teorizamos de forma errada, seja subestimando-as ou achando que elas são “santinhas”, mas sempre ficam no ar aquelas perguntas mal respondidas e, com isso, muitas dúvidas e especulações preconceituosas:


     - O que elas gostam no homem? Dinheiro? Beleza? Inteligência? Bom Humor?
     - O que elas gostam durante o sexo? Ser xingadas? Carinho? Ação? Fantasiar?
     - Elas gostam de sexo mesmo?
     - Tamanho é documento?
     - Elas são aventureiras? Traem?
     - O que?

     Uma coisa posso dizer antecipadamente: muitas das coisas que pensamos sobre elas não é verdade, fazem parte de nossa “cultura machista”, fora o fato que cada um de nós, seja homem ou mulher, é um universo diferente. Veja a pesquisa feita, se não me engano, em meados de 2013, mas ainda está valendo. Muita gente acha que sabe, mas prepare-se para se surpreender!






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Assunto relacionado - dica de livro!
Veja este e outros livros no perfil do autor
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O livro "Fiorefalsus I - A insensatez das paixões.

Fiorefalsus - A insensatez das paixões


   
SINOPSE: Este romance/novela narra a trajetória da vida de Jerônimo Poltranazo, um jovem religioso, controversamente radical, cheio de esperanças, sonhos ingênuos em seus relacionamentos desastrosos; à medida que ele vai saindo de sua “zona de conforto” começa a conhecer o mundo e suas facetas, descobrindo, tolamente, que as pessoas não são como “ele gostaria que fossem” e nem como se apresentam. A trama se desenrola mostrando fatos obscuros e os bastidores de uma “religião corporativista” e a político-social relacionada. Este belíssimo romance contém, dentro de um contexto, argumentos fortes e de natureza sexual, descrita de forma poética, portanto é um LIVRO PARA ADULTOS. 

*Obs.: Esta obra leva-nos a refletir sobre a importância para a maior atenção dos pais, sobre a necessidade do diálogo ABERTO e SINCERO, que nunca é demais prestar atenção nos próprios filhos, mesmo dando “espaço” e privacidade como indivíduos, principalmente hoje que vivemos em tempos modernos, cheios de “amizades virtuais” que fazemos em nosso quarto às portas fechadas.

(Livro não recomendado para menores de 18 anos)



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Padrão (A5 14,8 x 21cm)




domingo, 11 de agosto de 2013

"O SENHOR DAS MÁSCARAS": um conto para todas as idades!

O SENHOR DAS MÁSCARAS - Histórias que ensinam, por Henrique Musashi.


Capa e contra-capa

Sinopse: Há muitos séculos, no fictício reino de Bazophia, um afamado forasteiro conquista a admiração e o respeito de todas as pessoas, dos simples camponeses à ilustre nobreza. Sua fama o faz galgar patamares sociais cada vez mais elevados, graças à sua maestria de usar, literalmente, uma máscara para cada ocasião, daí conquistando o título de “O Senhor das Máscaras”. Chega a agradar até mesmo o rei, que mesmo sem ver seu verdadeiro rosto, lhe incumbe da missão de acompanhar todas as facções culturais do seu reino e lhe dar seus pareceres, pondo à sua disposição um pajem, o Hanako – filho de um ferreiro, obrigado a se submeter às vontades de seu amo, – um jovem que pôde observar de perto as artimanhas daquele que deveria ser o seu mestre. Mas da mesma forma que esse homem usou a arte da retórica para se tornar popular, ele a utilizou para disseminar a mentira e a discórdia: será que todas as máscaras deste senhor cairão por terra?
     O Senhor das Máscaras, é um livro sobre ética que ensina a todos, a sermos sempre autênticos, e com quem não o é, veja nessa história o que pode acontecer.

     *Um livro para todas as idades!

2.ª edição, 2013
Número de páginas: 64;
Tópicos: Literatura Nacional, Literatura Infanto Juvenil, Educação . 

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Obras literárias de Henrique Musashi
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sábado, 8 de junho de 2013

Livro "UMA FÁBULA E UM CONTO - Histórias que ensinam!"

Capa e contracapa.
"UMA FÁBULA E UM CONTO - Histórias que ensinam"

Por: Henrique Musashi

       SINOPSE: Atendendo a vários pedidos, transformamos dois livros; a fábula “O elefante e a anaconda” e o conto “O Senhor das Máscaras”, em uma só encadernação em formato quadrado (20cm x 20cm), como isso demos origem a séria HISTÓRIAS QUE ENSINAM, que pode ser encarado como outra obra paradidática – dois em um, por se tratar de textos educativos para crianças, jovens e adultos de dois gêneros fascinantes da literatura, escritos com a maestria originalidade do seu autor Henrique Musashi.


A fábula, O ELEFANTE E A ANACONDA, conta a história de um paquiderme que se apaixonou por um réptil. Fala-nos das consequências da paixão cega, desenfreada e confusa. Já o conto, O SENHOR DAS MÁSCARAS, discorre essencialmente sobre ética e ahonra, que nos leva a máxima popular que a “mentira tem pernas curtas”, onde um estranho aparece em um reino e consegue galgar status usando de artifícios e artimanhas para conquistar as pessoas mais crédulas e desenformadas.

