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domingo, 27 de setembro de 2009

A LENDA DO TIGRE



     Nos tempos antigos, o leão era um signo do Zodíaco chinês, não havia o tigre. No entanto, o leão era muito cruel, por isso Deus queria excluí-lo do zodíaco. Mas não podia fazê-lo porque o leão era o rei de todos os animais. Para se livrar dele, Deus precisaria de um novo rei para controlar os outros animais. Foi aí que Deus se lembrou do tigre.

     O tigre era apenas uma criatura insignificante que vivia no mundo dos homens, mas quando aprendeu as habilidades de luta do gato, o tigre se tornou um guerreiro feroz. Todos os animais por ele desafiados foram mortos ou mortalmente feridos. Após sair vitorioso em todas as batalhas, o tigre se tornou muito famoso. De fato, ele se tornou tão famoso, que Deus o chamou para um torneio de luta no céu, no qual derrotou todos os guerreiros. Após a luta, o tigre também se tornou um dos guerreiros do Deus supremo.

     Mas depois que o tigre se tornou um guerreiro do céu, os animais na terra ficaram fora de controle e começaram a atacar os seres humanos. Isso atraiu a atenção de Deus, então Ele enviou o tigre à terra para proteger os homens. O tigre então propôs um acordo, a cada batalha ganharia uma recompensa. Deus aceitou o seu pedido, e a cada vitória o tigre ganharia uma listra.

     Quando o tigre chegou ao mundo dos homens, o tigre descobriu que o leão, o urso e o cavalo eram os animais mais fortes. Assim, o tigre os desafiou e venceu a todos eles. Quando os outros animais ficaram sabendo, se esconderam na floresta de onde nunca mais saíram e nunca mais foram vistos. O homem agradeceu ao tigre por derrotar todas as bestas.

     O tigre foi então convocado de volta ao céu e porque havia vencido três vezes, Deus colocou três listras horizontais na sua testa. Algum tempo depois, o mundo foi novamente perturbado por uma tartaruga gigante má e mágica que inundou a terra com água. O tigre novamente desceu à terra e matou a tartaruga. Então, Deus adicionou uma listra vertical no centro das três linhas horizontais, criando a palavra 'Wang' ( 王 ), que quer dizer "Rei". 

     A palavra ainda pode ser vista hoje na testa de todos os tigres. E foi assim, vencendo batalhas, que o Tigre ganhou todas as suas listras.

     Então o Supremo Deus do Universo, decidiu tirar do leão o status de signo do zodíaco chinês e o tigre foi escolhido para substituí-lo como o “Rei de todos os animais”.

    Gung Hay Fat Choy! ( Um ano de saúde e prosperidade!)

sábado, 26 de setembro de 2009

A LENDA DE NIAN - O Ano Novo Chinês!




       Há uma velha lenda sobre “Nian”, que significa 'Ano' ou 'Ano Novo ', que explica a origem do Ano Novo chinês (ou Festival da Primavera como é chamado e celebrado na China).
     Diz a lenda: Há muito tempo as pessoas de uma aldeia chinesa foram aterrorizadas por um monstro chamado "Nian". O Nian vinha à aldeia, uma vez por ano no início da Primavera para exigir um sacrifício humano, uma criança para ele comer. Ano após ano ele voltava, e ano após ano, as pessoas entregavam as suas crianças para serem devoradas pelo monstro.
      Um certo dia, eles decidiram que deixariam de apresentar a sua terrível oferenda. Eles haviam descoberto que Nian era na realidade muito covarde, e tinha medo de ruídos altos e cores vivas. Então, eles compraram muito papel vermelho para decorar as portas de suas casas, escreveram nesses papeis palavras desejando sorte e prosperidade. Em seguida, cobriram os papeis com panos negros e com muitos fogos de artifícios ficaram esperando Nian aparecer naquela noite do festival.
      À meia-noite, Nian novamente voltou à aldeia, para a sua habitual procura por uma criança para comer. De repente alguns dos aldeões correram em sua direção, tocando gongos, tambores e címbalos, enquanto outros retiravam os panos negros descobrindo os papeis vermelhos sobre as portas das casas. Então, os homens soltaram os fogos de artifício, fazendo um barulho ensurdecedor. O Nian, aterrorizado e perplexo pelas cores e ruídos, desviou-se da aldeia e fugiu, deixando-os em paz, por mais um ano, pelo menos. Então, eles celebraram com uma grande festa para a qual toda a aldeia foi convidada. Desde então, para evitar que Nian retorne para reclamar outra vítima, todos os anos, os chineses de todas as aldeias na China, celebram o Ano Novo com muitos fogos de artifício e alegorias feitas com papel colorido onde predomina o vermelho.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A Lenda de Sun Wukong





