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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

CRÔNICA PARA TODOS OS NATAIS E ANOS QUE VIRÃO


Crônica do livro "Social Carrasco", por Henrique Musashi Ribeiro
  
Dizemos que parente ninguém escolhe, mas agregados sim, mesmo que a contra gosto dos demais. Talvez, por isso, digam que o Natal é dia de esquecer tudo em nome de algo maior. Mas que algo maior é este? Seria possível alguém me responder sem falar hipocritamente ou sem os velhos chavões natalinos que, geralmente, são da boca pra fora? Seria possível?
No entanto acredito que o amigo leal é o parente que escolhemos, seja este consanguíneo ou não. E neste solstício de dezembro é possível promover uma paz sincera e verdadeira plantada, não agora ao redor de um peru e panetone ao lado de gente que não nos suporta, ou não suportamos, mas semeada ao longo do ano com algo chamado de respeito e consideração. Aquele mesmo que queremos pra nós e deveríamos dividir com o próximo todos os dias do ano. Só assim, então, no Natal, nos reuniríamos em ação de graças para confraternizar com as mesmas pessoas, e outras que cativamos, e dessa vez iremos festejar de maneira diferente, fazendo o velho exame de consciência e pensando no que poderíamos ter feito de melhor, para quando olharmos para trás possamos novamente experimentar o prazer de nossas atitudes positivamente corretas.
Tenho certeza que assim seremos menos insuportáveis, seremos e teremos um fardo mais leve. Seremos até mais atraentes, diremos menos idiotices e grosserias durante o decorrer do ano. Ficaremos ansiosos por nos achegar ao outro, falar e ouvir as novidades em meio a um papo gostoso e sadio, sem aquelas velhas alfinetadas ou pabulagens repulsivas que apenas afastam as pessoas de nós. E o convite, para a ceia ou réveillon, será recebido com honra e não com constrangimento, pois não será necessário inventar um desculpa para ir embora mais cedo ou, simplesmente, para não aparecer nas “famosas reuniões familiares”, onde se fazem cara de paisagem, aquela mesma cara que se faz na sala do urologista, regada a fingimento, onde nada pendente foi resolvido de maneira sincera, sadia e honesta. E terminamos por fingir gostar de pessoas que não suportamos. E acabamos por atiçar a raiva e o desgosto daquele que apertamos a mão, mas nem olhamos nos olhos. Ou você achar que aquelas saudações ‘desinchavida’, de três segundos intermináveis, apagará o rastro de titica que deixamos no caminho do outro durante o ano?
Não precisa ser natal ou réveillon, podemos começar este tempo do advento hoje, para que o nosso ano seja realmente novo a partir de agora, pois do contrario será apenas uma nova recontagem de dias, semanas e meses até chegar mesma festa onde nada e novo, a não ser a roupa que você estará usando e as promessas que costumamos fazer e não cumprir.
Eu acredito que o ser humano é capaz de surpreender, de maneira positiva, quando quer. Surpreender de maneira negativa, a tal da vingança, todo mundo sabe e já é comum e nem nos surpreende mais.
Desejo a vocês, que está lendo, esta minha sofrível crônica, um Feliz Natal e Um Prospero Ano Novo que pode começar já, que o AMOR seja, principalmente, sinônimo de PAZ na vida de todos nós... E nossas escolhas reflitam a sabedoria da Grande Força’ que rege o Universo. E possamos fazer sempre a atitude certa com o nosso próximo e consequentemente com a nossa casa chamada Planeta Terra.


Atenciosamente


Henrique Musashi Ribeiro



Social Carrasco

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sábado, 19 de dezembro de 2009

DOCE ENCANTO


DOCE ENCANTO
DE: Henrique Musashi Ribeiro - 19/12/2009

Pra onde mando aquelas flores agora?
Se não tenho vosso endereço
Agora  teu busto povoa meus pensamentos
em um discreto negligê em fenício ambiente 
onde  soltos estavam teus cabelos,
pois que te preparavas para teu doce repousar
Hoje, certamente contigo irei dormir 
em minhas lembranças duradouras
Se já que me encontro perdido 
pela doçura de teus olhos
e pela textura de teus lábios 
que parecem ser tão doces 
que o mais doce morango dos pampas
Imaginei por segundos o odor de tuas madeixas
Meu doce encanto...

Teu rosto é a moldura perfeita 
das jóias que da cobiça do meu peito
Me refiro sequioso aos teus olhos e a tua boca.
Ai de mim que não me engano pelas vistas
não sei se nesta vida,
mas já te vi em outro lugar.