Vale a pena ler e compartilhar estas duas histórias simples, mas que trazem uma bela mensagem a ser refletida.

*Mantivemos a mesmas ilustrações e capas internas dos textos originais. Boa leitura a todos! máxima popular que “mentira tem pernas curtas”, onde um estranho aparece em uma reino e consegue galgar statos usando de artifícios e artimanhas para conquistar as pessoas mais crédulas e desenformadas. Vale a pena ler e compartilhar estas duas histórias simples, mas que trazem, em cada uma delas, uma bela mensagem simples, direta a e esclarecedora.

      Mantivemos a mesmas ilustrações, capas internas, prefácios dos textos das obras originais. Boa leitura a todos!

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Outras obras literárias de Henrique Musashi - Click na imagem para ir ao site da editora.

sábado, 27 de abril de 2013

Análise literária da fábula “O Elefante e a Anaconda”

   Analise literária da fábula “O Elefante e a Anaconda”, por Eliene Magalhães.


         
Prof. Eliene Magalhães
Henrique Musashi, além de poeta, é contista, cronista e romancista, na verdade um escritor completo, sua escrita tem em si suas características, dilacera em prosas, versos e nos mais variados gêneros, uma escrita inteligível, empolgante, sedutora, em seus tramas e dramas, um escritor polivalente na arte literária.



          O autor, Musashi, aprofunda uma dicotomia com três culturas ancestrais: Asiática, Africana e Ocidental. Pondo, no desenrolar da narrativa, vestígios que contemplam tal afirmativa, quando o autor comenta na obra o Baobá que é uma árvore africana, o elefante asiático que é predominante na Ásia por se tratar do elefante asiático ou conhecido como elefante-indiano, tem também a cobra, símbolo de traição, numa versão bíblica, mas no sentido popular a dizeres que falam por si só “A cobra vai fumar é uma expressão popular que significa algo difícil de ser realizado”, há por sua vez envolvimento internacionais e pela exposição a respeito da cultura nacional. Outra situação foi de implantar no conto o hipopótamo, que tem Isso faz da fábula dentre outras qualidades e características, uma obra paradidática para crianças e adolescentes preferencialmente, podendo alargar-se sua leitura para adultos e idosos no tocante a qualidade cultural que traz a obra.

   
     
Como é do perfil de Henrique Musashi, as suas obras literárias não poderiam conter características diferentes, quando o mesmo trabalha em sua escrita com relações humanas, de amizade, ajuda, que nomeiam o lado positivo da obra e em mostra também as relações difíceis com interação contraria a uma boa relação, exemplificando que o sentido do bem e dos bons conselhos deve permanecer na caminhada dos humanos, uma análise da realidade brasileira. Essas últimas propriedades são integrantes da escola literária que Henrique Musashi pertence: o Pós-modernismo e a contemporaneidade em suas obras. Henrique Musashi defende o respeito étnico-racial entre os povos, etnias e na escola lugar de aprender e conhecer.

Eliene Magalhães 
 - Professora, escritora, poetisa, 
graduada em Letras pela UFC, 
 Pedagoga, especialista em Psicopedagogia, 
 Ensino Religioso e História da Cultura Africana e Afrodescendente.


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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Livro "O ELEFANTE E A ANACONDA"

O ELEFANTE E A ANACONDA - Histórias que ensinam!

Capa e contracapa do livro.
Autor: Henrique Musashi
2.ª edição: 2013
Número de páginas: 38
Formato: quadrado (20cm x 20cm)


        SINOPSE: Esta é uma fábula que narra o amor platônico entre um elefante e uma serpente que se encontraram num zoológico. Ele, atraído pela beleza, elegância e graciosidade da anaconda, entrega-se cegamente a essa paixão, doando-se impulsivamente aos desejos de sua amada e acaba mudando sua vida para agradar o seu amor, esquecendo até mesmo de seu grande amigo hipopótamo que não gostou das mudanças de comportamento do seu velho companheiro. O enredo aborda situações comuns de forma caricatural, apoiado em fundo moral que serve para adolescentes e adultos meditarem a respeito dos sinais de um “amor verdadeiro” e da confiança que devemos depositar nos conselhos dos velhos bons amigos.
Esta peça da literatura infantil, em formato especial (20 cm x 20 cm), é uma bela fábula escrita para todas as crianças, até mesmo para “a criança interior que existe dentro de cada um de nós”, a fim de que aprendamos a pensar nos riscos que corremos quando costumamos agir com certa teimosia e ilusória esperança em nome de uma paixão.


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Livro: IDIOSSINCRASIAS ROMÂNTICAS.

Idiossincrasias românticas - As nuances do amor II Autor: Henrique Musashi 


    
Foto: capa, contracapa e orelhas do livro!