Para alguns fãs de Akira Toryiama e de sua criação mais famosa, Dragon Ball, o nome Sun Wukong pode não ser tão estranho. Este foi o personagem que serviu de inspiração para Toryiama criar o protagonista de sua série, as relações entre ambos são óbvias, começando pelo próprio nome: Son Goku nada mais ? do que a versão japonesa para Sun Wukong.Neste texto irei contar a lenda de Sun Wukong e você verá as semelhanças entre o ele e o famoso saiyajin.
    Sun Wukong, também conhecido como Rei Macaco, Xing Zhe,e Pi Ma-Wen, é o principal personagem do clássico romance épico chinês, Jornada ao Oeste, criado pelo escritor chinês Wu Chengen, em meados da Dinastia Ming, por volta de 1570.
    Neste romance, Sun Wukong acompanha o monge Xuanzang (Tang Sanzang em algumas traduções) em sua viagem para recuperar sutras budistas provenientes da Índia.
    Sun Wukong nasceu de uma mística pedra formada pelas foráas do caos. Viveu em um reino de macacos numa ilha remota. Após conquistar o respeito dos outros macacos, Sun Wukong se tornou o rei deles. Mas percebeu que mesmo sendo um rei ainda era mortal, e determinado a encontrar imortalidade, ele viajou em uma balsa que o levou para a terra dos humanos, onde encontrou e se tornou o discípulo de um sacerdote taoêsta.
    No inicio o sacerdote estava relutante em treiná-lo, pois ele não era um humano, mas sua determinação o impressionou a ponto de se tornar um de seus discípulos favoritos. Com isso Sun Wukong aprendeu diversas técnicas marciais e mágicas, tais como a técnica de voar sentado em nuvens, a capacidade de saltar quilômetros de distancia, e de se transformar em diversos tipos de animais e objetos, no entanto seu poder de transformação não era perfeito já que sempre que tomava a forma humana ainda possuía sua cauda de macaco. Mas por ser muito arteiro e exibido Sun Wukong acabou sendo expulso pelo sacerdote.
    Ele decide então voltar para sua ilha, e acaba tendo que enfrentar diversos monstros que a tinham tomado. Para derrotá-los, Sun Wukong teve que ir em busca de uma arma mágica, e assim encontrou um bastão capaz de crescer tão alto quanto o céu ou encolher ao tamanho de uma agulha. Ele, finalmente, derrotou os monstros, e acreditando estar tão poderoso quanto um deus, queria que o Imperador de Jade (senhor dos céus, do homem e do inferno) o reconhecesse como tal. O imperador atendera seu pedido colocando-o no posto de Pi Ma-Wen, mas mais tarde Sun Wukong descobre que estava servindo apenas como um lacaio e que os outros deuses zombavam dele por isso. Furioso, Sun Wukong roubou e comeu os pôssegos da imortalidade e fugiu para sua ilha.
    Sun Wukong teve que enfrentar as tropas celestes enviadas pelo Imperador de Jade, e acabou sendo capturado. Após isso, inúmeras foram as tentativas de executá-lo, mas ele era muito poderoso, até que o Senhor Buda veio e conseguiu aprisioná-lo por 500 anos na Montanha dos Cinco Elementos (Wu Xing Shan).
    Cinco séculos depois, o Bodhisattva Guanyin saiu em busca de discípulos que poderiam proteger uma peregrinação para obter os sutras budistas. Sun Wukong ofereceu para servir o peregrino de nome Xuanzang, um monge da Dinastia Tang, em troca de sua liberdade. Sob a supervisão de Xuanzang, a Sun Wukong foi permitida a viagem para o Ocidente.
    Durante a peregrinação Sun Wukong protegeu o monge de diversos monstros e outras criaturas malignas, que queriam comer um pedaço da carne de Xuanzang a fim de ganhar a vida eterna.
    Devido a sua popularidade a lenda de Sun Wukong foi se adaptando de acordo com a cultura chinesa. E atualmente uma festa de Sun Wukong é celebrada no décimo sexto dia do oitavo más lunar no calendário chinês. Em Hong Kong a festa é  celebrada no Templo Budista em Sau Mau Ping, que contém um santuário para a Sun Wukong.
    Alguns estudiosos acreditam que Sun Wukong fora baseada em Hanuman o deus macaco do Hinduísmo.

