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domingo, 8 de agosto de 2010

CRÔNICA DO BOM VIVER – II

CRÔNICA DO BOM VIVER – II
Texto de: Henrique Musashi Ribeiro - 08/08/2010

      Nascemos neste mundo sem saber de nada e morremos por aprender muita coisa, onde as únicas certezas da vida são: a morte e os impostos. Você certamente já deve ter ouvido isso em algum lugar. 

        Ninguém passou por esse mundo e saiu ileso, nem mesmo o Salvador Jesus Cristo, que na ocasião de sua condenação uniu dois irmãos (Anás e Caifás), que nem mais se falavam, mas munidos pelo mesmo interesse, juntos, lépidos e fagueiros condenaram o jovem galileu a morte de cruz, entre ladrões, com todas as justificativas arrumadas, plausíveis e convincentes.

        Sempre existirá alguém de plantão, com a auto-estima avariada, disposto a colocar uma mácula no “ curriculum humanum” de quem quer que seja.  E o interessante é que a pessoa que mais costuma falar bem (ou mal) de nós, somos nós mesmos, você nem precisa falar mal de alguém, ser sincero é o bastante pra que isso aconteça.

      O negocio então é relaxar e agir com naturalidade. Hoje vivemos em um mundo de opções, onde tudo é uma questão de bom senso. Ninguém é obrigado aguentar mais do que é capaz de suportar, ou a rir de uma piada que não tem graça, e se rir, não é preciso prolongar o riso com estampidos de soluços, que apenas nos tornarão deselegantes e artificiais. E em meio a um bate papo não somos obrigados a responder perguntas constrangedoras, não somos obrigados nem a soprar no bafômetro (para produzir provas contra nós mesmos), ou ir aonde não queremos ir, a não ser que seja um sequestro ou levado pela polícia. Se bem que às vezes, por consideração, aceitamos certos convites e acabamos por ir aos ditos “programas de índio” e acabamos por nos arrepender. 

        Educação é uma ciência!  Na matemática da educação “muito é menos e o menos é mais” é como no jogo matemático de sinais, onde a elegância se mede pela qualidade do “feedback”, onde, em casa (ou conversa) estranha , quem fala pouco, pouco erra.

  • Como sofrível aprendiz da vida, adquiri, por mim mesmo, algumas convicções sociais que costumo seguir:
  • Só entro onde está “me cabendo”, por isso aonde vou me cabe. Ninguém, em seu juízo perfeito, nunca me mandou procurar a minha turma - Tomo meu “semancol” diariamente! 
  • Amor, lealdade e sinceridade em um relacionamento nunca é o suficiente, você tem que ter algo mais para os parentes, amigos de seu companheiro ou companheira baterem palmas. Todos têm o seu preço, seja em grana ou por adulação. 
  • Os melhores "casamentos aparentes" são baseados nas maiores mentiras. Os tempos mudaram, seja a sua TV de LCD, seu celular ou o seu relacionamento, hoje tudo tem um prazo de validade, a não ser que você possa pagar pra estender essa garantia. 
  • O chato não é ser PESADO, ruim é quando ninguém nos suporta. Tem gente que tem “flatulência na alma”, isso pra não dizer parecem com um “peido”, pois quando chegam ao recinto, só fica quem já está, há anos, familiarizado. 
  • Não ter grana em dado momento faz qualquer um feder, não por falta de banho, mas muita gente vai torcer o nariz pra você, principalmente os da família que nascemos. 
  • Aquele discurso cristão de amor e tolerância está apenas na Bíblia e no Facebook, mas dai não passa! 
  • Beleza ou feiúra não é unanimidade, isso é muito relativo, pois têm ações, palavras e poderes (grana) que tem efeitos “cosméticos”. O ruim, por exemplo, é por mais que achem você “morto de lindo(a)”, mas não consigam conviver com você. (Dar/Comer ≠ Permanecer). Prefira fazer uma vasectomia ou ligar as trompas ao gerar um filho que você não possa ou seja capaz de educar. 
  • Ser desinteressadamente gentil não dói, mas não funciona muito quando temos que usar de "antropoformismo". 
  • Nunca salve a vida de um "cachorro doido", mesmo que você tenha se apegado ao animal, pois se o cão doente morder, quem vai passar por doido será a pessoa mordida, pois hidrofobia e má fama não tem cura. 
  • Nunca deixa uma vaca entrar dentro de sua casa, pois por mais que a mimosa tenha lindas tetas ela vai cagar no seu assoalho e vai sair espalhando seus dejetos com a próprias patas. 
  • Só os tolos pensam que todos são tolos, suscetíveis e artificiais quanto eles, por isso que é tão comum vê-los reunidos em grupinhos arrotando suas “pobres riquezas” e outras abobrinhas que só eles conseguem ouvir. 
  • Pessoas grandiosas podem se curvar, o tolo jamais. 
  • Nunca se justifique. Seu amigos não precisam e os que lhes antipatia não irão acreditar em você. 
  • Papai e mamãe estavam certos, não o tempo todo. Tive muita sorte em ter os pais que eu tenho. 
  • Em suma, em minhas amizades e ambientes que frequento procuro paz e harmonia onde eu possa guardar os meus três júbilos (vicissitude, honestidade, habilidade), onde possa tomar minhas cangibrinas, contar piadas com meus amigos e fumar meus charutos ou uns cigarros peba, em paz.
     Ah! Já ia esquecendo. Continuo dispensando os moralistas de plantão, até porque esse tipo de gente tem uns “esqueletões” enormes dentro do armário seja associados, literalmente, a morte ou a indiscrição de caráter financeira ou sexual, quais fazem questão de atribuir a outrem suas fraquezas de caráter.

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