       Sinopse:
 Se você tem um coração pulsando em compasso no peito, é um sinal de vida, porém se ele bate ou já bateu em nervoso, mas feliz descompasso, então é um indicativo de que foi tomado por algumas armadilhas sentimentais. Há quem não saiba o que fazer nessas situações e prefira fugir a qualquer sombra de um romantismo, enquanto o poeta entrega-se às enlevadas artimanhas da alma e traduz em versos os mais sublimes sentimentos. Nas páginas de Idiossincrasias Românticas – As nuances do amor II, o escritor Henrique Musashi descreve seus sentimentos e desejos tão simbólicos, e de forma deslumbrante, toda a poesia nelas contida pode ser confundida com os ensaios da vida real dos seus leitores. Este livro foi constituído em fases nas quais se sobrepõem poemas, e também pensamentos de outros autores, a pintar em suas diferentes nuances o amor – o devoto, sublime, sonhador; o pesaroso, solitário, desenganado; o tímido, incerto, platônico... Portanto, se você deseja fazer uma ótima leitura, sem dúvida esta é uma sugestão ideal e imperdível para os apaixonados por poemas românticos.


* ATENÇÃO: Este livro NÃO É INDICADO para menores de 18 anos.


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quinta-feira, 21 de março de 2013

Sexóloga REGINA NAVARRO - Entrevista polêmica!

     Regina Navarro Lins é uma psicanalista e sexóloga do Rio de Janeiro. Ex-professora de psicologia do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, foi a criadora da cadeira de Dinâmica de grupo.

    Durante dois anos e meio apresentou um programa diário sobre sexo na Rádio Cidade. Foi, por oito anos, colunista do Jornal do Brasil, no Jornal da Tarde e atualmente assina uma coluna no jornal O Dia. Realizou mais de duzentas palestras e workshops sobre amor, casamento e sexo em várias cidades do país. Trabalha em seu consultório particular em terapia individual e de casais.
     É casada atualmente com o romancista e ensaísta Flávio Braga, com quem escreveu alguns de seus livros.


REGINA NAVARRO - De Frente com Gabi
- 20/03/2013 -

Parte-1 Parte-2 Parte-3 Parte-4


Bibliografia - Regina Navarro Lins

  • Lins, Regina Navarro. A Cama na Rede: O que os brasileiros pensam sobre amor e sexo. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576844129
  • Lins, Regina Navarro. A Cama na Varanda: Arejando nossas idéias a respeito do amor e sexo. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788532507051
  • Lins, Regina Navarro; Braga, Flávio. Amor a Três. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576842712
  • Lins, Regina Navarro; Rocco. Conversas na Varanda: Debate sobre a sexualidade brasileira. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788532510761
  • Lins, Regina Navarro; Braga, Flávio. Fidelidade Obrigatória e Outras Deslealdades. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576841715
  • Lins, Regina Navarro; Braga, Flávio. O Livro de Ouro do Sexo. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788500016332
  • Lins, Regina Navarro. Na Cabeceira da Cama. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788532509550
  • Lins, Regina Navarro. Separação. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576841876
  • Lins, Regina Navarro; Braga, Flávio. O Sexo no Casamento. [S.l.: s.n.]. ISBN 9788576841272

Fonte: wikipedia, Youtube




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sábado, 26 de janeiro de 2013

FALAR GRITANDO!

Dr.ª Suely Pavan

Sete horas da manhã e enquanto trabalho sou surpreendida com uma mulher na vizinhança que fala muito alto: 
- Maria, vamos. Você vai chegar atrasada! 
Fico pensando, cá com os meus botões, por qual razão algumas pessoas precisam falar tão alto. 
Surdez? Pode até ser, quem fala muito alto mostra que não escuta bem, mas vejo gente que fala muito alto sem ser surda. 

     Há uma diferença enorme em falar alto para uma platéia de seiscentas pessoas e falar alto no aconchego de quatro paredes. É feio, má educação, gritar ou falar muito alto, quando é possível conversar. 

    Já percebi que tem gente que adota este tipo de comportamento como mero exibicionismo. Pessoas assim precisam chamar atenção a todo o momento. Repare que estas pessoas, além de falarem alto desnecessariamente, ainda têm olhinhos rápidos, aqueles que como uma antena parabólica giram para todos os lados. Elas precisam ser notadas. Vemos pessoas assim em festas, restaurantes, e nas suas próprias casas. Repare que pessoas com o pé no exibicionismo jamais leem contextos, elas chegam falando alto em qualquer lugar, e viram automaticamente o centro das atenções: interrompem assuntos; não respeitam o silêncio; e tornam o que é privado em público. Elas vivem no palco. Repare também que normalmente o foco de atenção destas pessoas é um só: elas mesmas! 

     A voz projetada de forma inadequada é apenas mais um atributo usado única e exclusivamente para chamar a atenção de todos. Com suas vozes altas elas interrompem uma conversa apenas ao entrar em qualquer lugar. Desviam os olhares dos presentes para si com alguma brincadeira, caso, ou o que for. Elas têm o poder de desestabilizar um ambiente, podem até ser (e normalmente são) muito simpáticas, mas simpatia não é sinônimo de boa educação. É o aluno que chega atrasado à aula, e sem ler o contexto, interrompe a fala do professor, enquanto cumprimenta os demais alunos. É o vizinho que fala alto demais e compartilha, sem ser chamado ou bem vindo, sua vida pessoal com a vizinhança toda. É o profissional “que chega” ao escritório como se fosse uma estrela do cinema recebendo o Oscar. Pessoas indiscretas e exibicionistas carecem de um ingrediente importante: Percepção. 

