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terça-feira, 24 de abril de 2012



"Receita de Sashimi" -  Blog do Chef Hu Musashi



  • Ingredientes

-500 gr de filé de atum ou robalo fresco cortado em um só pedaço (nunca use peixe congelado)
-1 pedaço de raiz-forte fresca (ou use wasabi comprado pronto)
-Daikon, cenoura ou salsão (aipo) cortados em tiras para decorar
-6 colheres (sopa) de shoyu.

  • Acompanhamentos:

-1 pedaço de daikon
-1 cenoura média
-1 talo de salsão.

  • Preparo
Com uma faca de lâmina grossa e afiada corte o filé de peixe de acordo com uma das quatro técnicas básicas indicadas a abaixo:
  • Hira giri: segure o filé de peixe firmemente e corte em fatias de 0,5 cm de espessura e 2,5 cm de altura. Serve para todos os filés de peixe.
  • Kaku giri: corte o peixe em fatias, como ensinado e, em seguida corte as fatias em cubos de 1 cm de lado, Esta técnica serve principalmente para o atum.
  • Ito zukuri: corte o peixe em fatias de 0,5 cm e, em seguida corte as fatias em tiras de 0,5 cm de largura. Serve principalmente para peixes pequenos e lulas.
  • Uzu zukuri: segure firmemente o peixe na superfície de trabalho e corte em lâminas (como folhas de papel) quase transparentes. Serve principalmente para filés de pargo e perca.

Cubra o lado fino do ralador com filme plástico e passe a raiz-forte, fazendo movimentos circulares (você deverá obter 2 colheres (chá) de raiz-forte ralada).
Coloque as fatias (ou cubos, tiras ou lâminas) de peixe em um prato grande de servir (ou distribua em pratos individuais), arrumando de maneira decorativa, guarneça com a raiz-forte ralada, tiras de daikon, cenoura ou salsão, cubra com filme plástico e leve à geladeira por, no máximo, 1 hora.
Distribua o shoyu em 4 tigelinhas individuais e reserve.

  • Modo de preparo dos Acompanhamentos:

Descasque o daikon, corte em tiras bem finas, ponha em uma tigela e cubra com água fria.
Raspe a cenoura, faça o mesmo e repita o procedimento com o talo de salsão.

Na hora de servir, escorra os legumes e coloque em tigelinhas, tire o sashimi da geladeira e leve à mesa acompanhado do shoyu reservado e dos legumes.
Se quiser, misture um pouco de raiz-forte no molho antes de passar o peixe.

Rendimento: 4 porções.



HISTÓRIA DO SASHIMI


Antigamente, nas regiões de Quioto e Osaka (berço da culinária japonesa), apenas um tipo de peixe, por vez, era degustado em forma de sashimi. Pois, para apreciar bem o sabor, não se podia ter a interferência de outros sabores. Com o passar do tempo, essa prática foi deixada de lado e a combinação de vários peixes (cores e sabores diferentes) numa única travessa tornou-se mais comum.

Mas há controvérsias sobre a verdadeira origem do sushi e do sashimi. Uma outra corrente diz que pelo fato dos primeiros habitantes do arquipélago (há cerca de 8.000 anos) usaram boa parte de seu potencial energético (florestas, madeira), já que não existiam outras fontes como carvão mineral, gás ou petróleo. Então, os peixes e outros frutos do mar passaram a ser consumidos crús, acompanhados de shoyu (molho de soja), wasabe (raiz forte – um bactericida natural), vegetais e arroz.

Inicialmente os peixes eram consumidos em fatias (sashimi) ou acompanhados e arroz (niguiri-zushi), depois, diz a lenda, na cidade de Tekka, uma espécie de jogo de cartas fez com seus jogadores solicitassem a colocação de folhas de alga sobre o alimento para que não sujassem as mãos e o baralho.

Outra teoria diz que o arroz era utilizado para preservar o peixe e era descartado na hora de comer. Mas com o tempo, alguns passaram a apreciar o sabor deste arroz, o que deu origem ao sushi. 

