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sábado, 28 de julho de 2012

RAUL SEIXAS - Biografia e Vídeo!

Nascido em 28 de junho de 1945, Salvador, Bahia, Raul Santos Seixas, tinha dois ideais: o de ser cantor ou escritor. Sempre à frente, em matéria de música, o rock tornou-se uma necessidade, levando-o em 1962 a fundar o Grupo "Relâmpagos do Rock", passando-se a chamar de "The Panthers" e por fim "Raulzito e os Panteras". (Em 1968, já casado vai para o Rio e grava o primeiro LP. Mesmo fracassando não desiste). Criou músicas e discos de sucesso para Jerri Adriani, Trio Ternura, Renato e Seus Blue Caps, Tony e Frankie, Diana e Sérgio Sampaio, combinou o Rock de Elvis com o baião. Dividiu parceria com Paulo Coelho no álbum Gita, conseguindo assim seu primeiro Disco de Ouro. Hora de mudar o mundo! A controvertida "Sociedade Alternativa" não agradou e Raul foi preso e torturado pelo DOPS tendo que deixar o País. "Há dez mil anos atrás" é o fim da parceria com Paulo Coelho e acaba por deixar a Phillips. Em 1977 faz com Claudio Roberto: "O Dia em que a Terra Parou" junto a WEA. Recupera-se de uma forte pancreatite e em 1978 lança o álbum "Mata Virgem".

          Em 1983 lança o álbum "Raul Seixas", pela Eldorado onde numa das faixas ele conta a história do Rock, e no mesmo ano lança o livro "As aventuras de Raul Seixas na cidade de Thor". Sempre com um público enorme, seu fã-clube oficial lança o álbum "Let me Sing My Rock and Roll". Em 1987 lança o álbum "Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!" pela Nova Copacabana. É importante ressaltar o lançamento do LP Pedra do Gênesis em 1988, por se tratar de tudo o que significou a Sociedade Alternativa. Em 1989 juntamente com Marcelo Nova, lança o que seria seu último trabalho o álbum "A Panela do Diabo". Mudar o mundo!! O ideal de mudar o mundo! Entre 30 de julho e 13 de setembro de 1987, Raulzito esteve em tratamento de desintoxicação em Vila Serena, São Paulo. A seguir temos um depoimento que ele mesmo chamou de "Inventário", escrito a partir das sessões de terapia e que conta de forma breve um pouco de sua vida,

Vídeo completo sobre a vida de Raul Seixas
(exibido pela Rede Globo)


Uma história Emocionante

Nasci em 45, no final da guerra , portanto minha juventude foi uma juventude pós-guerra necessariamente. Comecei a usar cabelo James Dean, blusão de couro e a beber cuba-libre, o que espantava meus pais burgueses de classe média: 'Um menino que teve tudo , nasceu em berço de ouro, mimado , por que age assim?' , meus pais se indagavam. 


Minha mãe queria que eu fosse presidente da República. Meu pai era chefe de Telecomunicações da Viação Férrea Federal da Bahia. Além disso ele sempre foi um sombra em minha vida. Na realidade, hoje é que ele está sentindo necessidade de se chegar; eu e meu único irmão o estamos acatando.



Casei quatro vezes e morei um ano e meio com a carioca Tânia, com a qual não tive filhos. Foi minha terçeira mulher. 



Anos 50: nossa familia com meu pai saímos viajando por todo o interior da Bahia inspecionando estações de trem. Ouvia muito Luiz Gonzaga e os repentistas da estrada de ferro. Meu irmão e eu tomávamos cachaça escondido junto com os matutos do norte. 



Na cidade em Salvador papai ouvia o Repórter Esso, mamãe colecionava a revista O Cruzeiro, e ficou muito deprimida quando Marta Rocha perdeu por duas polegadas a mais!!! Eu metido em brigas de turma nos bairros: lambreta e conduíte. 

Naquela época a Bahia estava infestada de americanos que trabalhavam para a Petrobrás. Em 54 surge nos Estados Unidos Elvis e o Rock'n'Roll caipira, além do blues dos negros do sul. Os filhos dos gringos me apresentavam esse novo fenômeno através de discos e revistas. Quando a gente se encontrava na rua o papo era: 'E aí , tudo bem, tem disco novo?' Aprendi blues e rock antes destas músicas terem chegado ao Brasil. Além disso aprendi inglês fluentemente. 