Sou às vezes seco e sem lirismo
Não corro atrás do vento
como tolo valete que anda atrás 
de olhares e rostos bonitos
Nem jogo confete fora e nem faço graça
a toda menina que passa 
contigo foi diferente...
GUARDA ESTE MEU SEGREDO!
Minha doce me leide!

Mas pra onde mando aquelas flores?
O que faço com a lembrança
de teus cabelos repousando sobre colo
de teu negligê?
Com a lembrança do rubro de tua boca
E da luz de teu olhar?
E as rosas vermelhas que tenho pra te dar...
Pra onde mando...
Comigo elas irão murchar! 






domingo, 15 de novembro de 2009

CRAVO-DA-ÍNDIA: Outro Ingrediente do Licor da Sorte.

  
O craveiro-da-índia ou cravo-da-índia (Syzygium aromaticum) é uma árvore nativa das ilhas Molucas, na Indonésia. Atualmente é cultivado em outras regiões do mundo, como as ilhas de Madagascar e de Granada.
O botão de sua flor, seco, é utilizado como especiaria desde a antiguidade, empregado na culinária e na fabricação de medicamentos.
O seu óleo tem propriedades antissépticas, sendo bastante utilizado em odontologia.
Uma das especiarias mais valorizadas, no mercado do início do século XVI um quilo de cravo equivalia a sete gramas de ouro.
Outros Idiomas: caryophylli (latim), clove (inglês), clavo (espanhol), clou de girofle (francês), garòfano d'India (italiano).
Características: o cravo-da-índia é uma planta de porte arbóreo, de ciclo perene e que atinge cerca de 12 metros de altura. A copa é bem verde, de formato piramidal. As folhas são semelhantes às do louro, ovais, opostas e de coloração verde brilhante, com numerosas glândulas de óleo visíveis contra a luz. As flores são pequenas, branco-amareladas, agrupadas em cachos terminais. O fruto é do tipo baga e de formato alongado, suculentos, vermelhos e comestíveis. Aroma forte e penetrante. Os cravos-da-índia que usamos na culinária são, na realidade, os botões florais (ainda não abertos) desta uma árvore.
Composição química: eugenol, acetato de eugenol, beta-cariofileno, ácido oleânico, triterpeno, benzaldeído, ceras vegetais, cetona, chavicol, resinas, taninos, ácido gálico, esteróis, esteróis glicosídicos, kaempferol e quercetina.
Partes usadas: Óleo essencial e botões florais secos.
Na culinária: O cravo-da-índia é um condimento versátil que pode ser usado tanto em pratos doces como em pratos salgados. É normalmente empregado no preparo de caldos, ensopados, doces, pudins, bolos, tortas de maçã, pães, vinhos e ponches quentes e licores. O eugenol, presente no óleo essencial, tem ação bactericida, o que o torna útil para preservar e prolongar a validade de compotas e conservas. Em alguns países, costuma-se introduzí-lo juntamente com dentes de alho dentro de pernis e presuntos. Na Europa, é muito usado para condimentar carnes e salames. Já no Brasil, o cravo-da-índia é usado mesmo para pratos doces, hábito adquirido da nossa colonização portuguesa.
 
Na saúde e cosmética: Usado em loções e vaporizações para limpeza da pele do rosto, em produtos de higiene bucal para fazer assepsia e promover um hálito agradável, em banhos de imersão aromáticos e águas perfumadas. É também eficaz no combate à acne. O óleo pode ser usado para massagear músculos doloridos, para suavizar estrias e é eficaz no tratamento de unhas quebradiças, rachadas ou fracas e de calosidades. Usado na elaboração de pomadas para remoção de verrugas. Ainda na forma de pomadas e cremes, alivia a coceira e o inchaço das picadas de inseto.É também utilizado em xampus e loções capilares que limpam e auxiliam o crescimento dos fios.
 
No fumo: Os principais consumidores de cravo, no mundo, são os habitantes da Indonésia, responsável pelo consumo de mais de 50% da produção mundial. O principal uso desta planta não é, contudo, na cozinha e sim na confecção de cigarros aromatizados com cravo, aí extremamente populares, a ponto de se afirmar que todo o país, em virtude deste hábito, parece estar odorizado com o suave e característico aroma do cravo.