No Japão, o sushi chegou vindo da China por volta do anos 700. Procurando melhorar a preservação do peixe, foi introduzido o vinagre no arroz. Cobria-se o arroz : cobria-se o arroz temperado apenas com vinagre, com o peixe cru, colocava-se numa caixa de madeira com um peso por cima para comprimi-lo. Deixava-se descansar por um dia antes de ser consumido. Este tipo de sushi era conhecido como oshi-zushi ou hako-zushi. 

O sushi mais conhecido e popular, chamado nigiri-zushi, apareceu somente no período Edo (1603-1868), em torno de 1800. Nos arredores de Tóquio, as pessoas com uma vida cada vez mais agitada, petiscavam o nigiri-sushi como uma opção de fast-food na entrada dos estabelecimentos, nas ruas ou à beria de estradas. O método de preservação deu lugar ao conceito de frescor e rapidez para servir.

Sayonara! 

Curiosidade:  Apesar do sashimi ser um filé de peixe fatiado, a denominação Kirimi que para os samurais da Era Kamakura (1185-1333) significava cortar o corpo e seria a denominação mais exata para “carne fatiada”, não foi utilizada.





sexta-feira, 20 de abril de 2012

Vampiros de energia


     Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por exemplo, esquece a própria vida, abandona os estímulos e as próprias vontades. Muito do que vive, em geral, tem a ver com o desejo e satisfação do outro, numa submissão inconsciente. “Isso porque essa pessoa tem a tendência a acreditar nas críticas e insultos recebidos, sem forças para argumentar”, diz a psicóloga Cora Ferreira, de São Paulo. “A relação afetiva entre essas pessoas impede a rapidez e a clareza da percepção das manipulações e ameaças”.

Segundo Cora avalia, o agressor é normalmente simpático, extrovertido e educado, do tipo que conquista fácil a confiança, mas que tende a ser controlador e hostil. E o agredido se mostra frágil emocionalmente, inseguro e com baixa auto-estima. Desta forma, os dois acabam por formar uma “dupla perfeita” nas suas imperfeições. “A questão da violência emocional acontece por conta dos dois lados. É uma dupla que vai encontrando uma forma de sobrevivência: um abusa para mostrar e sentir-se poderoso, o outro cede porque se sente inferior e culpado - e isto vai se tornando um ciclo vicioso. Alguns gostam de agredir. Outros de apanhar”.

Entre as formas dessa violência que não deixa marca no corpo está humilhar, depreciar, fazer chantagem com cenas melodramáticas e desmerecimentos, levando o outro a crer na culpa, na inferioridade e incapacidade frente a situações como cuidar de si, da casa ou dos filhos.
“Em geral, o agressor minimiza os argumentos do outro e, de forma egocêntrica, aumenta os seus, dizendo que são mais importantes e urgentes. Busca satisfação constante de suas vontades, enquanto responsabiliza o outro pelas questões negativas de suas vidas”, diz Cora, que é especialista em psicoterapia psicanalítica.

Para fugir desse agressor, que usa da força verbal, psicológica e moral para minimizar o parceiro, é preciso primeiro identificá-lo. “Essas pessoas normalmente têm o sentimento de inferioridade encoberto e, para dar conta do mal-estar que sente, dilapida as bases do outro”, explica a psicóloga.

Se ainda assim não é possível enxergar o agressor - o amor bandido às vezes transfigura a realidade - uma boa saída é olhar para si e pensar a respeito dos sonhos, desejos e o tem feito com isso. “Se estiver satisfeita, tudo bem! Mas, e se fica muito infeliz com isso? Com certeza vai ter que dar um basta nesta forma de relação. Se ficar presa à necessidade de satisfação de alguém, sem levar nada de bom, a vida cobra mais pra frente”, alerta Cora. E aí, no meio desse círculo vicioso, a vítima se afasta de parentes e amigos e acaba isolada.