Troquei minha lambreta por dois velhos pares de violão e um contrabaixo de pau. Baixo acústico. 

Perdi a segunda séria do ginásio por cinco anos para comparecer aos programas de rádio e ao Elvis Rock Club, onde se bebia e dublava os artistas americanos; eu era o único que cantava e tocava ao vivo." 



A VOLTA E A EXPLOSÃO DO DISCO GITA: 



O disco "Gita" explode, vendendo 600 mil cópias, fazendo Raul voltar para o Brasil. É o primeiro disco de ouro de sua carreira. 



"Raulzito" lança o "Novo Aeon" e "Há Dez Mil Anos Atrás", e encerra sua parceria com Paulo Coelho. 



Seguem-se os lançamentos de 19 discos, entre eles: "O dia em que a Terra parou" (1977), "Abre-te Sésamo" (1980), "Metro Linha 743" (1984) e "UAH-BAP-LU-BAP-LAH-BÉIN-BUM!" (1987), entre outros. Raul fundiu o tal rock'n roll americano com diversas variações rítmicas brasileiras, do xote ao baião, ajudando a criar a cara do rock nacional, e influenciando assim as bandas que foram surgindo. 



Lançou ainda dezenas de compactos, o livro "As Aventuras de Raul Seixas na Cidade de Thor" e fez contratos em todas as gravadoras majors do país. Teve ao todo cinco mulheres e três filhas. 

Entre 30 de julho e 13 de setembro de 1987, Raulzito esteve em tratamento de desintoxicação em Vila Serena, São Paulo. 

No dia 21 de agosto de 1989, às 9 horas, Dalva Borges da Silva, empregada de Raul, chega ao apartamento nº 1003 do Edifício Aliança, zona central de São Paulo, e encontra Raul morto em sua cama. Ele havia falecido duas horas antes da chegada de Dalva, de parada cardíaca causada pela pancreatite de que sofria há anos, consequência do alcoolismo. 


Fonte: ielaine.br.tripod.com
www.mdig.com.br
Youtube

















quarta-feira, 11 de julho de 2012

MITOS E VERDADES SOBRE O NÚMERO 13

Você é uma destas pessoas que temem a sexta feira 13 ou só de falar no 13
 se tremem toda ou então é daquelas que consideram o 13 o seu número da sorte?
Vamos ver neste texto mitos e verdade sobre o número 13.

Você já parou para pensar por que o número 13 é motivo de tantas opiniões controversas? Ou por que tem gente que não sai de casa na sexta-feira 13? Há quem acredite que a simbologia é sinal de "mau agouro" - especialmente em uma sexta-feira 13 - enquanto outros afirmam que o número sugere boas vibrações.
Como se não bastasse eu ser numerólogo, tenho na minha família três exemplos dessa reação de medo e de atração pelo número. Minha tia, nascida dia 13 de novembro, foi registrada como se tivesse vindo ao mundo no dia 12, pois seus pais tinham horror ao 13. E uma outra tia fez o mesmo com meu primo, justificando que pelo fato de ele ter nascido nos últimos minutos do dia 13 de agosto, não haveria problema em registrar o dia 14 como sua real data de nascimento.
O terceiro exemplo é da minha própria mãe. Ela nasceu dia 13 de março e meu avô só foi registrá-la muito tempo depois. Era comum isso ocorrer naquela época, ainda mais nas cidades do interior de Minas Gerais. Por esse motivo, a data que consta em sua certidão de nascimento é 13 de agosto. Nesse caso, só o mês de nascimento foi modificado, mas o dia 13 permaneceu na data de seu nascimento. Claro que minha mãe tem uma relação de amor com o 13. Ela o considera seu número de "sorte".

AFINAL, O QUE SIGNIFICA O NÚMERO 13?