Na medicina: O conteúdo total de óleo em cravos (de boa qualidade) chega a 15%. O óleo é constituído, basicamente, por eugenol (70 a 80%), acetato de eugenol (15%) e beta-cariofileno (5 a 12%).
Este óleo é usado como matéria-prima na indústria farmacêutica, cosmética e odontológica.
O cravo tem sido utilizado, há mais de 2000 anos, como uma planta medicinal. Os chineses acreditavam em seu poder afrodisíaco. O óleo de cravo é um potente antisséptico. Seus efeitos medicinais compreendem o tratamento de náuseas, flatulências, indigestão, diarréia, tem propriedades bactericidas, e é também usado com anestésico e antisséptico para o alívio de dores de dente. O Professor Gary Elmer, Ph. D. do departamento de Medicinal Chemistry da University of Washington School of Pharmacy, em Seattle, salienta que "o eugenol realmente mata viroses e bactérias".
ATENÇÂO: Não se deve exagerar no consumo do cravo. Ele pode irritar a mucosa da boca. Além disso, quem tem o estômago mais sensível também deve usá-lo com moderação. Pode provocar contrações na musculatura do útero sendo, portanto, contra-indicado para gestantes. O uso externo pode causar eventuais reações alérgicas em pessoas sensíveis. O óleo essencial pode causar irritação na pele.

Cravo-da-India ou Cravo-da-China?
 
 O nome científico antigo do cravo-da-índia, Eugenia caryophyllata Thunb, deriva da palavra grega "karyophyllon" que significa "folha-noz".
            Da China é que veio a primeira indicação do uso do cravo-da-índia como condimento, remédio e elemento básico para elaboração de perfumes especiais e incensos aromáticos. Na China, era então conhecida por "ting hiang" e na dinastia Han (206 a.C.-220 d.C.) seus frutos foram levados para a corte do imperador por enviados da Ilha de Java. Conta-se que os próprios javaneses mantinham um pequeno fruto na boca para melhorar o hálito, antes de ir falar pessoalmente com o imperador.
Hoje, a ciência já é capaz de explicar esse uso: é que o eugenol, óleo essencial presente nesta especiaria apresenta efeitos antiinflamatório, cicatrizante, analgésico e é eficaz na eliminação de bactérias presentes na boca.
           A primeira pessoa a fazer uma descrição completa do cravo-da-índia foi um botânico alemão chamado Everard Rumph que dizia: "é a mais bela, a mais elegante e a mais preciosa de todas as árvores". Na culinária da Idade Média, o cravo-da-índia era usado como aromatizante para conservas e como adorno para pratos selecionados. Na época do reinado de Ricardo II, era ingrediente do Hippocras, um vinho quente tomado costumeiramente pelos nobres.


No século 16, quando chegaram às Ilhas Moluccas, os portugueses imediatamente dominaram as plantações, destruindo aquelas que não podiam vigiar de perto. Esse monopólio fez com que o preço do cravo-da-índia no mercado ficasse muito alto. Os holandeses que sucederam aos portugueses agiram da mesma forma e ganharam o monopólio ao destruir todos os craveiros-da-índia, exceto aqueles que cresciam em uma ilha de sua propriedade: Ambon. Finalmente, a França rompeu o monopólio e, no começo do século XIX, a planta já era cultivada em grandes plantações em muitas regiões tropicais. No Brasil, o cravo-da-índia é cultivado em regiões quentes.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

MEL - Um dos principais ingredientes do LICOR MUSASHI

Nos nossos dias, estão tão em voga, os tratamentos alternativos e entre eles, se destaca a cura através de extratos florais, sejam de BACH ou da Califórnia. Parece que é uma coisa nova, porém a humanidade já tem contacto com as propriedades medicinais das flores há milhares de anos. Desde aquele tempo o homem observava que o urso pardo, dotado de grande força e garras possantes, dilacerava com facilidade os troncos das árvores até chegar ao alvo do seu interesse: O MEL DAS ABELHAS. Ali, o grande animal estraçalhava tudo e, alheio às picadas, devorava o que podia: mel, cera e abelhas. Ao se retirar, deixava nos destroços, restos de mel, de que o homem primitivo, ainda um coletor, banqueteava-se. Assim, nossos antepassados tomaram contacto com as abelhas, passaram a gostar de mel e, por conta própria, foram à caça nas fendas dos altos rochedos, onde o urso não podia chegar.
Milênios após estes primeiros contactos, o homem tentou levar as fazedoras de mel para perto de sua moradia. A princípio no próprio tronco, depois em vasilhames de barro e finalmente, em colméias. Assim estava criada a apicultura.
O mel, fabricado pelas abelhas a partir do néctar, secreção adocicada que é colhida nas flores, é transformado no interior do inseto graças a algumas enzimas. É composto principalmente por levulose e dextrose, que são açúcares invertidos, diretamente assimilados pelo organismo humano. Sempre foi considerado pelos médicos de todo o mundo como alimento e medicamento ao mesmo tempo.
É um alimento altamente nutritivo, que não engorda, se consumido com moderação, devido à concentração de óleos voláteis, ácidos, vitaminas e sais minerais. Pode variar de sabor e cor, dependendo das flores que as abelhas visitam.