     Ela é a bússola que nos conduz à adequação. É tudo na vida. Sem este chá de “se mancol”, pode-se invadir o espaço alheio simplesmente usando a voz alta. Sem a percepção dos ambientes e contextos é impossível ser espontâneo na vida. O espontâneo é aquele que sabe ler situações e dá as respostas mais adequadas a cada novo contexto. O exibicionista que fala alto, ao contrário, faz valer a sua vontade e age sempre de um mesmo jeito. 

     Já percebi que a maioria das pessoas não se importa muito com pessoas assim, e por agirem desta forma acabam por reforçar este comportamento exibicionista, disfarçado de divertido. Esta ilusão da maioria das pessoas se dá porque normalmente este tipo de exibicionista usa a alegria ou a brincadeira como forma de chamar a atenção sobre si. Ou até seus dramáticos problemas pessoais e profissionais. 

     Quando vejo uma pessoa assim, lembro-me daquelas crianças cujos pais nunca as ouvem, e para sobreviver elas desenvolvem um jeito de chamar a atenção na infância. Podem ficar doentes, deixar de comer ou falar alto em tom de brincadeira ou tragédia. Tornam-se com o passar do tempo pessoas sedutoras ou vitimizadas (tudo acontece com elas). 

     O falar alto sem necessidade sempre me lembra um pedido de socorro: - Estou aqui, por favor, me veja! 

     Ou seja, atrás de um exibicionista sempre há um inseguro que tem a auto-estima quase no chão! 

     Existem aqueles que justificam esta mania de falar alto como um hábito. Pode até ser em alguns casos, principalmente povos. Os italianos, por exemplo, levam esta fama. Mas já fui a casas de italianos que moram no Brasil, na qual as pessoas conversam normalmente e crianças são ouvidas e ensinadas desde cedo a falarem num tom, digamos, “normal”, sem exageros. Filhos podem ser ensinados a não gritar enquanto falam! 

    Falar alto demais gera por parte de quem ouve uma enorme confusão mental. A capacidade de pensar quando somos obrigados a conviver com pessoas que falam gritando fica muito comprometida, já que é exigida uma maior capacidade de concentração. 

     Em situações extremas, como uma briga ou um aviso de perigo, o grito se faz necessário. Falar alto é preciso para desencadear emoções contidas, aquelas que ficaram presas por muito tempo. Por este motivo é importante conversar sempre, e limpar as arestas dos relacionamentos. Assim, ninguém precisa sair por aí gritando seus problemas pessoais. Quem aguenta tudo ou vive com raiva do mundo precisa desestressar  fazendo alguma atividade que permita a catarse: lutar, jogar futebol... Enfim, jogar pra fora aquilo que está bloqueando o seu coração. Mas, antes de chegar ao limite, é melhor ir delicadamente percebendo e conversando sobre aquilo que o incomoda. Afinal de contas, mesmo que faça 30 atividades de desbloqueio, se não aprender a perceber seus incômodos no dia a dia e lidar com o que aparecer, elas funcionarão apenas como paliativos. Por exemplo, casais que conversam sobre aquilo que os incomoda e têm uma comunicação fluída raramente precisam partir para a “gritaria”. Conseguem discutir sem sair aos berros. 



     A capacidade de falar é exclusiva dos seres humanos. Aprender a falar no tom correto a cada ambiente, grupo de pessoas e contexto significa auto-estima adequada e, conseqüentemente,0 comunicação eficaz e transparente, sem uso de jogos de manipulação, como a sedução e a confusão mental. 

     O jeito com que uma pessoa fala transmite muito sobre ela. Tem um tom de voz raivoso? Fala tão baixo que ninguém ouve, denotando repressão? Grita ao invés de falar, e exagera nas brincadeiras? A fala é agitada? 

     Se o nosso interlocutor não for surdo, é preciso se auto-observar a fim de entender o motivo pelo qual se fala tão alto. Precisar não precisa!

Então, se você "fala gritando", ou você é uma pessoa surda ou muito mal educada!

Autoria: Suely Pavan - www.pavandesenvolvimento.com.br 





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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A "SANTA INQUISIÇÃO" E OS INSTRUMENTOS DE TORTURA.


  A Inquisição, ou Santa Inquisição foi uma espécie de tribunal religioso criado na Idade Média para condenar todos aqueles que eram contra os dogmas pregados pela Igreja Católica.
  Fundado pelo Papa Gregório IX, o Tribunal do Santo Ofício da Inquisição mandou para a fogueira milhares de pessoas que eram consideradas hereges (praticante de heresias; doutrinas ou práticas contrárias ao que é definido pela Igreja Católica) por praticarem atos considerados bruxaria, heresia ou simplesmente por serem praticantes de outra religião que não o catolicismo.

  A verdade é que embora o apogeu da Inquisição tenha se dado no século XVIII, as perseguições aos hereges pelos católicos, têm registros bem mais antigos. No século XII os “albigenses” foram massacrados a mando do Papa Inocêncio III que liderou uma cruzada contra aqueles que eram considerados os “hereges do sul da França” por pregarem a volta da Igreja às suas origens e a rejeição a opulência da Igreja da época.

  Em 1252, a situação que já era ruim, piora. O Papa Inocêncio IV publica um documento, o “Ad Exstirpanda”, onde autoriza o uso da tortura como forma de conseguir a conversão. O documento é renovado pelos papas seguintes reforçando o poder da Igreja e a perseguição.