O 13 é formado pelos números 1 e 3. O 1 simboliza coragem, iniciativa e disposição para correr riscos. Já o 3 representa a autoconfiança e o otimismo de acreditar no melhor da vida, além da reação de leveza e liberdade que acompanha essa atitude positiva perante os desafios. Tanto o 1 quanto o 3 gostam de viver livremente e não apreciam dar satisfações do que querem fazer e do que efetivamente fazem. Por que detestam ser mandados e seguir regras.
O interessante é que o 4, resultante da soma entre os números 1 e 3 - que formam o 13 - indica justamente o oposto. O 4 gosta de seguir regras e prefere o certo ao incerto. Almeja a estabilidade e não se sente à vontade em arriscar. Prefere seguir um ritmo calmo, com organização, planejamento e praticidade.
Então, o conflito está deflagrado dentro do próprio número 13. Há uma luta entre o risco e a segurança. O 4 é conservador, enquanto o 1 e o 3 preferem o novo, as novidades e a originalidade. O 4 é tradicional; o 1 e o 3 são rebeldes. O 4 gosta de apoio e da presença física das pessoas ao seu redor. Já o 1 e o 3 são independentes, amam a autonomia e um amplo espaço para desbravar. Provavelmente, por reunir em sua simbologia tendências tão opostas, o 13 pode ser considerado um número ambíguo: uns o consideram sinal de mau agouro, outros de boas vibrações.
Ter receio do número 13 pode significar problemas no que tange a ter iniciativa ou otimismo para buscar novas experiências mais prazerosas e criativas - características simbolizadas pelos números 1 e 3. Outra possibilidade é que as pessoas privilegiem um dos extremos desse simbolismo: conservadorismo ou inovação; novidades ou comodidade; coragem de experimentar situações diferentes ou resistência à mudança. Por outro lado, quando a pessoa sabe lidar com a simbologia desse número, ela consegue ter muitas ideias, comunicá-las e tem a determinação de realizá-las. Sabe unir teoria e prática. Consegue viver bem com as regras sociais sem perder sua originalidade, sem reprimir a sua individualidade.

A SIMBOLOGIA DA SEXTA-FEIRA 13

De acordo com a Numerologia, não há nada de especial na sexta-feira 13. No entanto, algumas pessoas podem se sentir desafiadas nessa data. Enquanto o 1 e o 3 - que formam o 13 - querem liberdade, otimismo e festividade, eles geram o sério 4 como número reduzido. E este pede praticidade, perseverança, determinação, planejamento e organização para direcionar melhor a necessidade de criatividade e de diversão dos números 1 e 3. Mas vale lembrar que isso vale para qualquer dia 13, e não apenas para a sexta-feira.
Outro detalhe é que, no Tarot, o 13 é o número do arcano "A Morte". E essa carta representa a necessidade de mudanças, de sair da zona de conforto. Quem não se sente à vontade de mudar hábitos e situações em sua vida, tende a não gostar desta simbologia.
Então, diante desse cenário apresentado a respeito do simbolismo do 13, fica evidente que por trás de medos e superstições existe uma mensagem. A de que é preciso saber arriscar com confiança e planejamento, rumo ao que precisa ser mudado e reestruturado em nossa vida. Tais mudanças pedem coragem e, ao mesmo tempo, pés no chão.

Fonte: http://www.personare.com.br/




quarta-feira, 4 de julho de 2012

Pornografia on-line é crime?



          O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é claro. Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente é crime. A pena é de reclusão de 4 a 8 anos, além de multa. Mas e quando o ato é cometido por um adolescente e o alvo de divulgação é o seu próprio corpo, como no caso do sexting? Para Rodrigo Nejim, da Safernet Brasil, a prática é um desafio à própria legislação.


          "Ao pé da letra, ele (o adolescente) estaria cometendo um ato infracional contra ele mesmo. É uma situação nova", disse, complementando que, em geral, as autoridades fazem uma abordagem mais pedagógica do que punitiva em relação ao sexting. O promotor do Ministério Público de Pernambuco José Lopes de Oliveira Filho, que coordena a área de crimes cibernéticos no MPPE, diz que caso o adolescente que publica na internet fotos do próprio corpo nu ou seminu em situações sensuais tenha entre 14 e 18 anos, ele pode responder por ato infracional. Eaté os pais ou responsáveis legais pelo jovem que pratica sexting podem ser responsabilizados por dolo ou culpa, desde que, tendo conhecimento, se omitam ou induzam à prática.

          "O pai que sabe e se omite ou incentiva pode incorrer em responsabilidade penal por abandono moral de incapaz", disse o promotor, citando que pode haver até a perda da guarda. Um assunto complexo, polêmico e delicado. Segundo o diretor de Prevenção da Safernet Brasil, Rodrigo Nejim, outro adolescente que utilize a imagem proveniente do sexting para praticar o ciberbullying (humilhações e ofensas por celular, e-mails, blogs, sites de relacionamentos, entre outros) está cometendo uma agressão equivalente a um ato infracional. E os pais desse jovem podem ser condenados a pagar indenização por danos morais.