Veja esse post também em: http://animecast.info

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Que tipo de pessoa vive por aqui?


    Conta uma popular lenda do Oriente Próximo, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e aproximando-se de um velho perguntou-lhe:
    - "Que tipo de pessoa vive neste lugar ?
    - "Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ?" -
    perguntou por sua vez o ancião.
    - "Oh, um grupo de egoístas e malvados. - replicou o rapaz - Estou satisfeito de haver saído de lá."
    A isso o velho replicou:
    - "A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui."
    No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
    - "Que tipo de pessoa vive por aqui ?"
    O velho respondeu com a mesma pergunta: - Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem ?
    O rapaz respondeu:
    - "Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras.
    Fiquei muito triste por ter de deixá-las".
    - "O mesmo encontrará por aqui"- respondeu o ancião.
    Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
    - "Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?
    Ao que o velho respondeu :
    - "Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive.
    Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui.
    Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto".
    Infunda em si mesmo a idéia do sucesso.
    O primeiro requisito essencial a todo homem para encontrar uma vida digna de ser vivida, é ter uma atitude mental positiva.

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O POTE VAZIO

    Há muito tempo, na China, vivia um menino chamado Ping, que adorava flores. Tudo o que ele plantava florescia maravilhosamente. Flores, arbustos e até imensas árvores frutíferas desabrochavam como por encanto.
    Todos os habitantes do reino também adoravam flores.
    Eles plantavam flores por toda a parte e o ar do país inteiro era perfumado.
    O imperador gostava muito de pássaros e outros animais, mas o que ele mais apreciava eram as flores.
    Todos os dias ele cuidava de seu próprio jardim.Acontece que o imperador estava muito velho e precisava escolher um sucessor.Quem poderia herdar seu trono? Como fazer essa escolha?Já que gostava muito de flores, o imperador resolver deixar as flores escolherem.No dia seguinte, ele mandou anunciar que todas as crianças do reino deveriam comparecer ao palácio. Cada uma delas receberia do imperador uma semente especial. – Quem provar que fez o melhor possível dentro de um ano – ele declarou – será meu sucessor.A notícia provocou muita agitação. Crianças do país inteiro dirigiram-se ao palácio para pegar suas sementes de flores.Cada um dos pais queria que seu filho fosse escolhido para ser o imperador, e cada uma das crianças tinha a mesma esperança.Ping recebeu sua semente do imperador e ficou felicíssimo. Tinha certeza de que seria capaz de cultivar a flor mais bonita de todas.Ping encheu o vaso com terra de boa qualidade e plantou a semente com muito cuidado.Todos os dias ele regava o vaso. Mal podia esperar o broto surgir, crescer e depois dar uma linda flor. Os dias se passaram, mas nada crescia no vaso. Ping começou a ficar preocupado. Pôs terra nova e melhor num vaso maior. Depois transplantou a semente para aquela terra escuta e fértil. Esperou mais dois meses e nada aconteceu. Assim se passou o ano inteiro.
     Chegou a primavera e todas as crianças vestiram suas melhores roupas para irem cumprimentar o imperador. Então correram ao palácio com suas lindas flores, ansiosas por serem escolhidas.Ping estava com vergonha de seu vaso sem flor. Achou que as outras crianças zombariam dele por que pela primeira vez na vida não tinha conseguido cultivar uma flor.Seu amigo apareceu correndo, trazendo uma planta enorme:- Ping, disse ele, você vai mesmo se apresentar ao imperador levando um vaso sem flor? Por que não cultivou uma flor bem grande como a minha?- Eu já cultivei muitas flores melhores do que a sua, disse Ping.- Foi essa semente que não deu nada.O pai de Ping ouviu a conversa e disse:- Você fez o melhor que pôde, e o possível deve ser apresentado ao imperador.Ping dirigiu-se ao palácio levando o vaso sem flor. O imperador estava examinando as flores vagarosamente, uma por uma. Como eram bonitas! Mas o imperador estava muito sério e não dizia uma palavra.Finalmente chegou a vez de Ping. O menino estava envergonhado, esperando um castigo. O imperador perguntou:- Por que você trouxe um vaso sem flor?Ping começou a chorar e respondeu:- Eu plantei a semente que o senhor me deu e a reguei todos os dias, mas ela não brotou. Eu a coloquei num vaso maior com terra melhor, e mesmo assim ela não brotou. Eu cuidei dela o ano todo, mas não deu nada. Por isso hoje eu trouxe um pote vazio. Foi o melhor que eu pude fazer.
     Quando o imperador ouviu essas palavras, um sorriso foi se abrindo em seu rosto e ele abraçou Ping. Então ele declarou para todos ouvirem:- Encontrei! Encontrei alguém que merece ser imperador!- Não sei onde vocês conseguiram essas sementes, pois as que eu lhes dei estavam todas queimadas. Nenhuma delas poderia ter brotado. Admiro a coragem de Ping, que apareceu diante de mim trazendo a pura verdade. Vou recompensá-lo e torná-lo imperador deste país.