A psicóloga sugere então o diálogo como início de uma nova cara para a relação. Colocar as questões sobre a mesa e lavar a roupa suja são saídas. Outra opção é se aproximar de amigos e familiares que possa confiar e pedir ajuda. “Mas isto é só o primeiro passo, já que as marcas podem ser muito profundas, não só com relação ao que viveu com o parceiro, como também uma decepção pessoal, por ter se prestado a esta vivência, sem ter se libertado para sua vida há mais tempo”, diz Cora.


Vampiros de energia no ambiente de trabalho são figuras comuns. Você certamente convive ou já conviveu com um. Fique atenta: suas dentadas começam com fofocas, competição desleal, intriga e omissão de informação. 
Se tem uma coisa que a convivência com típicos "vampiros" me ensinou, é que não vale a pena ser educada com essas pessoas. Ao detectar um vampiro emocional, seja curta e grossa contra suas investidas. Corte o mal pela raiz, antes que ele ataque o seu pescoço e passe a te rodear sempre à procura de mais sangue.
Tanto no ambiente de trabalho quanto em sua vida pessoal, fuja como o diabo foge da cruz dos tipos listados pelo jornalista Luís Pellegrini, que também te dá dicas de como lidar com eles:
  • 1) O COBRADOR: cobra sempre, de tudo e todos, seja por telefone, email ou ao vivo. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, abrirá as portas para ele atuar. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar por que ele não liga ou aparece? Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.
  • 2) O CRÍTICO: só sabe criticar. Todas as observações são negativas e destrutivas. Vê a vida somente pelo lado “sombrio”. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga não a suas críticas. Nunca concorde com elas. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração.
  • 3) O ADULADOR: é o famoso “puxa-saco”. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de falsas lisonjas e elogios. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da sua aura para lhe sugar a energia.
  • 4) O RECLAMADOR: reclama de tudo, de todos, da vida, do governo, do tempo… Se opõe a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. E o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. A melhor tática é deixá-lo falando sozinho.
  • 5) O INQUIRIDOR: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda, pois já manda mais uma rajada de perguntas. Na verdade ele não quer respostas e sim desestabilizar seu equilíbrio mental, perturbando seu fluxo normal de pensamento. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente, e procure se afastar assim que possível.
  • 6) O LAMENTADOR: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram as suas desgraças. Para sugar a energia da vítima, atacam pelo lado emocional e afetivo. Choram, lamentam, e fazem de tudo para despertar pena. São sempre os coitados. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro: cortando suas asas. Diga que não gosta de queixas, ainda mais porque elas não resolvem situação alguma.
  • 7) O PEGAJOSO: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse “lambê-la” com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa em seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele sugará a sua energia em qualquer uma das possibilidades. Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado e portanto, vulnerável.
  • 8) O “GRILO-FALANTE”: a porta de entrada é o seu ouvido. Fala durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada. Para se livrar, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.
  • 9) O HIPOCONDRÍACO: cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bulas de remédios. Assim, chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois se sente péssimo.
  • 10) O ENCRENQUEIRO: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando-lhe um estado raivoso e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê espaço para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

TEXTO útil enviado por uma vampira psicótica/patológica.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Quando o choro acompanha o orgasmo!


"Quando o choro acompanha o orgasmo!"
Por Dr. Cássio dos Reis

Algumas considerações sobre o aparente paradoxo entre o orgasmo e o choro. Importante considerar que o choro, nem sempre se relaciona com o sofrimento e a dor. Muitas vezes pode significar exatamente a liberação das emoções contidas, necessitando assim de um canal próprio para sua exteriorização.

Muitas são as possibilidades das emoções: as recebimento de coisas boas, a graça concedida, o troféu da vitória, o êxtase contemplativo e o prazer sexual, podendo daí desencadear o choro. A intensidade do orgasmo, faz com que muitas mulheres chorem. Muitas vezes confundindo o parceiro, que normalmente não consegue entender o choro, depois do gozo. As emoções contidas aproveitam e pegam carona no momento do êxtase, e desta forma se liberam, trazendo conforto e prazer, num saudável benefício para o equilíbrio psíquico. Podemos classificar o choro que acompanha o orgasmo em quatro possibilidades:

  • 1º O choro como a expressão de um prazer extremado, tão intenso que chega a ser doído.
  • 2º O orgasmo pegando carona em um sentimento de profundas emoções, desencadeando então um choro profundo, como expressão extrema de felicidade.
  • 3º Algumas mulheres choram porque continuam vivendo inconscientemente a repressão da própria sexualidade. No momento do orgasmo, explodem  as emoções reprimidas e camufladas. Como se autorizassem a sentir aquilo que estava proibido, fazendo alguma coisa que não deveriam ter feito, um conflito entre o desejo sexual e a repressão, mediatizados pelo sentimento de culpa.
  • 4º Considerar ainda o fato de algumas mulheres chorarem no momento do orgasmo, conscientes de que vivem um momento muito feliz, mas com a pessoa errada.




Sabem que o relacionamento não terá a mínima possibilidade de caminhar, embora  entregues emocionalmente. O choro aparece, antecipando o  provável sofrimento. O orgasmo sendo representante de mais uma atribuição. Um prazer que de tão intenso e realizador, pode emocionar  ao ponto de desencadeando o choro. Neste caso, choro de felicidade mesclado a uma resposta psicofisiológica. O orgasmo.


domingo, 1 de abril de 2012

SEXO: As 20 maiores mentiras que contam e alguns acreditam!


          Sexo por si só já pode ser bastante complicado ou por você ou pela complexidade de seu pereiro, pois sempre trazemos bagagens emocionais ou as vezes traumas que as vezes atrapalham uma boa relação. A gente poderia passar sem as lendas que cercam o assunto e que só causam ainda mais confusão na hora H! Parte dessas mentiras são resultado de séculos de uma visão muito moralista e conservadora sobre o assunto. Afinal, se a masturbação era considerada um pecado até pouco tempo atrás, não é de se estranhar que haja tantos fantasmas cercando o sexo solitário. - Quem nunca ouviu falar que se masturbar faz crescer pêlos nas mãos ou que faz o membro crescer como se fosse um músculo? 
Então vamos lá as maiores 20 mentiras contadas sobre o sexo!

1- Todas as meninas sentem dor e sangram na primeira vez
Quanto mais relaxada e lubrificada a garota estiver, menor a chance de sentir dor. Portanto, Dom Juan, se você conseguir deixá-la hipertranqüila, ela pode gemer por outros motivos, não por dor...
Já o sangramento depende do tipo de hímen que a menina tiver. Por causa da disposição dos vasos sanguíneos, alguns hímens não sangram ao serem rompidos. Outros, mais elásticos (chamados complacentes), não se rompem na primeira relação - não havendo sangramento.


2- A mulher tem mais vontade de transar quando está menstruada
Não existe uma regra dizendo quando a mulher tem mais vontade de transar. Algumas sentem mais desejo antes, outras depois e outras durante a menstruação. Algumas mulheres podem sentir-se mais seguras menstruadas, já que as chances de engravidar são menores. Por outro lado, há mulheres que se sentem constrangidas nesse período e evitam qualquer tipo de relação sexual.


3- Ejacular e chegar ao orgasmo são a mesma coisa
Não chame Jesus de Genésio! Ejacular é expelir esperma do corpo. Já o orgasmo é o auge da excitação, a sensação máxima de prazer a que se chega numa relação sexual. Acontece que, no corpo masculino, geralmente a ejaculação e o orgasmo ocorrem simultaneamente. As contrações geradas pelo orgasmo ajudam a desencadear a ejaculação. Apesar de ser mais raro, pode ocorrer ejaculação sem orgasmo e vice-versa.

4- A garota pode engravidar se fizer sexo anal
Só quem faltou nas aulas de anatomia ainda cai nessa. Ao ejacular durante o sexo anal, você deposita esperma no reto da parceira. O reto (e o resto do intestino) não tem nenhuma ligação interna com a vagina, nem com o útero, nem com as trompas.
O espermatozóide não tem como "atravessar" a parede do intestino para chegar às trompas, onde os óvulos estariam prontos para ser fecundados. E também não há como o óvulo "viajar" até o intestino.