  A Inquisição tomou tamanha força que mesmo os soberanos e os nobres temiam a perseguição pelo Tribunal e, por isso, eram obrigados a ser condizentes. Até porque, naquela época, o poder da Igreja estava intimamente ligado ao do estado.

  Mais terrível que qualquer episódio da história humana até então, a Inquisição enterrou a Europa sob um milênio de trevas deixando um saldo de incontáveis vítimas de torturas e perseguições que eram condenadas pelos chamados “autos de fé” – ocasião em que é lida a sentença em praça pública.

  Galileu Galilei foi um exemplo bastante famoso da insanidade cristã na Idade Média: ele foi perseguido por afirmar através de suas teorias que a terra girava em torno do sol e não o contrário. Mas, para ele o episódio não teve mais implicações. Já outros como Giordano Bruno, o pai da filosofia moderna, e Joana D’Arc, que afirmava ser uma enviada de Deus para libertar a França e utilizava roupas masculinas, foram mortos pelo Tribunal do Santo Ofício.

  Uma lista de livros proibidos foi publicada, o ”Index Librorum Prohibitorum” através da qual diversos livros foram queimados ou proibidos pela Igreja.

  O Tribunal era bastante rigoroso quanto à condenação. O réu não tinha direito à saber o porquê e nem por quem havia sido condenado, não tinha direito a defesa e bastavam apenas duas testemunhas como prova.

  O pior período da Inquisição foi durante a chamada Inquisição Espanhola (Século XV ao Século XIX). De caráter político, alguns historiadores afirmam que a Inquisição Espanhola foi uma forma que Fernando de Aragão encontrou de perseguir seus opositores, conseguir o poder total sobre os reinos de Castela e Aragão (Espanha) e ainda expulsar os judeus e muçulmanos.

A maior demonstração de "psicopatia grave", na idade média, sob os rótulos de fé e devoção apostólica. 

Qual a medida da maldade humana?

Limpeza da Alma – Tortura pela água

 Nos países católicos na idade média, existia a crença que a alma dos hereges e das bruxas estava corrompida e possuída pelo diabo. Optava-se então pela limpeza da alma antes do castigo (que seria a morte).
 A vítima seria amarrada a um banco ou mesa, e um funil ou algo semelhante seria introduzido na sua boca sendo então obrigada a ingerir vários líquidos a ferver: água a escaldar, fachos escaldantes, até mesmo sabão.
 A tortura pela água, era a consequência que um suspeito sofria caso não confessasse num interrogatório. Ele seria obrigado a ingerir grandes quantidades de água até o seu estômago atingir enormes proporções, causando grande agonia, até confessar, ou então eventualmente até a água atingir os pulmões acabando por o afogar.

Cozimento

 Esta horrível forma de execução era levada a cabo com a ajuda de um enorme caldeirão que poderia estar cheio de água, azeite ou mesmo sebo.
 A vítima seria então introduzida no caldeirão que seria depois aquecido com a ajuda de uma enorme fogueira.
 Um método alternativo seria a utilização de um recipiente mais raso e menos profundo que o caldeirão. Estando a vítima parcialmente imersa, esta seria literalmente frita em lume brando até à morte.


Fogueira

 A execução na fogueira tem uma longa história como forma de punir a traição ao rei, heresia e casos de bruxaria principalmente nos tempos da Inquisição. Na idade média era comum serem executados na fogueira vários condenados simultaneamente. Atualmente ainda se registra a prática deste método de execução em países como a Índia e o Quênia bem como no continente africano.

 No caso de a fogueira ser suficientemente grande, a causa da morte ao contrário do que se possa pensar, não é o fogo em si mas sim a inspiração do monóxido de carbono que é venenoso para o ser humano. Nesta situação a vítima já estaria inconsciente quando as chamas atingissem o corpo.

 Porém no caso de ser uma fogueira pequena, a vítima manter-se-ia consciente e em grande agonia durante vários minutos enquanto era progressivamente queimada, até que por fim morreria devido à perda de sangue ou a ataque cardíaco.

 Tipicamente a vítima era amarrada a um poste de madeira e à sua volta eram colocadas tábuas e troncos os quais serviam de combustível para a fogueira, por vezes e para tornar menos dolorosa a execução a vítima tinha em certas partes do corpo fachos de madeira de modo a “antecipar” a morte.

 Nalgumas execuções nos países nórdicos as vítimas eram amarradas juntamente com pequenas porções de pólvora o que tornava a queimada uma autêntica sessão pirotécnica. A pólvora se estivesse localizada perto da cabeça serviria no entanto para “humanizar” a execução uma vez que a vítima morreria rapidamente devido à explosão quando o fogo a atingisse.

A Roda

 Neste mecanismo a vítima era firmemente amarrada à roda pelas mãos e pés. O carrasco em seguida utilizava uma barra, normalmente de ferro, ou um enorme martelo para lenta e metodicamente esmagar os ossos dos braços e pernas do condenado. Ele tinha o especial cuidado de não desferir golpes mortais.

 A perícia do executor era avaliada da seguinte forma: se os golpes quebrassem os ossos e não rasgassem a pele ele seria aplaudido pela multidão. A ideia era que não existissem fracturas expostas nem sangue.