O mel puro cristaliza de forma homogênea, de baixo para cima. Cuidado! Não guarde o mel em geladeira porque ele cristalizará devido à baixa temperatura. Não ferva o mel, porque ele perderá as suas propriedades. O mel de laranjeira é antiespamódico e sedativo. O mel de assa-peixe é indicado para queimaduras, picadas de inseto e doenças da pele. O mel de eucalipto é indicado para todas as doenças do trato respiratório. O mel de alecrim é indicado para o estômago e intestinos. O mel de hortelã combate a fadiga e as verminoses. O mel de girassol, combate o colesterol. O mel de dente-de-leão é regulador das funções hepáticas. o mel de erva cidreira é recomendado para pessoas de digestão lenta e difícil. O mel de acácia é o mais rico em frutose, sendo recomendado para adoçar mamadeiras de recém-nascidos, que não usam leite materno. outros méis saborosos são: mel de caju, mel de algaroba e mel de candeia

Em cada 100g de mel encontramos aproximadamente: 
 
Ácido pantotênico ____________ 105 mg.
Proteínas e aminoácidos _______ 4,7mg.
Hidratos de carbono ___________70 mg.
Água _______________________ 18 mg.
Vitamina B1 _________________ 6 mg.
Vitamina B2 _________________ 61 mg.
Vitamina B3 _________________ 300 mg.
Vitamina PP _________________ 0,3 mg.
Vitamina C __________________ 2,5 mg.
Enzimas (Invertase e amilase).
Minerais (Ph; Ca; Mg; K; Na; Cl; S; Fe; Si; Cu; etc.).
Ácidos: Fólico, Láctico, Fórmico, Málico, oxálico, tartárico, tânico, cítrico e acético.
Colina e acetilcolina.

Com essa riqueza de elementos, os nutricionistas chegaram à conclusão que 1000 g de mel puro, equivale a 9000 g de cenoura; 5400 g de maçãs; 4000 g de ameixas; 2600 g de carne de boi; 1400 g de carne de porco; 4200 g de uvas; 3600 g de ervilhas; 1000 g de nozes; 675 g de queijo; 40 laranjas e 21 bananas.

 

OUTRAS INDICAÇÕES DO MEL

 
a) Para pessoas sadias:
Amenizar as insuficiências alimentares eventuais em aminoácidos, sais minerais, vitaminas, etc.
Facilitar a assimilação e a digestão de outros alimentos.
Reforçar o organismo em sua luta contra agressões.
Dar ao organismo maior resistência contra o cansaço físico e intelectual em ocasião de atividades intensas.
Dar ao organismo melhor rendimento, principalmente, aos atletas.
b) Para doentes em casos de:
Astenia em casos de cansaço físico ou mental.
Anorexia ou perda de apetite.
Desnutrição (principalmente para crianças).
Deficiência constitucional.
Atraso de crescimento.
Má dentição.
Prisão de ventre.
Úlceras gastro-intestinais.
Anemias (indica-se o mel escuro).
Conjuntivites.
Bronquites.
Tosses.
Hipoglicemias.
Nefrites (o mel é diurético).
Insônia.
Úlceras dermatológicas.
Queimaduras ( aplicação local).
Emagrecimento sem etiologia precisa.

A dose diária para o adulto é de uma colher de sopa, enquanto que para as crianças, é de uma colher de chá. Para tomar mel puro, recomenda-se ingeri-lo vagarosamente, pouca quantidade de cada vez. 

