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terça-feira, 27 de outubro de 2009

COMPOTA DO PRAZER (Receita Mística)



Por: Gilson Chveid Oen - Numerólogo

     Esta receita da Compota do Prazer é muito antiga e, provavelmente, já é feita há mais de 6000 anos. Evidentemente, seus ingredientes foram adaptados a época em que vivemos de forma que a receita atual refletisse com bastante precisão os conteúdos de experiências que o seu saborear promove nas 9 Salas do Inconsciente Humano. Foram usados como referência relatos, a este respeito, descritos em pergaminhos muito antigos, descobertos no século XX por pesquisas arqueológicas realizadas no Oriente Médio.
Ingredientes:

300 gramas de ameixas pretas e sem caroço
100 gramas de maçã desidratada
100 gramas de pêra desidratada
100 gramas de passas brancas
100 gramas de cerejas ao marrasquino, inteiras com toda a calda
100 gramas de nozes picadas
100 gramas de castanhas do Pará picadas
100 gramas de amêndoas sem pele picadas
um pouquinho de canela em pau
um pouquinho de cravo
1 rodela de limão
1 cálice de vinho tinto

Modo de Fazer:

  • Faça uma calda colocando numa panela 2 xícaras de chá de açúcar para caramelar, ou seja, cozinhando o açúcar até ele ficar da cor de um caramelo, e acrescente, então, 1 litro e meio de água fervendo.
  • Misture bem o açúcar caramelado com a água fervendo e coloque primeiro a maçã e a pêra desidratadas.
  • Depois que estiverem quase cozidas, coloque o restante dos ingredientes começando pela ameixa.
  • No final coloque o vinho.
  • Deixe a Compota apurar por mais ou menos 40 minutos.
Algumas Observações:

     Se você resolver aumentar a quantidade dos ingredientes aumente, também, proporcionalmente a quantidade de calda.
     Se depois da Compota ficar pronta você achar que ela ficou com pouca calda, faça em uma outra panela mais uma medida de calda e quando ela estiver bem dissolvida a acrescente a Compota já pronta.
     E assim estará pronta a sua Compota do Prazer, que posta na geladeira poderá durar de 1 a 2 meses.
     Como este exemplo de mesa, infinitos outros poderão ser criados, mas por questões da Engenharia Dimensional que envolve a virada de 2007 para 2008 recomendo que todas as mesas contenham algum tipo de compoteira com a Compota do Prazer no seu interior, pois durante o ritual que desenvolvi para ser realizado nesta virada será necessário saborear uma colher de sobremesa da Compota do Prazer.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

SHOP SUEY

Shop Suey é como chamamos os legumes e carnes fritos juntos à moda chinesa. Na verdade, a receita não é tradicional na China e sim de restaurantes chineses quando chegram no Ocidente (mas não deixa de ser chinês), que perceberam o gosto dos "gwilos" pelo picadinho.
Fritar à chinesa é refogar, de preferência, legume por legume, carne por carne... Você vai fritando os pimentões, por exemplo e retira-os enquanto crocantes, depois põe, na mesma panela a cebola e faz o mesmo, sempre acrescentando um pouquinho mais de óleo. É isso que torna a comida chinesa deliciosa e muito calórica.

Ingredientes

- 250 g de filé mignon fatiado bem fino (congele um pouco, antes de fatiar), ou carne porco (de preferência lombo, também fatiado fino) ou camarões sete barbas, ou frango. Se quiser (fica delicioso) use um pouco de cada - sempre escolhendo 3 deles - cerca de 100g de cada um
- óleo de soja
- 1 pimentão vermelho picado em quadrados e 2 cm
- 1/2 pimentão amarelo picado em quadrados e 2 cm
- 1 cebola em pétalas grossas
- 3 dentes de alho em lâminas
- 3 ou 4 fatias de gengibre
- 1 xícara (chá) de buquês brócolis apenas branqueados (coloque em água fervente, deixe levantar fervura, conte um minuto e tire do fogo. Passe em água gelada)
- 1 xícara (chá) de buquês de couve-flor, apenas branqueados
- 1 cenoura pequena em fatias bem finas
- 100 g de ervilhas frescas ou ervilha torta
- 100 g de champignons fatiados no sentido do comprimento
- 100 g de broto de bambu fatiado (opcional)
- 1/2 xícara (chá) de shoyu
- 1 1/2 xícara (chá) de água
- 1 colher (sopa) de amido de milho
- 1/2 xícara (chá) de cebolinha verde picadinha