          Diante de tudo isso, o que fazer para que as crianças e adolescentes façam bom uso da internet e não fiquem expostas aos perigos da rede é a pergunta que preocupa os pais. A dica da ONG Safernet Brasil é dialogar com as crianças e adolescentes para conhecer o que eles fazem on-line. Conversar com os filhos sobre as noções de privacidade e de comportamento de risco para construir limites é a dica da organização, que não defende a proibição, mas o diálogo. A opinião de Nejim é de que crianças de até 12 anos não devem ter computador no quarto. O equipamento, diz, deve ficar em uma área comum da casa. Para aqueles que fazem a ONG, proibir não previne.

Primeiro, o artigo ao qual a matéria se refere está errado. É o artigo 241-B e não 214-B, que não existe.

A lei fala que é crime:

  • Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar (…) vídeo (…) que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente” (art. 241-A)
  • Adquirir, possuir ou armazenar (…) vídeo (…) que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente” (art. 241-B)

E quem assistiu o vídeo? Esse assunto ainda vai dar muito pano para a manga, pois é o caso mais grave a respeito que já tivemos no Brasil, a lei é relativamente nova (2008), não há muita jurisprudência a respeito, e por isso há muitos pontos ainda vagos..

Reparem que a lei não usa o verbo assistir e por isso existe a dúvida sobre o que pode acontecer com as 10 mil pessoas que assistiram o vídeo. O que a lei fala é que eles não podem ter oferecido ou divulgado o vídeo (por exemplo, colocado um link para onde o vídeo estava armazenado, ou mandado um email para um amigo avisando que o vídeo existe, ou indicado o site para os amigos na mesa do bar). A lei também diz que eles não podem ter disponibilizado (por exemplo, colocado o vídeo em seus próprios sites), distribuído (por exemplo, enviado o vídeo para um amigo ou colocado em um arquivo/folder compartilhado), ou transmitido o vídeo.

Além disso, a lei diz que é crime ter armazenado o vídeo. Ou seja, quem fez o download do vídeo para seu computador, armazenou o vídeo e, por isso, terá cometido o crime. 

Mas ainda que eles não tenham feito nada disso, a lei diz que é crime adquirir e possuir o vídeo, e aí o problema é bem maior, pois esses dois termos são mais subjetivos quando estamos falando de internet. Adquirir é ter direito ao acesso ou passar a ser dono. Possuir é estar de posse, ou seja, ter consigo ou ter o direito de usar, ainda que não seja o dono (proprietário). Aqui há um espaço enorme para debates pois quem acessou o site onde o vídeo estava armazenado, a princípio, não estava de posse nem adquiriu o vídeo, mas dependendo da tecnologia usada para assistir o vídeo, o computador do usuário pode ter armazenado o vídeo ainda que apenas temporariamente (por exemplo, os vídeos podem ter sido carregados na memória volátil/temporária do computador). Nesse caso, é possível alegar que quem assistiu cometeu o crime.

E quem assistiu sem querer? Primeiro, como a lei não diz que esses crimes são punidos também em sua modalidade culposa, quem assistiu o vídeo sem querer não pode ser punido, pois um crime só é punido na modalidade culposa (cometido sem querer) quando a lei é clara a esse respeito. Mas, um bom magistrado, pode fazer um segundo teste para determinar a intenção do internauta: por quanto tempo a pessoa assistiu. A pessoa pode ter assistido por alguns poucos segundos e assim que percebeu do que se tratava parou de assistir. Fica claro para o magistrado que ela não tinha a intenção de assistir. Mas se ela, ainda que a princípio não soubesse do que se tratava o vídeo, começou a assistir e continuou assistindo, ela pode até não ter tido a intenção de assistir um vídeo com pornografia infantil quando acessou a página, mas ela tampouco parou de assistir depois que ela descobriu do que se tratava. Nesse caso, ela teve a vontade (dolo) de continuar a cometer o crime. É o mesmo que alguém que não tinha a intenção de atropelar um pedestre mas, depois de tê-lo atropelado, dá marcha ré para atropelá-lo novamente.

Fonte:
http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/17/urbana2_1.asp#
http://direito.folha.uol.com.br/1/post/2010/8/assistir-vdeo-com-pornografia-infantil-na-internet-crime.html


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