Ainda falando sobre a cristalização do mel, que às vezes leva-nos a suspeitar de adulteração do produto, esclareçamos algumas dúvidas:
  Todos os méis são líquidos quando produzidos pelas abelhas, mas, por serem soluções super saturadas, quando armazenadas em temperaturas abaixo da temperatura média da colméia (37oC), tendem a cristalizar (granular). Esta cristalização varia de acordo com vários fatores, como o teor de glicose; teor de água na sua composição natural e procedência floral do néctar ( espécie de flor na qual a abelha o colheu).
Quanto mais glicose houver, mais tendência a cristalizar terá o mel. Quanto à presença de água, sabe-se que méis com menos de 17% de água na sua composição natural, são mais prováveis de cristalizar que aqueles com mais de 18%. Já aqueles com mais de 19% de água, tendem a fermentar (azedar).
A granulação dos méis também depende da flor que forneceu o néctar que a abelha colheu. O mel originário da flor do assa-peixe, cambará e acácia, dificilmente cristalizará, enquanto o mel originário da flor de nabo e Dente-de-Leão tem grande facilidade de cristalizar.
O mel fluido e o cristalizado não têm diferenças essenciais entre si. Conservam a mesma natureza, tanto em estado líquido como em estado sólido ou granulado. Todo mel bom, maduro e perfeito tende a cristalizar espontaneamente, quando armazenado, portanto recomendamos que se o seu consumo não for rápido, seja conservado em recipientes de vidro de boca larga, que possibilitem a sua remoção com uma colher, para ingeri-lo em estado sólido. Se desejar liquefaze-lo, coloque-o em banho-maria por alguns minutos.
Cada vez que pensamos em adquirir mel para nosso consumo, sempre nos vem à mente a dúvida sobre a pureza ou não do produto. Há várias simpatias populares que garantem verificar a pureza ou não do mel, entre elas, citamos a embebição de um palito de fósforo no mel e tentar risca-lo. Se acendesse, o mel era bom. ao contrario, era adulterado. Outra simpatia seria, virar, lentamente a garrafa de cabeça para baixo. Se as bolhas subissem lentamente, o mel era bom. Alguns "peritos conhecedores", garantem que conhecem um bom mel pelo cheiro ou pelo sabor. Na verdade tudo isso não passa de crendices. A única maneira segura de se comprovar a pureza do mel, é através de exames laboratoriais e como isso não pode ser feito regularmente por todos os compradores, o mais prático é que se adquira o produto diretamente de um apicultor, que geralmente tem uma ética e um orgulho da sua produção.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

COMPOTA DO PRAZER (Receita Mística)



Por: Gilson Chveid Oen - Numerólogo

     Esta receita da Compota do Prazer é muito antiga e, provavelmente, já é feita há mais de 6000 anos. Evidentemente, seus ingredientes foram adaptados a época em que vivemos de forma que a receita atual refletisse com bastante precisão os conteúdos de experiências que o seu saborear promove nas 9 Salas do Inconsciente Humano. Foram usados como referência relatos, a este respeito, descritos em pergaminhos muito antigos, descobertos no século XX por pesquisas arqueológicas realizadas no Oriente Médio.
Ingredientes:

300 gramas de ameixas pretas e sem caroço
100 gramas de maçã desidratada
100 gramas de pêra desidratada
100 gramas de passas brancas
100 gramas de cerejas ao marrasquino, inteiras com toda a calda
100 gramas de nozes picadas
100 gramas de castanhas do Pará picadas
100 gramas de amêndoas sem pele picadas
um pouquinho de canela em pau
um pouquinho de cravo
1 rodela de limão
1 cálice de vinho tinto

Modo de Fazer:

  • Faça uma calda colocando numa panela 2 xícaras de chá de açúcar para caramelar, ou seja, cozinhando o açúcar até ele ficar da cor de um caramelo, e acrescente, então, 1 litro e meio de água fervendo.
  • Misture bem o açúcar caramelado com a água fervendo e coloque primeiro a maçã e a pêra desidratadas.
  • Depois que estiverem quase cozidas, coloque o restante dos ingredientes começando pela ameixa.
  • No final coloque o vinho.
  • Deixe a Compota apurar por mais ou menos 40 minutos.
Algumas Observações:

     Se você resolver aumentar a quantidade dos ingredientes aumente, também, proporcionalmente a quantidade de calda.
     Se depois da Compota ficar pronta você achar que ela ficou com pouca calda, faça em uma outra panela mais uma medida de calda e quando ela estiver bem dissolvida a acrescente a Compota já pronta.
     E assim estará pronta a sua Compota do Prazer, que posta na geladeira poderá durar de 1 a 2 meses.
     Como este exemplo de mesa, infinitos outros poderão ser criados, mas por questões da Engenharia Dimensional que envolve a virada de 2007 para 2008 recomendo que todas as mesas contenham algum tipo de compoteira com a Compota do Prazer no seu interior, pois durante o ritual que desenvolvi para ser realizado nesta virada será necessário saborear uma colher de sobremesa da Compota do Prazer.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

