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sábado, 27 de abril de 2013

Análise literária da fábula “O Elefante e a Anaconda”

   Analise literária da fábula “O Elefante e a Anaconda”, por Eliene Magalhães.


         
Prof. Eliene Magalhães
Henrique Musashi, além de poeta, é contista, cronista e romancista, na verdade um escritor completo, sua escrita tem em si suas características, dilacera em prosas, versos e nos mais variados gêneros, uma escrita inteligível, empolgante, sedutora, em seus tramas e dramas, um escritor polivalente na arte literária.



          O autor, Musashi, aprofunda uma dicotomia com três culturas ancestrais: Asiática, Africana e Ocidental. Pondo, no desenrolar da narrativa, vestígios que contemplam tal afirmativa, quando o autor comenta na obra o Baobá que é uma árvore africana, o elefante asiático que é predominante na Ásia por se tratar do elefante asiático ou conhecido como elefante-indiano, tem também a cobra, símbolo de traição, numa versão bíblica, mas no sentido popular a dizeres que falam por si só “A cobra vai fumar é uma expressão popular que significa algo difícil de ser realizado”, há por sua vez envolvimento internacionais e pela exposição a respeito da cultura nacional. Outra situação foi de implantar no conto o hipopótamo, que tem Isso faz da fábula dentre outras qualidades e características, uma obra paradidática para crianças e adolescentes preferencialmente, podendo alargar-se sua leitura para adultos e idosos no tocante a qualidade cultural que traz a obra.

   
     
Como é do perfil de Henrique Musashi, as suas obras literárias não poderiam conter características diferentes, quando o mesmo trabalha em sua escrita com relações humanas, de amizade, ajuda, que nomeiam o lado positivo da obra e em mostra também as relações difíceis com interação contraria a uma boa relação, exemplificando que o sentido do bem e dos bons conselhos deve permanecer na caminhada dos humanos, uma análise da realidade brasileira. Essas últimas propriedades são integrantes da escola literária que Henrique Musashi pertence: o Pós-modernismo e a contemporaneidade em suas obras. Henrique Musashi defende o respeito étnico-racial entre os povos, etnias e na escola lugar de aprender e conhecer.

Eliene Magalhães 
 - Professora, escritora, poetisa, 
graduada em Letras pela UFC, 
 Pedagoga, especialista em Psicopedagogia, 
 Ensino Religioso e História da Cultura Africana e Afrodescendente.


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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Livro "O ELEFANTE E A ANACONDA"

O ELEFANTE E A ANACONDA - Histórias que ensinam!

Capa e contracapa do livro.
Autor: Henrique Musashi
2.ª edição: 2013
Número de páginas: 38
Formato: quadrado (20cm x 20cm)


        SINOPSE: Esta é uma fábula que narra o amor platônico entre um elefante e uma serpente que se encontraram num zoológico. Ele, atraído pela beleza, elegância e graciosidade da anaconda, entrega-se cegamente a essa paixão, doando-se impulsivamente aos desejos de sua amada e acaba mudando sua vida para agradar o seu amor, esquecendo até mesmo de seu grande amigo hipopótamo que não gostou das mudanças de comportamento do seu velho companheiro. O enredo aborda situações comuns de forma caricatural, apoiado em fundo moral que serve para adolescentes e adultos meditarem a respeito dos sinais de um “amor verdadeiro” e da confiança que devemos depositar nos conselhos dos velhos bons amigos.
Esta peça da literatura infantil, em formato especial (20 cm x 20 cm), é uma bela fábula escrita para todas as crianças, até mesmo para “a criança interior que existe dentro de cada um de nós”, a fim de que aprendamos a pensar nos riscos que corremos quando costumamos agir com certa teimosia e ilusória esperança em nome de uma paixão.


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Livro: IDIOSSINCRASIAS ROMÂNTICAS.

Idiossincrasias românticas - As nuances do amor II Autor: Henrique Musashi 


    
Foto: capa, contracapa e orelhas do livro!

       Sinopse:
 Se você tem um coração pulsando em compasso no peito, é um sinal de vida, porém se ele bate ou já bateu em nervoso, mas feliz descompasso, então é um indicativo de que foi tomado por algumas armadilhas sentimentais. Há quem não saiba o que fazer nessas situações e prefira fugir a qualquer sombra de um romantismo, enquanto o poeta entrega-se às enlevadas artimanhas da alma e traduz em versos os mais sublimes sentimentos. Nas páginas de Idiossincrasias Românticas – As nuances do amor II, o escritor Henrique Musashi descreve seus sentimentos e desejos tão simbólicos, e de forma deslumbrante, toda a poesia nelas contida pode ser confundida com os ensaios da vida real dos seus leitores. Este livro foi constituído em fases nas quais se sobrepõem poemas, e também pensamentos de outros autores, a pintar em suas diferentes nuances o amor – o devoto, sublime, sonhador; o pesaroso, solitário, desenganado; o tímido, incerto, platônico... Portanto, se você deseja fazer uma ótima leitura, sem dúvida esta é uma sugestão ideal e imperdível para os apaixonados por poemas românticos.


* ATENÇÃO: Este livro NÃO É INDICADO para menores de 18 anos.


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