 Quando os ossos da vítima estivessem todos quebrados, os seus membros seriam literalmente enrolados nas extremidades da roda, um pouco como um pretzel. A roda seria então elevada horizontalmente e colocada numa estaca onde a vítima agonizante, esperaria uma morte lenta.

A Cegonha ou a Filha do Varredor

 Este instrumento não se destinava a causar dor diretamente embora esta fosse uma consequência própria da sua aplicação. A cegonha consistia numa espécie de algema que unia as mãos e os pés do torturado, impedindo-o assim de fazer qualquer tipo de movimento.

 Ainda que pareça um meio de imobilização e não de tortura, a cegonha provoca após alguns minutos, fortes dores nos músculos e câimbras que com o passar do tempo se transformam numa dor contínua e atroz. Nesta situação a vítima, pode ser maltratada e torturada ao bel prazer dos inquisidores.

Mesa de Esvisceramento

 Este terrível suplício era feito numa mesa sobre a qual havia uma roldana e um sistema de cordas e pequenos ganchos. O carrasco abria o ventre da vítima, que se encontrava amarrada sobre a tábua de maneira a não poder debater-se, em seguida introduzia os ganchos na abertura prendendo-os firmemente às entranhas do condenado.

 Ao manipular a roldana, as entranhas da vítima eram lentamente puxadas para fora, com ela ainda viva. Esta agonia podia prolongar-se por horas e até dias. Quanto mais tempo demorasse a morte, ou seja, quanto mais o condenado sofresse, maior seria considerada a perícia do verdugo.

O Esmaga cabeças

 Este instrumento tipicamente medieval consistia num capacete e numa barra onde se apoiava o queixo da vítima. Seguidamente utilizava-se um parafuso que ia apertando o capacete comprimindo assim a cabeça na vertical.

 O resultado era terrífico: os alvéolos dentários eram destruídos, depois as mandíbulas e caso a tortura não cessasse, os olhos saltavam das órbitas e o cérebro sairia pelo crânio despedaçado.

Esmagador de seios

 Nos tempos da Inquisição, as mulheres acusadas de bruxaria sofriam por vezes a chamada tortura dos seios. Esta tortura consistia em pressionar os peitos das suspeitas, utilizando-se para o efeito duas tábuas que frequentemente estavam cobertas de espetos, provocando grande agonia na vítima.

O despedaçador de Seios

 Este cruel instrumento de tortura era frequentemente utilizado em mulheres acusadas de heresia ou adultério. 

   Como o seu nome indica, ele era usado para rasgar lentamente os seios das vítimas até ficarem irreconhecíveis.

  Por vezes os quatro ganchos eram usados em brasa para aumentar a dor inflingida.

O Strappado

 O Strappado também conhecido como pêndulo era uma das formas mais fáceis e logo mais usadas de tortura na Idade Média. Tudo o que era necessário era uma corda e uma viga robusta.

 Os pulsos da vítima eram amarrados atrás das costas e a corda passada por cima da viga. Ela era então repetidamente içada e largada causando grande dor, processo este que terminaria na deslocação dos ombros.

 Acredita-se que Maquiavel foi sujeito a este tipo de tortura aquando da sua prisão em 1513.


Empalamento
 Este é sem dúvida uns dos mais revoltantes castigos jamais idealizados pelo homem. Consistia em espetar uma estaca afiada no corpo da vítima. A penetração podia ser pelos lados, pelo reto, ou até pela boca. A estaca normalmente seria plantada no chão, deixando a vítima em agonia suspensa à espera da morte.

 Em algumas formas de empalamento, a estaca seria inserida a fim de evitar morte imediata, e seria inserida de forma a prevenir a perda de sangue, estendendo a agonia da vítima durante longas horas quando não dias. Um meio de alcançar esta morte gradual seria inserir a estaca pelo ânus no corpo da vítima deixando-a perfurar lentamente e procurando evitar o coração prolongando assim o sofrimento.

 Este tipo de tortura foi vastamente utilizada por diversas civilizações no mundo inteiro, sobretudo na Arábia e Europa. Os assírios da antiguidade, conhecidos por inventarem diversos métodos de tortura dos mais cruéis, séculos antes de Cristo, empalavam os inimigos derrotados em guerras e civis que cometiam certos crimes. Diz a lenda que Assurbanípal, monarca assírio das antiguidades, gostava de assistir a sessões de empalamento enquanto fazia as refeições.

As botas

 As botas eram um instrumento de tortura e interrogatório concebido para esmagar os pés e as pernas. Assumiram muitas formas em vários lugares ao longo dos tempos. Variedades comuns incluem a bota espanhola e a bota malaia. As vítimas quando não eram executadas em seguida ficavam com sequelas para toda a vida.

 Consistiam em cunhas que assentavam as pernas dos tornozelos aos joelhos. O torturador usava um pesado martelo para bater as cunhas, apertando-as cada vez mais. Em cada pancada, o inquisidor repetia a pergunta. As cunhas dilaceravam a carne e esmagavam os osso, às vezes tão completamente que era impossível para a vítima voltar a andar, ficando com as pernas completamente desfeitas.

 Uma variante desta forma de tortura é a chamada “Bota espanhola”, então usada na Inquisição naquele país. Era um invólucro de ferro para as perna e pés. Um parafuso ou manivela seria usado para o comprimir cada vez mais.