SHOP SUEY

Shop Suey é como chamamos os legumes e carnes fritos juntos à moda chinesa. Na verdade, a receita não é tradicional na China e sim de restaurantes chineses quando chegram no Ocidente (mas não deixa de ser chinês), que perceberam o gosto dos "gwilos" pelo picadinho.
Fritar à chinesa é refogar, de preferência, legume por legume, carne por carne... Você vai fritando os pimentões, por exemplo e retira-os enquanto crocantes, depois põe, na mesma panela a cebola e faz o mesmo, sempre acrescentando um pouquinho mais de óleo. É isso que torna a comida chinesa deliciosa e muito calórica.

Ingredientes

- 250 g de filé mignon fatiado bem fino (congele um pouco, antes de fatiar), ou carne porco (de preferência lombo, também fatiado fino) ou camarões sete barbas, ou frango. Se quiser (fica delicioso) use um pouco de cada - sempre escolhendo 3 deles - cerca de 100g de cada um
- óleo de soja
- 1 pimentão vermelho picado em quadrados e 2 cm
- 1/2 pimentão amarelo picado em quadrados e 2 cm
- 1 cebola em pétalas grossas
- 3 dentes de alho em lâminas
- 3 ou 4 fatias de gengibre
- 1 xícara (chá) de buquês brócolis apenas branqueados (coloque em água fervente, deixe levantar fervura, conte um minuto e tire do fogo. Passe em água gelada)
- 1 xícara (chá) de buquês de couve-flor, apenas branqueados
- 1 cenoura pequena em fatias bem finas
- 100 g de ervilhas frescas ou ervilha torta
- 100 g de champignons fatiados no sentido do comprimento
- 100 g de broto de bambu fatiado (opcional)
- 1/2 xícara (chá) de shoyu
- 1 1/2 xícara (chá) de água
- 1 colher (sopa) de amido de milho
- 1/2 xícara (chá) de cebolinha verde picadinha

Modo de Preparo

1. Limpe e pique tudo. Prepare os legumes (couve-flor ebrócolis). Se tiver uma panela chinesa (Wok), coloque-a no fogo. Se não tiver, use uma frigideira alta ou panela,em último caso.
2. Coloque 2 colheres de sopa de óleo de soja. Deixe estar bem quente e junte os pimentões de ambas as cores. Vá mexendo enquanto frita, por uns 3 minutos, mais ou menos.
3. Retire os pimentões e coloque a cebola, o alho e o gengibre. Frite da mesma maneira. Se precisar, junte mais um pouco de óleo.
4. Retire o alho e a cebola, deixando o gengibre.
5. Frite o brócolis. Faça o mesmo com a couve-flor, deixando o gengibre que não deixa que fiquem com cheiro muito forte.
6. Retire. Junte mais óleo e frite as ervilhas.
7. Retire. Coloque mais um pouco de óleo e frite a carne.
8. Se for fazer com os três tipos de carne, frite uma de cada vez, deixando os camarões por último.
9. Com a carne ainda na panela, junte os champignons e o broto de bambu. Refogue mais um pouquinho.
10. Misture a água, o amido de milho e o shoyu.
11. Junte todos os legumes já fritos na panela.
12. Jogue por cima a “mistura de shoyu” e mexa bem para que o molho engrosse. Prove o sal. Se quiser mais salgado, coloque mais shoyu.
13. Assim que o molho engrossar, retire do fogo para que os legumes não cozinhem demais.

Dica: Sirva com arroz branco japonês (shiro geku) ou arroz de sua preferência.


Por: Henrique Musashi






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Ampan




Ingredientes:

• 400 gramas de farinha de trigo
• 12 gramas de fermento para pão, seco, granulado
• 90 gramas de açúcar
• 1 xícara de leite morno
• 40 gramas de manteiga
• 1 ovo
• 4 gramas de sal
• 600 a 800 gramas de anko (doce de feijão Azuke)

Modo de preparo:

Dissolva o fermento no leite morno e misture tudo (exceto o anko) na batedeira, com o gancho para massas. Bata até atingir o ponto de véu (pegando um pouco de massa, ela se estica até ficar transparente, sem rasgar).
Deixe descansar por pelo menos 1 hora, até dobrar de volume.
Divida a massa e o anko em porções. A quantidade de anko varia muito. Há quem prefira pães com bastante recheio e outros, com menos.
Deixe descansar 15 minutos, pincele com gema e faça um furo em cada um, para que o vapor escape e o pão não fique oco.
Pincele com gema de ovo para dar aquele “efeito de verniz” O forno deve etsar bem quente, por isso, pré aqueça por pelo menos uns 15 minutos
Deixe assar até dourar, tomando cuidado para não queimar embaixo.


