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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

DIZENDO NÃO!

DIZENDO NÃO!
 H. Musashi Ribeiro – outubro de 2010.

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Dizer não é uma virtude
Principalmente para mim
Que não acredito no clamor convincente ‘pseudocarinhoso’
Nos excessos vocativos dos bons adjetivos.
Não sou de peitar tolos e lisonjeiros,
mas meu silêncio não é subjacente

Não me penduro nas linhas das costuras alinhavadas
do improviso semiprofissinal
Antes olho o tanto que já me esforcei
em meus estudos seculares,
olho meu Curriculum Humanum e Vitae
E ainda irei buscar muito mais...
Por isso não acredito e nem me empolgo
com promessas floreadas.
Não sei viver ou esperar por planos infalíveis
aos lábios dos charlatões domésticos,
mas adiados ao sabor dos ventos da ciclotimia.

Adoro tomar umas nos finais de semana
Às vezes nas sextas,
na companhia de bons irmãos
(3 brindes à família Ribeiro)
Mas nem por uma noite ébria
Eu me diria fã daqueles
"que amam pra sempre enquanto dure".
Pois  quando bebo, só bebo.
Não fico rico, não fico valente,
nem esquecido nem sonso cristão,
Nem tenho uma cara para cada companhia e situação.
(“Se tô com Chico desprezo o Francisco?”)

Só me abstenho dos “abstêmios moralistas”!

Tomo minha pinga com soda zero açúcar,
Meu Wisk com gelo e água de coco
E não sei tomar meu Dry Martine
apressado e em copo descartável
Gosto de sondar transparências,
a azeitona empalada na madeira
observar a graça feminina das meninas
que passam tranqüilas de sei lá de onde.
Ah! Raramente tenho ressaca!

Se olharem...
Meus cabelos longos
não me deixam passar despercebido
e a minha educação e condição
Não meu deixam passar desapercebido
E só!

Não saberia, por exemplo,
ser subalterno de um sujeitinho ordinário
que não sabe o básico - SER GENTE!
Não tenho saco pra lidar com malogrados e mulambentos
acometidos de solisticismo
que os impede de agir com clareza
de olhar nos olhos e não saber simplesmente dizer:
- BOM DIA!
Não tenho nem quero sociedade
com a escola da malandragem.

Acabou meu último lote de tolerância com a ignorância,
Com aqueles analfabetos funcionais.
Estes que não suportam a luz do SABER.
Ou seria o fato de “saber” que fugiram da escola?

Desculpem os que são gratos e satisfeitos
com suas esmolas da preguiça,
mas que insistem a atribuir aos céus
por todo dia terem feijão com arroz
Isso pra mim não basta
E digo mais:
- TRABALHAR PRA LISO
 É PEDIR ESMOLA PRA DOIS.


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       Interessante que a única coisa que todo espertinho (canalha) sabe cobrar, com convicção, é a ‘humildade  alheia’, afinal o que seriam deles se não fossem NÓS, os "bons otários", a esperar nossos direitos e benefícios caírem dos céus. Acordem Ovelhinhas!


Idiota não é quem “toma umas biritas” com os amigos, quando pode e se pode, tendo conquistado esse direito sem depender de ninguém. Agora acho extremamente imbecil, não apenas idiota, certos abstêmios de cara lisa, espiritualistas de 5.ª categoria, que cospem na cara de quem lhes são generosos, mas não deixam de ser, convenientemente,  subservientes a determinado tipo de contraventores...


Tem Toxicômano FDP,  que quando quer se fazer de santo, para até de beber e ainda tira onda da cara de quem bebe. Bem, EU posso dizer ao delegado quem é o meu fornecedor e quem sabe até convidar a mesmo pra tomar uma lá em casa, como de fato, na época de repórter, já tomei Whisky na companhia do Dr. João Eudes Felix (Ex. Delegado em Aracati) com outros amigos e colegas de trabalho. Um viciado poderia fazer o mesmo?


Ah! E como dizia Dr. Abelardo Costa lima Filho (já falecido) político e amigo da minha família em Aracati:
- “Cachaceiro é quem faz, eu sou apenas consumidor!”
E no caso sou “licorseiro” e além de consumir moderadamente a boa e velha pinga do nosso amado quilombo do Cumbe, adoro uma cerveja gelada com os amigos, também aprecio um bom vinho entre outras na companhia de GENTE que sabe ser GENTE. Só não quero associação com indivíduos que andam pela contra mão da vida pelos atalhos da deslealdade, seja de que forma for.


Eu nunca perco uma BOAS AMIZADES, mas o destino se encarrega de se livrar do lixo excessivo que passa pela minha vida. Ser responsável é muito mais que dar rompantes de moralismo... É atitude. 

Atenciosamente


Henrique Musashi Ribeiro 
Poeta, cronista e escritor -  Eterno aprendiz!

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