 A bota espanhola era ainda frequentemente aquecida antes ou durante a sua aplicação, aumentando consideravelmente o sofrimento imposto à vítima.

O Banco da Tortura

 Nenhuma câmara de tortura estaria completa sem este instrumento. Conhecido por vários nomes: os romanos chamavam “equuleus” (cavalo jovem); os franceses de “Banc de Tortura”, os espanhóis “escalera” (escada), Alemanha tratava-o como “Folter” (armação) ou “Liesel de Schlimme” (Eliza temeroso), os italianos nomearam-no “La Veglia” e o apelido britânico era “o Duque de Filha do Exeter”. Qualquer que fosse o nome, era um artifício temível que quebrou incontáveis prisioneiros.

 A ideia básica da prateleira pode ter tido origem na lenda grega do gigante bandido Procrustes . Segundo a lenda ele tinha uma cama de ferro do tamanho exato de cada convidado. Depois de atrair os incautos viajantes, ele os deitaria na cama e esticava-os até que coubessem.

 Isto era um meio popular muito simples de conseguir uma confissão. A vítima era amarrada através de uma tábua pelos seus tornozelos e pulsos. Os cilindros nos topos da tábua seriam então rodados puxando o corpo em direções opostas o que resultava em graves, e muitas vezes irreversíveis lesões nas rótulas e ossos.

A Forquilha dos Hereges

 Este instrumento era composto de dois pequenos garfos , um oposto ao outro e as pontas tocando na carne, uma sob o queixo e a outra sobre o peito.

 Um colarinho pequeno apoiava o instrumento prevenindo assim qualquer movimento da vítima. Os garfos estavam colocados de forma a não penetrar em pontos vitais, prolongando assim o sofrimento da vítima antes da morte.

 Obviamente, as mãos da vítima estariam amarradas atrás das costas, impedindo assim qualquer tentativa de resistência.

 Bastante usado nos tempos da Inquisição para incitar a confissão real ou imaginária de heresias, a forquilha sempre inspirou medo entre as suas vítimas.

A máscara da Infâmia

 A máscara de infâmia proporciona simultaneamente dois diferentes tormentos: um espiritual e um físico. 
 As vítimas eram ao mesmo tempo vítimas de humilhação pública e fisicamente torturadas.

 As máscaras por vezes tinham artifícios interiores, tal como uma bola, ou lâmina que era forçada no nariz ou na boca da vítima, impedindo-a assim de gritar ou chorar. Se a vítima tentasse gritar os protestar a sua língua seria dilacerada pelas lâminas e espetos da máscara.

 A máscara com orelhas longas representava uma pessoa ridícula, enquanto o com uma máscara com focinho de porco simbolizava o animal que considerava bastante sujo.

A pata do Gato

 Este instrumento muito parecido com uma pata de gato de garras afiadas e muito longas foi brutalmente utilizado para rasgar a carne da vítima em farrapos.

 Por causa da dimensão das garras, músculos e ossos não eram obstáculo nesta bárbara tortura. A pata do gato era naturalmente usada com as vítimas amarradas nas mãos e nos pés.

A Cadeira Inquisicional

 Todas tinham uma característica em comum: eram cobertas de espetos afiados no assento, nas costas, nos braços, nas pernas e nos pés. Era um instrumento básico no arsenal dos inquisidores.

 É fácil de compreender o efeito das pontas perfurando o corpo da vítima, sendo que esta estava imobilizada por um sistema de barra de parafuso que a impedia de se mexer fazendo com que os espetos penetrassem mais profundamente.

 O assento frequentemente feito de ferro podia ser aquecido. Estas inovações foram usadas na Alemanha até ao século XIX, em Itália e em Espanha até o fim do século XVIII, em França e noutros países europeus centrais, de acordo com certas fontes até ao fim do século XIX também.

 A força deste instrumento reside principalmente no terror psicológico que causa e a ameaça que a tortura piorará crescentemente, adota um modelo onde a dor começa “fácil” e então piora progressivamente. A ideia é que o Inquisidor pode interrompê-lo a qualquer momento, mediante a avaliação visual dos ferimentos infligidos.

A Pêra

 O seu nome provém da sua forma. Este instrumento tem um mecanismo de parafuso que progressivamente se vai expandido até à abertura máxima dos dois ou três elementos de que é feito.

 A pera era então forçada na boca ou recto das vítimas masculinas e na vagina das vítimas femininas. A pera rectal, vaginal ou oral foi infligida nas pessoas suspeitas de sodomia, em mulheres suspeitas de adultério e nas pessoas suspeitas de incesto ou “união sexual com Satã”, ela também foi infligida em pregadores heréticos ou blasfemos.

 Esta tortura tem implícita em si a ideia de infligir o castigo que era oposto ao tipo de crime que a pessoa tinha cometido.
 Os usos diferentes da pera oral, anal ou vaginal normalmente eram determinados pelo suposto crime. Um acusado de praticar atos homossexuais seria torturado analmente. Uma bruxa ou um blasfemo receberia a pera oral.