 

Dorayaki



Ingredientes: ( 6 porções)

• 150g de Farinha de Trigo
• 2 colher de cha de Fermento em pó
• 3 Ovos
• 80g de Açúcar
• 100 ml de Leite
• 1 colher de chá de Saquê Mirin (doce)
• 1 colher de chá de Shoyu
• 250g de Azuki (Doce de Feijão Azuki – receita disponível)

Modo de Preparo:

1. Peneire a farinha e fermento em po junto.
2. Bata os ovos e adicione açúcar, leite, mirin e shoyu. Misture bem.
3. Misture os todos os ingredientes dos itens 1 e 2 até que se tenha uma massa homogênea.
4. Esquente a frigideira e coloque o oleo. Coloque a massa quantidade de uma colher de concha na frigideira. (Nao toque a massa ate aparecer "espumas" no superfície da massa. Apos aparecer as "espumas", vire a massa)
5. Faca bolinho de feijão azuki doce de forma que ocupe aproximadamente a superfície da massa.
6. Quando ficarem prontas as massas, coloque o bolinho de azuki entre as duas massas e pronto.

Espere esfriar e sirva! 

 

domingo, 11 de outubro de 2009

Cravo-da-Ìndia ou Cravo-da-China?


 
 O nome científico antigo do cravo-da-índia, Eugenia caryophyllata Thunb, deriva da palavra grega "karyophyllon" que significa "folha-noz".
            Da China é que veio a primeira indicação do uso do cravo-da-índia como condimento, remédio e elemento básico para elaboração de perfumes especiais e incensos aromáticos. Na China, era então conhecida por "ting hiang" e na dinastia Han (206 a.C.-220 d.C.) seus frutos foram levados para a corte do imperador por enviados da Ilha de Java. Conta-se que os próprios javaneses mantinham um pequeno fruto na boca para melhorar o hálito, antes de ir falar pessoalmente com o imperador.

   




Liu Bang
Imperador/Fundador da Dinastia Han

  Hoje, a ciência já é capaz de explicar esse uso: é que o eugenol, óleo essencial presente nesta especiaria apresenta efeitos antiinflamatório, cicatrizante, analgésico e é eficaz na eliminação de bactérias presentes na boca.
           A primeira pessoa a fazer uma descrição completa do cravo-da-índia foi um botânico alemão chamado Everard Rumph que dizia: "é a mais bela, a mais elegante e a mais preciosa de todas as árvores". Na culinária da Idade Média, o cravo-da-índia era usado como aromatizante para conservas e como adorno para pratos selecionados. Na época do reinado de Ricardo II, era ingrediente do Hippocras, um vinho quente tomado costumeiramente pelos nobres.

   

No século 16, quando chegaram às Ilhas Moluccas, os portugueses imediatamente dominaram as plantações, destruindo aquelas que não podiam vigiar de perto. Esse monopólio fez com que o preço do cravo-da-índia no mercado ficasse muito alto. Os holandeses que sucederam aos portugueses agiram da mesma forma e ganharam o monopólio ao destruir todos os craveiros-da-índia, exceto aqueles que cresciam em uma ilha de sua propriedade: Ambon. Finalmente, a França rompeu o monopólio e, no começo do século XIX, a planta já era cultivada em grandes plantações em muitas regiões tropicais. No Brasil, o cravo-da-índia é cultivado em regiões quentes.
 

O elemento CRAVO-DA-ÍNDIA esta presente nos licores Musashi:

"Pina" e "7 Elementos"

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Mestre Yip Man - 叶问

     Mestre Yip Man (叶问), nasceu em 1.º de outubro de 1893 e morreu em 2 de dezembro de 1972. Yip Kai Man foi considerada o maior e primeiro mestres (Sifu) à ensinar a arte marcial chinesa de Wing Chun abertamente. Ele tinha vários alunos, que mais tarde tornaram-se professores de artes marciais, incluindo Bruce Lee, seu aluno mais famoso aqui no ocidente.
    Seus pais Yip Oi Dor e Ng Shui, e foi o terceiro de quatro filhos. Ele cresceu em uma família muito rica em Foshan, Guangdong, e recebeu uma tradicional excepcionais educação chinesa . Seu irmão mais velho foi Kai Gak. Sua irmã mais velha foi Wan Mei e sua irmã mais nova foi Wan Hum.
    O templo de sua família era dirigido pelo Mestre Chan Wah Shun, "Wah, o  Trocador de Dinheiro", do estilo Wing Chun (ou Ving Tsun) de Kung Fu.
    Yip Man treinou com o Mestre Wah até o seu falecimento, três anos depois. Nessa época ele se mudou para Hong Kong para prosseguir os estudos de graduação.