A Anvisa  já proibiu a venda de alguns
5- Colocar uma camisinha sobre a outra diminui o risco de gravidez
Truque mais do que furado! Usar dois preservativos ao mesmo tempo provoca muito atrito no látex (borracha da camisinha) e, ao invés de proteger você em dobro, essa tática só aumenta as chances de o material estragar e se romper. O mesmo vale para quem está pensando em usar camisinha feminina e a masculina ao mesmo tempo.

6- Dá para aumentar o tamanho do pênis com exercícios
Desengane: o pênis não é nenhum bíceps que pode ser hipertrofiado com musculação. Não há, até hoje, nenhum tipo de exercício com reconhecimento médico que consiga aumentar o tamanho do dito cujo. Não bote fé nos anúncios de "aumente seu pênis com exercícios".
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inclusive, já andou proibindo a venda de alguns "manuais milagrosos".

7- Excesso de masturbação provoca espinhas
As espinhas são causadas pelo excesso de oleosidade na pele, muito comum na adolescência, ou por problemas hormonais. Portanto, pede pra sua vó contar outra...
A masturbação não tem nenhuma conexão com o funcionamento das glândulas sebáceas (responsáveis pela oleosidade da pele). É óbvio também que se trancar no banheiro com a Playboy não faz nascer pêlos nas mãos, não causa cegueira, impotência...

8- Nenhuma garota engravida na primeira transa
Se você já acreditou nisso e ainda não é chamado de "papai", deu sorte. A partir do momento em que a garota tem a sua primeira ovulação, ela já pode engravidar. Seja na primeira, na quinta ou na vigésima relação sexual. Se a transa for desprotegida e a garota estiver ovulando, as chances de ela engravidar na primeira vez são iguais às de qualquer outra transa.

9- O quadril alarga depois que a menina perde a virgindade
O sexo não muda em nada o corpo de uma garota. Nem o quadril alarga, nem os seios aumentam, nem as coxas engrossam...
O que normalmente acontece é que a menina tem a primeira relação sexual no mesmo período em que as mudanças naturais da adolescência estão ocorrendo. Mas, se ela transar pela primeira vez aos 20 anos, por exemplo, não vai notar diferença nenhuma no seu físico.

10- Sexo oral é sexo seguro
Sexo oral não engravida, tá certo, mas pode transmitir aids e outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), como clamídia, herpes e gonorréia. A infecção ocorre quando a mucosa da boca entra em contato com secreções da vagina ou o esperma.
Para que o sexo oral seja seguro, é necessário usar algum tipo de barreira —como camisinha (no caso dos garotos) e camisinha feminina ou um pedaço de filme plástico (para as garotas).

11- Garotas com seios grandes sentem mais prazer
Não existe a menor relação entre o tamanho dos seios e o prazer que a garota sente.
As de sutiã tamanho 38 podem sentir tanto prazer (ou mais) do que as que usam 44. Não se deixe enganar por aquelas atrizes pornôs de seios gigantescos e que parecem se divertir absurdamente nos filmes. Elas são pagas para encenar isso, esqueceu?

12- A camisinha não impede totalmente a passagem do HIV
Muitos estudos provam que a camisinha é eficiente para barrar o HIV. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos ampliou o látex 2 mil vezes e não encontrou nenhum poro por onde o vírus da aids pudesse passar. Outra ampliou em 30 mil vezes — o suficiente para que o HIV possa ser visto — as 40 marcas de preservativos mais usados no mundo. De novo não foi encontrada nenhuma passagem possível para o vírus.

13- Lavar a vagina com um jato d'água depois do sexo previne gravidez
Lava-rápido só funciona com automóvel. Os espermatozóides ficam tão ligeiros após a ejaculação que, até a menina se levantar e lavar a vagina, eles já entraram no útero. E lá não há jato d'água que alcance...
A única coisa que uma ducha vaginal vai fazer é "empurrar" os espermatozóides retardatários mais para dentro da vagina, aumentando a chance de acontecer a fecundação.