Texto extraído do livro: O pote vazio – Demi, Ed. Martins Fontes


quarta-feira, 6 de maio de 2009

Eliminando três guerreiros com dois pêssegos

中国国际广播电台
(China Radio International)
    No século 7 a. C, a China estava dividida em vários reinos. Tian Kaiqiang, Gu Yezi e Gongsu Jie eram conhecidos como “três valentes” do reino Qi , de quem o rei gostava muito. No entanto, com o decorrer do tempo, os três começaram a gabar-se de sua valentia e do cuidado do rei, atuar a seu bel-prazer e não respeitar ninguém. Nesse momento, um conspirador chamado Cheng Wuyu aproveitou-se de suas vaidades para suborná-los, a fim de derrubar o reino Qi e usurpar o poder.
    O primeiro-ministro do reino, Yan Ying, estava muito preocupado com a situação e decidiu buscar uma oportunidade para eliminar os três valentes. Como um letrado como ele, no entanto, iria eliminar os três guerreiros que antes gozavam da confiança do rei?
    Um dia, o rei do reino Lu, vizinho do Qi, veio fazer uma visita e o rei Qi ofereceu um banquete no palácio real, a que foram convidados Yan Ying, os três guerreiros e os funcionários civis e militares. Ao ver os três homens exalando um ar de vaidade, Yan Ying teve uma idéia. No meio do banquete, foi pedir um favor ao rei para mandá-lo a recolher alguns pêssegos no jardim real oferecendo aos convidados. O rei concordou. Pouco tempo depois, Yan Ying voltou com seis pêssegos. Ofereceu dois ao rei Qi e ao rei Lu, ofereceu dois aos primeiros-ministros dos dois países e restaram dois. Yan Ying fez nova proposta ao rei: os presentes vão apresentar seus méritos e quem fizeram os méritos maiores, ganharão os últimos pêssegos.
    O rei achou a ideia genial para animar o ambiente do banquete e concordou. Nesse momento, um dos “três valentes”, Gongsun Jie, saiu do multidão, dizendo: “Quando acompanhava o rei no caça, matei pessoalmente um tigre e salvei o rei. Isso não foi um grande mérito?”. Yan Ying disse: “Claro. Pode levar um pêssego”. Gongsun Jie ficou muito satisfeito.
    Outro valente Gu Yezi precipitou-se a dizer: “Matou um tigre? Que mérito de burro! Matei uma grande tartaruga no rio Amarelo e salvei a vida do rei. O meu mérito não foi nada menor que o de Gongsun Jie”. Ouvindo isso, o rei achou certo e deu o último pêssego a ele.
    Nesse momento, o último dos três valentes Tian Kaiqiang começou a queixar-se, apresentando como ele fez mais de 500 prisioneiros numa batalha e fez grandes méritos para o reino. Perguntou ao rei se o mérito dele seria ou não suficientemente grande. O rei confirmou o feito, mas consolidou-o dizendo: “O seu mérito foi realmente grande. Mas, você falou tarde demais e os prêmios já estão esgotados. Pode esperar pela próxima vez”.
    Tian Kaiqiang sentiu-se humilhado perante o público. Com raiva, tirou sua espada e suicidou-se. Vendo a morte do amigo, Gongsun Jie também tirou a espada e disse: “Tenho menor mérito do que Tian, mas fui premiado. O general Tian tinha um mérito maior do que o meu não recebeu nada, o que é injusto”. Dito isto, terminou a própria vida.
    O último valente saltou em frente de todos, e disse: “fizemos um juramento para viver e morrer juntos. Agora, eles morreram antes de mim e como poderei viver sozinho”. Suicidou-se.
    Num abrir e fechar olhos, os “três valentes” morreram suicidando-se um após outro, o que nem deu tempo ao rei para impedir o suicídio. Todos os presentes ficaram assustados. Assim, Yan Ying, com sua inteligência e apenas dois pêssegos, eliminou os três guerreiros e a preocupação do país.

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