    Yip Man vivia se envolvendo em brigas onde sempre vencia graças à eficiência de seu Kung Fu. Um dia convidaram-no para enfrentar um senhor de seus 50 anos de idade, que diziam conhecer artes marciais.
    Ele aceitou imediatamente e procurou o homem para desafiá-lo. Este o olhou de alto a baixo e sorriu, perguntando se ele havia treinado com o venerável Mestre Chan Wah Shun, de Fatshan e se ele já havia aprendido o Chum-Kiu (segunda forma do estilo Ving Tsun).
    Yip Man não ouviu o que o homem dizia, pois teria percebido que apenas um conhecedor do estilo poderia saber esses detalhes. Vendo que não havia outra alternativa, o homem disse que Yip Man poderia atacar como quisesse, que ele tentaria não machucá-lo.
    Isso enfureceu o adolescente, que atacou diversas vezes. O homem apenas esquivava seus golpes e o jogava ao chão até que Yip Man reconheceu sua derrota. O senhor finalmente se apresentou: era Leung Bik, o segundo filho do Grande Mestre Leung Jan, professor do Mestre de Yip Man(foto a direita).
    Yip Man se desculpou e solicitou que o aceitasse como discípulo. Dessa forma Yip Man concluiu os estudos do Ving Tsun aos 24 anos, quando retornou a Fatshan.
    De volta à sua terra natal, foi acusado de desertor e de ter aprendido outro estilo de Kung Fu. Levou muito tempo para convencer seus colegas do encontro com Mestre Leung.
    Yip Man, fiel à promessa feita ao seu Mestre, primeiramente se recusou a ter alunos. 

     Depois da Segunda Guerra Mundial, já pai de família e com a sua fortuna arrasada pela guerra, voltou a Hong Kong para tentar ganhar a vida. Refinado e sem grandes dotes físicos, teve muita dificuldade para arranjar emprego.
    Finalmente foi convencido por um amigo a dar aulas de Kung Fu na Associação dos Trabalhadores em Restaurantes de Hong Kong. Com o passar do tempo juntou um punhado de discípulos com os quais fundou sua primeira academia. Seus alunos enfrentaram muitos desafios que tornaram o Ving Tsun famoso e muito procurado.
    Em 1967 ele fundou a Hong Kong Ving Tsun Athletic Association, entidade que ainda hoje representa aquele estilo em Hong Kong e foi o berço de todos os Grandes Mestres de Ving Tsun da atualidade.


Ah! Vejam o Filme "O Grande Mestre" 1, 2 e 3




quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O POETA


O POETA - Vinicius de Morais  

A vida do poeta tem um ritmo diferente
É um contínuo de dor angustiante.
O poeta é o destinado do sofrimento
Do sofrimento que lhe clareia a visão de beleza
E a sua alma é uma parcela do infinito distante
O infinito que ninguém sonda e ninguém compreende.

Ele é o etemo errante dos caminhos
Que vai, pisando a terra e olhando o céu
Preso pelos extremos intangíveis
Clareando como um raio de sol a paisagem da vida.
O poeta tem o coração claro das aves
E a sensibilidade das crianças.
O poeta chora.
Chora de manso, com lágrimas doces, com lágrimas tristes
Olhando o espaço imenso da sua alma.
O poeta sorri.
Sorri à vida e à beleza e à amizade
Sorri com a sua mocidade a todas as mulheres que passam.
O poeta é bom.
Ele ama as mulheres castas e as mulheres impuras
Sua alma as compreende na luz e na lama
Ele é cheio de amor para as coisas da vida
E é cheio de respeito para as coisas da morte.
O poeta não teme a morte.
Seu espírito penetra a sua visão silenciosa
E a sua alma de artista possui-a cheia de um novo mistério.
A sua poesia é a razão da sua existência
Ela o faz puro e grande e nobre
E o consola da dor e o consola da angústia.

A vida do poeta tem um ritmo diferente
Ela o conduz errante pelos caminhos, pisando a terra e olhando o céu
Preso, eternamente preso pelos extremos intangíveis.

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