14- Quem se masturba demais tem ejaculação precoce
A ejaculação precoce geralmente está relacionada à ansiedade e à falta de experiência. A masturbação não tem nada a ver com isso. Aliás, alguns especialistas até indicam exercícios envolvendo a masturbação como um tipo de treino para aqueles que entram em campo muito ansiosos na hora de um jogo oficial.
É a técnica do stop-start, em que você pára de se masturbar assim que sentir que está a ponto de ejacular — e começa tudo de novo depois.

15- O tamanho do pênis é proporcional ao tamanho do pé
Desfilar com uma lancha nos pés pode ser uma baita propaganda enganosa.
Várias pesquisas já tentaram provar a relação entre o tamanho do pênis e outras partes do corpo (pés, mãos, nariz, etc.) — e nenhuma conseguiu provar nada!
Não há nem sequer proporcionalidade entre o tamanho do pênis em estado flácido e ereto — um pênis "pequeno" quando flácido pode ficar maior do que um "grande" quando os dois ficam duros.

16- Se não perder a ereção, você pode usar a mesma camisinha no "segundo tempo"
Ser pão-duro nessas horas? Se você ejacular na primeira transa, o reservatório da camisinha vai ficar cheio de esperma. Mesmo que você não perca nem um pouquinho da ereção, as chances de o sêmen vazar na segunda rodada são grandes. Além disso, o líquido funciona como um lubrificante interno do preservativo. É bem capaz que ele escorregue e fique dentro da vagina, sem que o casal perceba imediatamente. Aí a camisinha não vai ter servido para nada.

17- Você pode pegar DST nadando na mesma piscina que alguém contaminado
Como o próprio nome diz, as DSTs são doenças sexualmente transmissíveis, ou seja, são passadas durante o sexo pelo contato entre as mucosas, dos fluidos seminais, vaginais ou do sangue.
Se você estiver mesmo só nadando na piscina, não tem como se contaminar. Agora, transar dentro d'água traz os mesmos riscos que no seco — tanto de DSTs como de gravidez.

18- A saliva pode ser usada para lubrificar melhor a camisinha
A idéia parece incrível, mas é outra grande roubada. A saliva estraga a borracha da camisinha, tornando o seu rompimento mais fácil. Por outro lado, a falta de lubrificação aumenta o atrito com o látex, corroendo o material. A solução é ter sempre a mão um lubrificante à base d'água — que não destrói o preservativo, nem causa irritação na mucosa vaginal ou anal.

19- Se você urinar depois de transar não corre o risco de pegar DST
Ir ao banheiro após a transa só serve mesmo para aliviar a bexiga. A urina não leva vírus e bactérias para fora do organismo. Apesar de absurda, tem muita gente que acredita nessa lenda. Uma pesquisa feita pelo Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, em 2000, mostrou que 38% dos entrevistados achavam que urinar era uma forma de se proteger contra doenças venéreas.

20- Homens com pênis comprido dão mais prazer às mulheres
É só seguir a lógica: se a parte da vagina que tem mais sensibilidade está no seu primeiro terço, o que adianta o tamanho "extra", que vai além disso? Isso sem contar que a maioria das mulheres atinge o orgasmo com a estimulação do clitóris — um pênis bem comprido não garante nada nesse sentido... Pelo contrário: pênis muito longos podem até causar desconforto à mulher durante a penetração. 


Veja também este interessante documentário sobre: A Vida No Futuro - O Futuro Do Sexo.

Imagine em um futuro não muito distante: Orgasmos provocados com um dispositivo por controlo remoto. Um exame cerebral que detecta a presença do amor. Festas onde se pode conferir o DNA de parceiros em potencial. E até amantes robôs! O futuro do sexo vai pegar fogo!!
FONTE: O Guia dos Curiosos - Sexo, Marcelo Duarte e Jairo Bouer, Companhia das Letras, 2001Consultoria: Cláudio Emílio Bonduki, doutor em medicina pela Unifesp e médico-assistente do Departamento de Ginecologia da universidadeFonte: JL/Fernanda Wendel - Youtube.

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