Modo de Preparo

1. Limpe e pique tudo. Prepare os legumes (couve-flor ebrócolis). Se tiver uma panela chinesa (Wok), coloque-a no fogo. Se não tiver, use uma frigideira alta ou panela,em último caso.
2. Coloque 2 colheres de sopa de óleo de soja. Deixe estar bem quente e junte os pimentões de ambas as cores. Vá mexendo enquanto frita, por uns 3 minutos, mais ou menos.
3. Retire os pimentões e coloque a cebola, o alho e o gengibre. Frite da mesma maneira. Se precisar, junte mais um pouco de óleo.
4. Retire o alho e a cebola, deixando o gengibre.
5. Frite o brócolis. Faça o mesmo com a couve-flor, deixando o gengibre que não deixa que fiquem com cheiro muito forte.
6. Retire. Junte mais óleo e frite as ervilhas.
7. Retire. Coloque mais um pouco de óleo e frite a carne.
8. Se for fazer com os três tipos de carne, frite uma de cada vez, deixando os camarões por último.
9. Com a carne ainda na panela, junte os champignons e o broto de bambu. Refogue mais um pouquinho.
10. Misture a água, o amido de milho e o shoyu.
11. Junte todos os legumes já fritos na panela.
12. Jogue por cima a “mistura de shoyu” e mexa bem para que o molho engrosse. Prove o sal. Se quiser mais salgado, coloque mais shoyu.
13. Assim que o molho engrossar, retire do fogo para que os legumes não cozinhem demais.

Dica: Sirva com arroz branco japonês (shiro geku) ou arroz de sua preferência.


Por: Henrique Musashi






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Ampan




Ingredientes:

• 400 gramas de farinha de trigo
• 12 gramas de fermento para pão, seco, granulado
• 90 gramas de açúcar
• 1 xícara de leite morno
• 40 gramas de manteiga
• 1 ovo
• 4 gramas de sal
• 600 a 800 gramas de anko (doce de feijão Azuke)

Modo de preparo:

Dissolva o fermento no leite morno e misture tudo (exceto o anko) na batedeira, com o gancho para massas. Bata até atingir o ponto de véu (pegando um pouco de massa, ela se estica até ficar transparente, sem rasgar).
Deixe descansar por pelo menos 1 hora, até dobrar de volume.
Divida a massa e o anko em porções. A quantidade de anko varia muito. Há quem prefira pães com bastante recheio e outros, com menos.
Deixe descansar 15 minutos, pincele com gema e faça um furo em cada um, para que o vapor escape e o pão não fique oco.
Pincele com gema de ovo para dar aquele “efeito de verniz” O forno deve etsar bem quente, por isso, pré aqueça por pelo menos uns 15 minutos
Deixe assar até dourar, tomando cuidado para não queimar embaixo.


 

Dorayaki



Ingredientes: ( 6 porções)

• 150g de Farinha de Trigo
• 2 colher de cha de Fermento em pó
• 3 Ovos
• 80g de Açúcar
• 100 ml de Leite
• 1 colher de chá de Saquê Mirin (doce)
• 1 colher de chá de Shoyu
• 250g de Azuki (Doce de Feijão Azuki – receita disponível)

Modo de Preparo:

1. Peneire a farinha e fermento em po junto.
2. Bata os ovos e adicione açúcar, leite, mirin e shoyu. Misture bem.
3. Misture os todos os ingredientes dos itens 1 e 2 até que se tenha uma massa homogênea.
4. Esquente a frigideira e coloque o oleo. Coloque a massa quantidade de uma colher de concha na frigideira. (Nao toque a massa ate aparecer "espumas" no superfície da massa. Apos aparecer as "espumas", vire a massa)
5. Faca bolinho de feijão azuki doce de forma que ocupe aproximadamente a superfície da massa.
6. Quando ficarem prontas as massas, coloque o bolinho de azuki entre as duas massas e pronto.

Espere esfriar e sirva! 

 

domingo, 11 de outubro de 2009

Cravo-da-Ìndia ou Cravo-da-China?


 
 O nome científico antigo do cravo-da-índia, Eugenia caryophyllata Thunb, deriva da palavra grega "karyophyllon" que significa "folha-noz".
            Da China é que veio a primeira indicação do uso do cravo-da-índia como condimento, remédio e elemento básico para elaboração de perfumes especiais e incensos aromáticos. Na China, era então conhecida por "ting hiang" e na dinastia Han (206 a.C.-220 d.C.) seus frutos foram levados para a corte do imperador por enviados da Ilha de Java. Conta-se que os próprios javaneses mantinham um pequeno fruto na boca para melhorar o hálito, antes de ir falar pessoalmente com o imperador.

   




Liu Bang
Imperador/Fundador da Dinastia Han

  Hoje, a ciência já é capaz de explicar esse uso: é que o eugenol, óleo essencial presente nesta especiaria apresenta efeitos antiinflamatório, cicatrizante, analgésico e é eficaz na eliminação de bactérias presentes na boca.
           A primeira pessoa a fazer uma descrição completa do cravo-da-índia foi um botânico alemão chamado Everard Rumph que dizia: "é a mais bela, a mais elegante e a mais preciosa de todas as árvores". Na culinária da Idade Média, o cravo-da-índia era usado como aromatizante para conservas e como adorno para pratos selecionados. Na época do reinado de Ricardo II, era ingrediente do Hippocras, um vinho quente tomado costumeiramente pelos nobres.