 De acordo com o livro “Torture Instruments: From the Middle Ages to the Industrial Era” a pera tinha os seguintes efeitos:

 São forçados na boca, recto ou vagina da vítima e aí aberta por força do parafuso até à abertura máxima dos segmentos. O interior da cavidade em questão é irremediavelmente mutilado, quase sempre fatalmente. Os dentes pontiagudos no final dos segmentos servem para melhor rasgar a garganta, os intestinos ou o útero.

O Garrote

 Este mecanismo foi melhorado na Espanha onde se tornou um instrumento oficial de pena de morte e permaneceu em uso até 1975, quando a última pessoa executada foi um jovem estudante que veio mais tarde a ser declarado inocente.

 Este instrumento tem origens muito antigas. Originalmente foi feito com um enorme barrote enterrado no chão e uma corda amarrada que servia para virar o pescoço da vítima.
 Este tipo de tortura foi usado no mundo inteiro. A versão espanhola foi aperfeiçoada para este instrumento ser utilizado para execução. Teve um colarinho de ferro que possuía um ferro que penetrava as vértebras cervicais de maneira à vítima morrer ou por asfixia ou devido a ter a espinha dorsal esmagada.

O Serrote

 Este instrumento foi utilizado um pouco por toda a Europa na Idade Média. O serrote serviu para punir os mais variados crimes ( bruxaria, desobediência militar, rebelião, homossexualidade,…) provavelmente porque seria encontrado facilmente e garantia uma execução rápida.

 Como podemos ver nas gravuras da época, a vítima era atada pelos pés de cabeça para baixo de modo a obter a máxima oxigenação cerebral e atrasar a inevitável perda de sangue, deste modo ela só perdia a consciência quando a serra lha atingisse o umbigo, ou às vezes até o peito.

 Na Espanha o serrote foi um meio de execução até meados do século XVIII.

A virgem de Nuremberg – dama de Ferro

 O nome deste instrumento parece ter a sua origem num protótipo que foi construído na cidade de Nuremberg. Também é dito que este tipo de sarcófago teve um rosto de donzela esculpido na sua porta principal provavelmente com o objetivo de tornar este horrível contentor ainda mais refinado.

 O sarcófago foi construído com pontas no interior que perfuravam diversas partes diferentes do corpo mas nunca os órgãos vitais isto para manter a vítima viva, em posição vertical.

 Este mecanismo seria aberto tanto da frente como do lado traseiro sem que a vítima fosse capaz de sair. O sarcófago era tão grosso que nenhum grito poderia ser ouvido de fora a menos que as portas fossem abertas.

 Quando as portas do sarcófago eram fechadas, as pontas de ferro afiadas penetrariam as mesmas partes do corpo e nas mesmas feridas como dantes, infligindo uma longa e cruel agonia.

O Berço de Judas

 Neste instrumento medieval a vítima era despida e pendurada por um cinto de ferro à volta da cintura, com as mãos e pés bem presos. As suas pernas eram mantidas levemente abertas por um pau de tal forma que ele só poderia movê-las ao mesmo tempo.

 Era erguido sobre uma pirâmide pontiaguda, as suas pernas eram estendidos para a frente e unidas com uma corda nos tornozelos. A vítima seria abaixada sobre o topo afiado da pirâmide onde esta penetraria o ânus ou vagina. Assim a vítima, com os seus músculos contraídos, não poderia relaxar ou cair no sono.


Tubo de crocodilo

   O torturado era obrigado a entrar em um tubo de dentes de crocodilos, que funcionavam como pregos. Dentro, apenas seu rosto e seus pés ficavam expostos. Aí começava a pior parte. Com fogo, o torturador aquecia, gradualmente, o dente de crocodilo, queimando as vítimas. Era o preço por não passar informações. 
   O fogo também podia ser colocado diretamente na face ou nos pés da pessoa. Quem pegava mais pesado obrigava o torturado a se agachar dentro do próprio anel, movimento que acabava perfurando os órgãos vitais da vítima.

Tean Zu

  Era um método simples no qual a vítima colocava seus dedos em uma superfície de madeira e tinha seus dedos separados por varas ligadas a cordas. Se não respondesse às perguntas, as cordas de ferro começavam a ser fechadas, esmagando os dedos do torturado que podiam até ter os ossos escancarados para fora da pele.

A esfola

   Método muito utilizado durante a Idade Média e, sobretudo, na Caça às bruxas. 
     O torturado tinha as mãos e os pés amarrados em uma espécie de poste e ficava totalmente exposto ao carrasco. Esse, então, pegava uma faca e começava a cortar, lentamente, a pele da vítima, deixando seu corpo em carne viva. A tortura, na maioria das vezes, começava pela cabeça e descia em direção dos pés. Geralmente, antes mesmo de chegar à cintura, a vítima já tinha morrido por insuficiência sanguínea.

O Corta-Joelhos


  Os joelhos do acusado eram colocados no meio dessas garras, para serem esmagados lentamente. Às vezes, o aparelho - um dos preferidos pelos espanhóis - era aquecido, para aumentar a dor da vítima. Outras partes do corpo eram colocadas nas garras, como os pulsos, cotovelos, braços, ou as pernas. A ideia era inutilizar as articulações da vítima, ou o método servir como o início da tortura, visto que não era mortal em grande parte dos casos.


Qual a medida da maldade humana?

Fonte:

www.infoescola.com
Wikipedia 
nerdssomosnozes.blogspot.com.br






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