   

No século 16, quando chegaram às Ilhas Moluccas, os portugueses imediatamente dominaram as plantações, destruindo aquelas que não podiam vigiar de perto. Esse monopólio fez com que o preço do cravo-da-índia no mercado ficasse muito alto. Os holandeses que sucederam aos portugueses agiram da mesma forma e ganharam o monopólio ao destruir todos os craveiros-da-índia, exceto aqueles que cresciam em uma ilha de sua propriedade: Ambon. Finalmente, a França rompeu o monopólio e, no começo do século XIX, a planta já era cultivada em grandes plantações em muitas regiões tropicais. No Brasil, o cravo-da-índia é cultivado em regiões quentes.
 

O elemento CRAVO-DA-ÍNDIA esta presente nos licores Musashi:

"Pina" e "7 Elementos"

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Mestre Yip Man - 叶问

     Mestre Yip Man (叶问), nasceu em 1.º de outubro de 1893 e morreu em 2 de dezembro de 1972. Yip Kai Man foi considerada o maior e primeiro mestres (Sifu) à ensinar a arte marcial chinesa de Wing Chun abertamente. Ele tinha vários alunos, que mais tarde tornaram-se professores de artes marciais, incluindo Bruce Lee, seu aluno mais famoso aqui no ocidente.
    Seus pais Yip Oi Dor e Ng Shui, e foi o terceiro de quatro filhos. Ele cresceu em uma família muito rica em Foshan, Guangdong, e recebeu uma tradicional excepcionais educação chinesa . Seu irmão mais velho foi Kai Gak. Sua irmã mais velha foi Wan Mei e sua irmã mais nova foi Wan Hum.
    O templo de sua família era dirigido pelo Mestre Chan Wah Shun, "Wah, o  Trocador de Dinheiro", do estilo Wing Chun (ou Ving Tsun) de Kung Fu.
    Yip Man treinou com o Mestre Wah até o seu falecimento, três anos depois. Nessa época ele se mudou para Hong Kong para prosseguir os estudos de graduação.

    Yip Man vivia se envolvendo em brigas onde sempre vencia graças à eficiência de seu Kung Fu. Um dia convidaram-no para enfrentar um senhor de seus 50 anos de idade, que diziam conhecer artes marciais.
    Ele aceitou imediatamente e procurou o homem para desafiá-lo. Este o olhou de alto a baixo e sorriu, perguntando se ele havia treinado com o venerável Mestre Chan Wah Shun, de Fatshan e se ele já havia aprendido o Chum-Kiu (segunda forma do estilo Ving Tsun).
    Yip Man não ouviu o que o homem dizia, pois teria percebido que apenas um conhecedor do estilo poderia saber esses detalhes. Vendo que não havia outra alternativa, o homem disse que Yip Man poderia atacar como quisesse, que ele tentaria não machucá-lo.
    Isso enfureceu o adolescente, que atacou diversas vezes. O homem apenas esquivava seus golpes e o jogava ao chão até que Yip Man reconheceu sua derrota. O senhor finalmente se apresentou: era Leung Bik, o segundo filho do Grande Mestre Leung Jan, professor do Mestre de Yip Man(foto a direita).
    Yip Man se desculpou e solicitou que o aceitasse como discípulo. Dessa forma Yip Man concluiu os estudos do Ving Tsun aos 24 anos, quando retornou a Fatshan.
    De volta à sua terra natal, foi acusado de desertor e de ter aprendido outro estilo de Kung Fu. Levou muito tempo para convencer seus colegas do encontro com Mestre Leung.
    Yip Man, fiel à promessa feita ao seu Mestre, primeiramente se recusou a ter alunos. 

     Depois da Segunda Guerra Mundial, já pai de família e com a sua fortuna arrasada pela guerra, voltou a Hong Kong para tentar ganhar a vida. Refinado e sem grandes dotes físicos, teve muita dificuldade para arranjar emprego.
    Finalmente foi convencido por um amigo a dar aulas de Kung Fu na Associação dos Trabalhadores em Restaurantes de Hong Kong. Com o passar do tempo juntou um punhado de discípulos com os quais fundou sua primeira academia. Seus alunos enfrentaram muitos desafios que tornaram o Ving Tsun famoso e muito procurado.
    Em 1967 ele fundou a Hong Kong Ving Tsun Athletic Association, entidade que ainda hoje representa aquele estilo em Hong Kong e foi o berço de todos os Grandes Mestres de Ving Tsun da atualidade.


Ah! Vejam o Filme "O Grande Mestre" 1, 2 e 3




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